De tudo o que foi dito e escrito sobre a farra apoteótica da gastança de comissários e familiares do presidente da República com os cartões de crédito administrativos, faltou enunciar claramente, sem subterfúgios nem meias palavras, uma verdade conclusiva: foi roubo puro e simples, e os roubadores, se vivêssemos sob o império da lei, deveriam ser indiciados como ladrões comuns. É o espetáculo da impunidade.O absurdo se propagou como uma metástase. Os membros do politburo petista viram, na rapinagem dos cofres públicos, um atalho para o enriquecimento ilícito. A Comissária Dilma Roussef diz concordar com a pilhagem dos cartões; tudo vale pela causa do socialismo. Seja como for, o fato nu e cru é que, nos últimos quatro anos, a roubalheira cresceu 500% e já atinge um montante anual superior a R$ 80 milhões; os saques em dinheiro correspondem a 60% deste total. Eles sabem saquear.
São gatunos profissionais sem qualquer resquício de vergonha. É o espetáculo da desonestidade.
A bandalheira começa no gabinete da Presidência da República. Lula da Silva sustenta a família com os cartões oficiais. Seus cúmplices gastam fortunas em supermercados, açougues, lojas de bebidas e padarias. Não nos referimos só às compras para o municiamento do Palácio, mas das residências particulares. Lurian Cordeiro, filha do presidente, gasta R$ 6 mil mensais no cartão corporativo em Florianópolis, onde mora; autopeças, material de construção, alimentos, livros, combustível etc. Não é preciso ser filólogo para saber definir esse comportamento. Por qualquer padrão lingüístico, trata-se, sim, de ladroagem na genuína acepção do vocábulo. É o espetáculo da safadeza.
Leia a matéria no Jornal do Brasil online
A bandalheira começa no gabinete da Presidência da República. Lula da Silva sustenta a família com os cartões oficiais. Seus cúmplices gastam fortunas em supermercados, açougues, lojas de bebidas e padarias. Não nos referimos só às compras para o municiamento do Palácio, mas das residências particulares. Lurian Cordeiro, filha do presidente, gasta R$ 6 mil mensais no cartão corporativo em Florianópolis, onde mora; autopeças, material de construção, alimentos, livros, combustível etc. Não é preciso ser filólogo para saber definir esse comportamento. Por qualquer padrão lingüístico, trata-se, sim, de ladroagem na genuína acepção do vocábulo. É o espetáculo da safadeza.
Leia a matéria no Jornal do Brasil online
Giulio,eles sabem saquear e o povo precisa aprender a passar o saco neles.No sentido bíblico da palavra.
ResponderExcluirE que os petralhas não me venham dizer que não se pode generalizar colocando todos num saco de gatos.Não, não pode, tem que ser no saco de ratos...