27 de mai. de 2008
No ar
Está tudo pronto para o novo prosa e política entrar no ar, o que faremos agora, por isso peço desculpas por eventuais transtornos.
Continuará o mesmo de sempre, com algumas ferramentas a mais, claro. O acesso será feito através do www.prosaepolitica.com.br ou www.adrianavandoni.com.br. Por favor, salve em seus favoritos o novo endereço.
Espero que vocês gostem e os ajustes que certamente aparecerão iremos fazendo aos poucos.
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Lula o Grande Piadista
Por Giulio Sanmartini
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou nesta segunda-feira, durante evento no Rio de Janeiro, o esquema de desvio de verbas do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para empresas e prefeituras implantarem projetos de desenvolvimento, descoberto na Operação Santa Tereza, da Polícia Federal.
Nesse comentário revelou um cinismo impar. Disse que das fraudes e os roubos praticadas por seus aliados no BNDES, tem que se descobrir que são os responsáveis e puni-los e que esse desvio é justificado, pois uma instituição do tamanho de BNDES pode ter “uma ou duas pessoas que cometam desvios, mas que hipotecava sua solidariedade aos seus funcionários.
Ora se o presidente estivesse interessado em punir os fradadores do país poderia começar por dentro de casa, com seu filho Fábio Luiz, seu compadre Roberto Teixeira e seu irmão Vavá.
O pronunciamento de Lula, tem um que todo especial de piada, daquelas que dão frouxos de riso
(*)Texto de apoio: Cirilo Junior
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva comentou nesta segunda-feira, durante evento no Rio de Janeiro, o esquema de desvio de verbas do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) para empresas e prefeituras implantarem projetos de desenvolvimento, descoberto na Operação Santa Tereza, da Polícia Federal.
Nesse comentário revelou um cinismo impar. Disse que das fraudes e os roubos praticadas por seus aliados no BNDES, tem que se descobrir que são os responsáveis e puni-los e que esse desvio é justificado, pois uma instituição do tamanho de BNDES pode ter “uma ou duas pessoas que cometam desvios, mas que hipotecava sua solidariedade aos seus funcionários.Ora se o presidente estivesse interessado em punir os fradadores do país poderia começar por dentro de casa, com seu filho Fábio Luiz, seu compadre Roberto Teixeira e seu irmão Vavá.
O pronunciamento de Lula, tem um que todo especial de piada, daquelas que dão frouxos de riso
(*)Texto de apoio: Cirilo Junior
Lula Não Sabe o Que Diz
"Inspira cuidados a ousadia do presidente Lula comparar o progresso, riqueza e cultura dos país da União. Desses, França, Itália, Alemanha e Itália, fazem parte do país mais ricos do mundo, são membros do G 8.
O Brasil que prima pela pobreza, com 11 milhões famílias (da Bolsa) em miséria absoluta, um índice de analfabetismo, um criminoso de sistema de saúde e um desemprego assustador, propor-se a ajudar outras países, com pretende Lula, e sinal de flagrante insanidade" (G.S.)
O presidente Lula rebateu hoje as críticas à criação da Unasul, União Sul-Americana de Nações, assinada no final da semana passada em Brasília. A opinião do presidente é que o acordo é prova da mudança na compreensão de que "juntos nós poderemos ser muito mais fortes e soberanos".
Lula comparou a Unasul à União Européia, que conta com moeda única, parlamento unificado e já há alguns anos tenta aprovar a Constituição Européia, com leis que valeriam para todos os 27 países membros.
- Eu fico imaginando sempre a França depois de ser destruída pela Alemanha, ou seja, é exatamente 50 anos depois que França e Alemanha se juntam para construir a unidade da União Européia, que está dando certo. E que nós aqui poderemos fazer mais e poderemos fazer melhor - afirmou o presidente em seu programa semanal de rádio.
O governo brasileiro é favorável também à conquista de moeda única e um banco central único para os países Sul-Americanos. Lula defendeu o fortalecimento dos países "mais frágeis" do grupo:
- Nós precisamos investir na Bolívia, nós precisamos fortalecer o Paraguai, o Uruguai, a Bolívia, que são os países economicamente mais frágeis. Nós temos obrigação de ajudá-los.
(*) Fonte: Radio do Moreno
O Brasil que prima pela pobreza, com 11 milhões famílias (da Bolsa) em miséria absoluta, um índice de analfabetismo, um criminoso de sistema de saúde e um desemprego assustador, propor-se a ajudar outras países, com pretende Lula, e sinal de flagrante insanidade" (G.S.)O presidente Lula rebateu hoje as críticas à criação da Unasul, União Sul-Americana de Nações, assinada no final da semana passada em Brasília. A opinião do presidente é que o acordo é prova da mudança na compreensão de que "juntos nós poderemos ser muito mais fortes e soberanos".
Lula comparou a Unasul à União Européia, que conta com moeda única, parlamento unificado e já há alguns anos tenta aprovar a Constituição Européia, com leis que valeriam para todos os 27 países membros.
- Eu fico imaginando sempre a França depois de ser destruída pela Alemanha, ou seja, é exatamente 50 anos depois que França e Alemanha se juntam para construir a unidade da União Européia, que está dando certo. E que nós aqui poderemos fazer mais e poderemos fazer melhor - afirmou o presidente em seu programa semanal de rádio.
O governo brasileiro é favorável também à conquista de moeda única e um banco central único para os países Sul-Americanos. Lula defendeu o fortalecimento dos países "mais frágeis" do grupo:
- Nós precisamos investir na Bolívia, nós precisamos fortalecer o Paraguai, o Uruguai, a Bolívia, que são os países economicamente mais frágeis. Nós temos obrigação de ajudá-los.
(*) Fonte: Radio do Moreno
Negócio em Família
"Dilma fez do PAC o fanal de realizações como ministra. A fora este, que é uma desabrida falácia, sua administração carece de lisura, abunda nas mentiras e provoca escândalos. Ontem, no programa do humorista Jô Soares, seguiu uma diretriz que a levou ao perigoso caminho da galhofa, ao fazer um tipo de arvore ginelógica da criação do ridículo, paralítico e rimbombante programa." (G.S.)
Pela primeira vez, a ministra chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, admitiu ser a mãe do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Em entrevista ao apresentador Jô Soares, nesta segunda-feira, em programa que pode ir ao ar ainda esta noite, Dilma afirmou que quando o PAC nasceu o objetivo era que o Brasil crescesse e solucionasse os gargalos de infra-estrutura. Dilma vem sendo apresentada como mãe do PAC pelo próprio presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante anúncio das obras pelo país.
- Muitos eram céticos, não acreditavam que fossem ser investidos R$ 500 bilhões no período. Em que pese eu ser uma 'mãe cuidadosa', o PAC está tendo sucesso por ter uma família grande: tios, primos, primas, avós, e todos muito zelosos. Quem são eles? São os ministros das áreas, Cidades, das Minas e Energia, vários ministros, mas também são os governadores e os prefeitos - afirmou.
Texto de Apoio: Fabiana Parajara
Pela primeira vez, a ministra chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, admitiu ser a mãe do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC). Em entrevista ao apresentador Jô Soares, nesta segunda-feira, em programa que pode ir ao ar ainda esta noite, Dilma afirmou que quando o PAC nasceu o objetivo era que o Brasil crescesse e solucionasse os gargalos de infra-estrutura. Dilma vem sendo apresentada como mãe do PAC pelo próprio presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, durante anúncio das obras pelo país.- Muitos eram céticos, não acreditavam que fossem ser investidos R$ 500 bilhões no período. Em que pese eu ser uma 'mãe cuidadosa', o PAC está tendo sucesso por ter uma família grande: tios, primos, primas, avós, e todos muito zelosos. Quem são eles? São os ministros das áreas, Cidades, das Minas e Energia, vários ministros, mas também são os governadores e os prefeitos - afirmou.
Texto de Apoio: Fabiana Parajara
Esperto que se faz de bobo
"Guido Mantega (foto) parecia somente um tolo incompetente, um ministro para o presidente Lula desafrogar suas contrariedade e assim tentar dar uma satisfação, de tudo que vai mal em seu governo, mas a Operação Santa Tereza da Polícia Federal fez ver algo bem diferente. A honestidade do ministro da Fazenda deixa desejar.De escândalo em escândalo, pode-se ver que não existem honesto neste governo. Urge uma providência enérgica."(Giulio Sanmartini)
Levantando apenas levantando apenas parte do véu das irregularidades existentes no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). No governo Lula, a corrupção começou na gestão de Guido Mantega, que revogou uma medida moralizadora tomada por seu antecessor Carlos Lessa e voltou a pagar comissão de 4% aos grandes bancos, por intermediação em operações acima de R$ 10 milhões.
Lessa eliminara o pagamento dessas vultosas comissões porque os financiamentos acima de R$ 10 milhões somente são concedidos a grandes empresas, que têm de demonstrar total capacidade de pagamento. A inadimplência dessas operações é próxima de zero, praticamente não há risco.
Nas operações abaixo de R$ 10 milhões, os bancos comerciais entram como intermediadores, mas o risco é deles. Se o cliente não pagar o financiamento, o banco intermediador tem de fazê-lo. E se o banco falir, o cliente passa a pagar diretamente ao BNDES, como no caso do Banco Santos.
Mantega, generosamente, restabeleceu as comissões dos bancos nas macrooperações sem risco, que concentram a grande maioria dos financiamentos do BNDES. Com isso, o BNDES passou a ter prejuízo de 4% em cada uma de suas operações para a Petrobras, Vale, Volks, Scania etc.
Assim, somente nos últimos três anos, o BNDES já perdeu muitos bilhões de reais com o pagamento dessas condições indevidas. Agora, com a Operação Santa Tereza surgem outros episódios de corrupção. No caso do empréstimo à prefeitura de Praia Grande (SP), o financiamento não foi de R$ 124 milhões, que já seria um total estarrecedor, em relação à capacidade de pagamento pela Prefeitura. O total chegou a R$ 155 milhões.
Foram R$ 124 milhões na operação principal, para "obras de drenagem, saneamento ambiental, além da recuperação e revitalização de áreas degradadas". Outros R$ 31 milhões foram destinados a diferentes projetos urbanos.
Por mais que o presidente Luciano Coutinho afirme que a operação foi regular, jamais conseguirá explicar por que destinou R$ 155 milhões à Prefeitura de Praia Grande o equivalente a 35% das receitas anuais do município, e para uma obra a ser feita por empreiteiras que financiam as campanhas eleitorais do prefeito Alberto Pereira Mourão (PSDB).
Nenhum banco jamais emprestaria recursos que equivalem a 35% da receita anual do tomador. Mal comparando, seria como se o BNDES repentinamente agraciasse a Prefeitura do Rio com um empréstimo de R$ 3,5 bilhões. Haveria um escândalo nacional, porque não há condições de tal empréstimo ser quitado pelas administrações futuras.
Nas operações abaixo de R$ 10 milhões, os bancos comerciais entram como intermediadores, mas o risco é deles. Se o cliente não pagar o financiamento, o banco intermediador tem de fazê-lo. E se o banco falir, o cliente passa a pagar diretamente ao BNDES, como no caso do Banco Santos.
Mantega, generosamente, restabeleceu as comissões dos bancos nas macrooperações sem risco, que concentram a grande maioria dos financiamentos do BNDES. Com isso, o BNDES passou a ter prejuízo de 4% em cada uma de suas operações para a Petrobras, Vale, Volks, Scania etc.
Assim, somente nos últimos três anos, o BNDES já perdeu muitos bilhões de reais com o pagamento dessas condições indevidas. Agora, com a Operação Santa Tereza surgem outros episódios de corrupção. No caso do empréstimo à prefeitura de Praia Grande (SP), o financiamento não foi de R$ 124 milhões, que já seria um total estarrecedor, em relação à capacidade de pagamento pela Prefeitura. O total chegou a R$ 155 milhões.
Foram R$ 124 milhões na operação principal, para "obras de drenagem, saneamento ambiental, além da recuperação e revitalização de áreas degradadas". Outros R$ 31 milhões foram destinados a diferentes projetos urbanos.
Por mais que o presidente Luciano Coutinho afirme que a operação foi regular, jamais conseguirá explicar por que destinou R$ 155 milhões à Prefeitura de Praia Grande o equivalente a 35% das receitas anuais do município, e para uma obra a ser feita por empreiteiras que financiam as campanhas eleitorais do prefeito Alberto Pereira Mourão (PSDB).
Nenhum banco jamais emprestaria recursos que equivalem a 35% da receita anual do tomador. Mal comparando, seria como se o BNDES repentinamente agraciasse a Prefeitura do Rio com um empréstimo de R$ 3,5 bilhões. Haveria um escândalo nacional, porque não há condições de tal empréstimo ser quitado pelas administrações futuras.
Lula, o grande irmão
Por Carlos ChagasAo assumir o primeiro mandato, mesmo sem ter lido o fenomenal "1984", de George Orwell, (foto) o presidente Lula decidiu copiar parte do singular modelo de governar exposto no texto.
Porque, pelo livro, aliás, escrito em 1937, os donos do poder ditatorial no mundo inteiro utilizavam o artifício de "duplipensar". Traduzindo: os povos, todos escravizados, deveriam acostumar-se a viver sabendo que amor era ódio, paz era guerra, preto era branco. E assim por diante.
O nosso "Grande Irmão" do lado de cá do mundo aprimorou a controversa estratégia. Não apenas passou a "duplipensar", como inaugurou o "dupligovernar".
Nos principais setores de atuação do governo, o Lula sobrepôs e continua até hoje aplicando conceitos, programas e personagens, uns contra os outros. Começou na política externa. O ministro de Relações Exteriores era e ainda é o embaixador Celso Amorin, mas, no Palácio do Planalto, a política externa era e ainda é conduzida pelo assessor especial, Marco Aurélio Garcia.
Não raro conflitam-se as metas de lá e de cá, como se confundem os interlocutores internacionais do Brasil. Mas teve e tem mais, porque o então chefe da Casa Civil, José Dirceu, despachou-se por meio mundo, celebrando acordos, acalmando credores e expondo uma terceira face da política externa brasileira.
Catapultado, Dirceu foi substituído pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, que também percorre os vários continentes, exercendo funções que dentro da racionalidade seriam do Itamaraty.
Mas tem mais. Na política econômica, registraram-se desde o início o "duplipensar" e o "dupligovernar". Mandava Antônio Palocci, na Fazenda, ou mandava Henrique Meirelles, no Banco Central? Hoje, em vez de Palocci, entrou em campo Guido Mantega, mas a dualidade é a mesma. Luiz Furlan, no Desenvolvimento Industrial, como agora Miguel Jorge, parecem pilotos de um avião proibido de aterrissar, mesmo com o combustível esgotado.
No Meio Ambiente, outro video-tape dessa estranha maneira de governar. Com Marina Silva, até pouco, e agora com Carlos Minc, a política ambiental fugiu do respectivo ministério. O leme encontra-se disputado por Mangabeira Unger, Reinhold Stephanes e até pelo governador Blairo Maggi, de Mato Grosso, cada qual buscando a sua praia. Trata-se de uma sopa de letrinhas em alfabetos diversos, do latino ao árabe. Não dá para formar palavra alguma, quanto mais uma frase.
Os exemplos repetem-se todos os dias. Quem coordena e dirige a reforma agrária? O ministro da pasta, Guilherme Cassel, o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, ou o ministro da Justiça, Tarso Genro?
Numa palavra, o "Grande Irmão" a todos confunde e a todos controla. Talvez por isso seja tão popular e, quem sabe algum dia, entre lágrimas, venhamos a reconhecer: amamos o "Grande Irmão"...
Catapultado, Dirceu foi substituído pelo ministro da Defesa, Nelson Jobim, que também percorre os vários continentes, exercendo funções que dentro da racionalidade seriam do Itamaraty.
Mas tem mais. Na política econômica, registraram-se desde o início o "duplipensar" e o "dupligovernar". Mandava Antônio Palocci, na Fazenda, ou mandava Henrique Meirelles, no Banco Central? Hoje, em vez de Palocci, entrou em campo Guido Mantega, mas a dualidade é a mesma. Luiz Furlan, no Desenvolvimento Industrial, como agora Miguel Jorge, parecem pilotos de um avião proibido de aterrissar, mesmo com o combustível esgotado.
No Meio Ambiente, outro video-tape dessa estranha maneira de governar. Com Marina Silva, até pouco, e agora com Carlos Minc, a política ambiental fugiu do respectivo ministério. O leme encontra-se disputado por Mangabeira Unger, Reinhold Stephanes e até pelo governador Blairo Maggi, de Mato Grosso, cada qual buscando a sua praia. Trata-se de uma sopa de letrinhas em alfabetos diversos, do latino ao árabe. Não dá para formar palavra alguma, quanto mais uma frase.
Os exemplos repetem-se todos os dias. Quem coordena e dirige a reforma agrária? O ministro da pasta, Guilherme Cassel, o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, ou o ministro da Justiça, Tarso Genro?
Numa palavra, o "Grande Irmão" a todos confunde e a todos controla. Talvez por isso seja tão popular e, quem sabe algum dia, entre lágrimas, venhamos a reconhecer: amamos o "Grande Irmão"...
Sem punições escândalo Renan completa um ano
Por Chico Bruno
Os leitores do Estadão tiveram a memória refrescada pelo repórter Guilherme Scarance sobre um assunto que ocupou a imprensa em 2007, mas que agora está totalmente apagado das mentes brasileiras.
É que no domingo, 25, fez exatamente um ano do escândalo envolvendo o senador Renan calheiros (PMDB-AL) e sua amante a jornalista Mônica Veloso.
Um caso rumoroso que ocupou a mídia durante meses a fio de 2007, que custou seis representações por quebra de decoro, cinco arquivadas e uma nunca levada ao Conselho de Ética e um inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em agosto de 2007, que tramita em segredo de Justiça que ainda não teve decolou. Teve estar adormecido em alguma gaveta da PGR.
Os leitores do Estadão tiveram a memória refrescada pelo repórter Guilherme Scarance sobre um assunto que ocupou a imprensa em 2007, mas que agora está totalmente apagado das mentes brasileiras.
É que no domingo, 25, fez exatamente um ano do escândalo envolvendo o senador Renan calheiros (PMDB-AL) e sua amante a jornalista Mônica Veloso.
Um caso rumoroso que ocupou a mídia durante meses a fio de 2007, que custou seis representações por quebra de decoro, cinco arquivadas e uma nunca levada ao Conselho de Ética e um inquérito aberto pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em agosto de 2007, que tramita em segredo de Justiça que ainda não teve decolou. Teve estar adormecido em alguma gaveta da PGR.
Segundo Scarance, “em 25 de maio de 2007, veio às bancas a revista Veja com a denúncia de que o cacique alagoano - então um político influente, com acesso fácil ao Palácio do Planalto - tinha contas pessoais pagas por um lobista da empresa Mendes Júnior. Até a pensão de uma filha fora do casamento, com a jornalista Mônica Veloso, seria custeada pelo amigo. O senador negou, mas a artilharia se seguiu nos meses seguintes, após a confirmação de tudo por Mônica. Ao todo, Renan virou alvo de seis acusações: 1) ter contas pagas pela Mendes Júnior; 2) atuar em favor da Schincariol na Receita Federal e no INSS; 3) uso de laranjas na compra de duas rádios e um jornal; 4) arrecadação em ministérios do PMDB; 5) espionagem de dois senadores da oposição em Goiás; 6) autoria de emenda que destinou R$ 280 mil à empresa fantasma de ex-assessor.”
Orientado pelos caciques políticos José Sarney (PMDB-AP) e Jader Barbalho (PMDB-PA), Renan renunciou a presidência do Senado, foi absolvido de duas acusações pelo plenário da Casa e as demais foram desconsideradas.
Em sua reportagem, Scarence arremata:
“Restou apenas o inquérito policial número 2.593, aberto em 6 de agosto pelo STF, a pedido do procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza. A Polícia Federal levantou suspeitas sobre o patrimônio de Renan e ele teve o sigilo bancário e fiscal quebrado. A investigação, com 28 volumes, ainda não foi remetida pelo procurador-geral ao relator do caso no STF, Ricardo Lewandowski”.
Como sempre, os figurões da República conseguem empurrar para debaixo dos tapetes do Judiciário os seus mal feitos.
E assim segue a impunidade no Brasil, servindo de exemplo para que corrupção aos cofres públicos continue desviando os recursos dos nossos impostos, taxas e contribuições.
Orientado pelos caciques políticos José Sarney (PMDB-AP) e Jader Barbalho (PMDB-PA), Renan renunciou a presidência do Senado, foi absolvido de duas acusações pelo plenário da Casa e as demais foram desconsideradas.
Em sua reportagem, Scarence arremata:
“Restou apenas o inquérito policial número 2.593, aberto em 6 de agosto pelo STF, a pedido do procurador-geral da República, Antonio Fernando de Souza. A Polícia Federal levantou suspeitas sobre o patrimônio de Renan e ele teve o sigilo bancário e fiscal quebrado. A investigação, com 28 volumes, ainda não foi remetida pelo procurador-geral ao relator do caso no STF, Ricardo Lewandowski”.
Como sempre, os figurões da República conseguem empurrar para debaixo dos tapetes do Judiciário os seus mal feitos.
E assim segue a impunidade no Brasil, servindo de exemplo para que corrupção aos cofres públicos continue desviando os recursos dos nossos impostos, taxas e contribuições.
No coração do Nordeste
Por Laurence Bittencourt LeiteUm dia depois que meu amigo e uma das melhores cabeças dessa terra chamada Natal, Adauto Medeiros, escrever artigo em um dos jornais locais (aqui em Natal), mostrando a farsa e o absurdo com que alguns dirigentes da Petrobrás, em especial o diretor de exploração do órgão, Guilherme Estrela,
ainda insistem em falar em reestatizar totalmente a Petrobrás, o diretor geral da Agencia Nacional de Petróleo (ANP), Haroldo Lima (foto), ligado, percebam, ao PCdoB, afirmava na Câmara dos Deputados que se o Brasil não cumprir os planos de avaliação e desenvolvimento para o petróleo, “a auto suficiência do país pode ficar comprometida, a partir de 2010”.
Em um país como o nosso uma informação como essa, claro, cai em ouvido de mercador.
De qualquer forma é bom esperar. Mas Adauto Medeiros, que é um dos construtores reais dessa nossa cidade, dizia que mesmo com a descoberta dos novos campos de Petróleo na Bacia de Santos – Tupi e da Carioca -, era necessário continuar o processo de leilões para a exploração dos novos campos de petróleo. Leia-se “processo de leilão para a exploração do petróleo”, a continuidade da privatização nessa exploração.
Pois foi exatamente o mesmo que disse o (seria errado dizer “ex-comunista”?) o presidente da ANP, Haroldo Lima, chegando ao ponto de dizer que o governo não poderia parar com as licitações (repito, leia-se privatização), sob pena de andarmos para trás. Como esclarecimento basta dizer que em 1995 os estados e municípios do Nordeste receberam de royalties 40 milhões de reais. A partir de 1996 com a quebra do monopólio esses números subiram para mais de 1 bilhão de reais. Diante desses dados, é que Lima criticou duramente a demora do governo na liberação dos leilões. Havia um leilão marcado para o inicio do ano, mas o governo simplesmente adiou, sem remarcar uma nova data.
A idéia, claro, por trás dos leilões é aumentar a produtividade na extração de petróleo no país, e isso só vem sendo feito através da iniciativa privada com a quebra do monopólio. Era isso que Adauto falava, e foi isso que o dirigente do PCdoB alertou. Claro, que esse é um assunto tão árido que é impossível imaginar o povão sabendo dessas coisas. Mas o povão não sabe nem tem interesse sequer pela corrida municipal (mais de 70% da população não tem a menor idéia de quem seja os candidatos ou mesmo de que vá haver eleições esse ano) quanto mais saber algo sobre um assunto voltado para especialistas. Mas os nossos problemas não residem na massa e sim nas chamadas elites políticas e econômicas.
Produtividade, aumento no salário real, só se faz com geração de emprego, que só ocorre pela iniciativa privada. O exemplo maior continua sendo o Nordeste. A coisa é tão acintosa que basta pensarmos no Bolsa família, que segundo o jornal Tribuna do Norte deste final de semana, já atinge 33,5% das famílias do nosso Estado. É um percentual imenso. É nessa ajuda que o PT faz maioria nos votos. Mas a idéia por trás do programa (que diga-se não foi do PT) não se sustenta como um projeto socialista ou comunista. Traduzindo: sem a produtividade capitalista não se pode transferir impostos, que é o que o Bolsa família faz. É preciso, portanto, que haja produtividade privada para que possa ser possível transferir (não distribuir que é outra coisa) impostos. A derrocada de todos os países comunistas foi porque depois da tomada de poder, faltou aqueles que sabem e querem produzir. Sem isso o regime faliu. Por isso que no Brasil o Bolsa família se sustenta. É dialético.
Só para se ter uma idéia ainda maior da nossa aridez, este ano o país (leia-se o setor agrícola) irá produzir 140 milhões de toneladas. No entanto, este mesmo setor para conseguir produzir este montante e colocar comida na mesa de todos nós, terá uma divida de 70 bilhões de reais. Percebam: 70 bilhões de reais. Enquanto isso, o governo deu a fundo perdido ao MST e ao Programa Nacional de Agricultura Familiar, 73 bilhões de reais, que não foram usados para produzir um grão de feijão segundo dados recentes, do jornal “O Globo”, extraídos de fontes do próprio governo.
Sem a produtividade privada nem a Petrobrás seria a mesma, como o governo não teria impostos para manter o Bolsa família e consequentemente ter sua popularidade em alta. O resto é puro populismo e discurso para inglês ver. Ou para o Nordeste ver.
Pois foi exatamente o mesmo que disse o (seria errado dizer “ex-comunista”?) o presidente da ANP, Haroldo Lima, chegando ao ponto de dizer que o governo não poderia parar com as licitações (repito, leia-se privatização), sob pena de andarmos para trás. Como esclarecimento basta dizer que em 1995 os estados e municípios do Nordeste receberam de royalties 40 milhões de reais. A partir de 1996 com a quebra do monopólio esses números subiram para mais de 1 bilhão de reais. Diante desses dados, é que Lima criticou duramente a demora do governo na liberação dos leilões. Havia um leilão marcado para o inicio do ano, mas o governo simplesmente adiou, sem remarcar uma nova data.
A idéia, claro, por trás dos leilões é aumentar a produtividade na extração de petróleo no país, e isso só vem sendo feito através da iniciativa privada com a quebra do monopólio. Era isso que Adauto falava, e foi isso que o dirigente do PCdoB alertou. Claro, que esse é um assunto tão árido que é impossível imaginar o povão sabendo dessas coisas. Mas o povão não sabe nem tem interesse sequer pela corrida municipal (mais de 70% da população não tem a menor idéia de quem seja os candidatos ou mesmo de que vá haver eleições esse ano) quanto mais saber algo sobre um assunto voltado para especialistas. Mas os nossos problemas não residem na massa e sim nas chamadas elites políticas e econômicas.
Produtividade, aumento no salário real, só se faz com geração de emprego, que só ocorre pela iniciativa privada. O exemplo maior continua sendo o Nordeste. A coisa é tão acintosa que basta pensarmos no Bolsa família, que segundo o jornal Tribuna do Norte deste final de semana, já atinge 33,5% das famílias do nosso Estado. É um percentual imenso. É nessa ajuda que o PT faz maioria nos votos. Mas a idéia por trás do programa (que diga-se não foi do PT) não se sustenta como um projeto socialista ou comunista. Traduzindo: sem a produtividade capitalista não se pode transferir impostos, que é o que o Bolsa família faz. É preciso, portanto, que haja produtividade privada para que possa ser possível transferir (não distribuir que é outra coisa) impostos. A derrocada de todos os países comunistas foi porque depois da tomada de poder, faltou aqueles que sabem e querem produzir. Sem isso o regime faliu. Por isso que no Brasil o Bolsa família se sustenta. É dialético.
Só para se ter uma idéia ainda maior da nossa aridez, este ano o país (leia-se o setor agrícola) irá produzir 140 milhões de toneladas. No entanto, este mesmo setor para conseguir produzir este montante e colocar comida na mesa de todos nós, terá uma divida de 70 bilhões de reais. Percebam: 70 bilhões de reais. Enquanto isso, o governo deu a fundo perdido ao MST e ao Programa Nacional de Agricultura Familiar, 73 bilhões de reais, que não foram usados para produzir um grão de feijão segundo dados recentes, do jornal “O Globo”, extraídos de fontes do próprio governo.
Sem a produtividade privada nem a Petrobrás seria a mesma, como o governo não teria impostos para manter o Bolsa família e consequentemente ter sua popularidade em alta. O resto é puro populismo e discurso para inglês ver. Ou para o Nordeste ver.
O melhor negócio do país é doar dinheiro para o PT
Por Fernanda Odilla, Ranier Bragon e Letícia Sander
Parte das 20 empresas que mais doaram dinheiro ao PT em 2007 recebeu no segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pagamentos do governo federal que totalizam ao menos 54 vezes o valor repassado ao partido.
Numa reportagem a Folha de São Paulo informa, que a contabilidade do PT entregue no último dia 30 ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) registra R$ 8,7 milhões em doações feitas por 20 empresas em 2007.
O Portal da Transparência do governo (www.transparencia.gov.br) mostra que oito das 20 doadoras receberam do governo, diretamente ou por meio de empresas do mesmo grupo, um total de ao menos R$ 473 milhões em 2007 e 2008.
A empreiteira Andrade Gutierrez foi a maior doadora do PT em 2007, com R$ 1,5 milhão --ela consta como beneficiária de R$ 45 milhões desde 2007.
As empresas doadoras do PT que se dispuseram a falar aos jornalistas disseram que ou simplesmente atenderam ao pedido de doação, ou são tradicionalmente colaboradoras de partidos.
Parte das 20 empresas que mais doaram dinheiro ao PT em 2007 recebeu no segundo mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pagamentos do governo federal que totalizam ao menos 54 vezes o valor repassado ao partido.Numa reportagem a Folha de São Paulo informa, que a contabilidade do PT entregue no último dia 30 ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) registra R$ 8,7 milhões em doações feitas por 20 empresas em 2007.
O Portal da Transparência do governo (www.transparencia.gov.br) mostra que oito das 20 doadoras receberam do governo, diretamente ou por meio de empresas do mesmo grupo, um total de ao menos R$ 473 milhões em 2007 e 2008.
A empreiteira Andrade Gutierrez foi a maior doadora do PT em 2007, com R$ 1,5 milhão --ela consta como beneficiária de R$ 45 milhões desde 2007.
As empresas doadoras do PT que se dispuseram a falar aos jornalistas disseram que ou simplesmente atenderam ao pedido de doação, ou são tradicionalmente colaboradoras de partidos.
Mais uma pizza vai sair do forno
O sub-relator de sistematização da CPI dos Cartões Corporativos, deputado (PSDB-SP) Carlos Sampaio (foto), protocolou nesta segunda-feira, 26, uma representação no Ministério Público Federal contra a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, por improbidade administrativa, segundo a assessoria do tucano. Sampaio também representou contra outras 15 pessoas, incluindo a assessora e braço direito da ministra, Erenice Guerra, acusada de elaborar o dossiê FHC.Se a procuradoria entender como pertinente a representação, pedirá abertura de ação na Justiça Federal contra os citados, pois não há foro privilegiado para autoridades em processos de improbidade administrativa. A ação pode resultar em pagamento de multa e na inelegibilidade dos citados, em caso de condenação.
A batata do Paulinho já está assada
A Justiça Federal em São Paulo começou a ouvir na tarde desta quarta-feira, 26, os primeiros depoimentos dos acusados de participar de um esquema de fraudes em empréstimos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social ( BNDES).
Segundo a assessoria do órgão, o primeiro a ser ouvido é o ex-conselheiro do BNDES e ex-assessor do deputado federal, Paulinho da Força (PDT-SP) João Pedro de Moura, acusado de utilizar sua influência no banco para conseguir a liberação de empréstimos para prefeituras e empresas. O depoimento de Moura começou às 15h55.
A Polícia Federal investiga desvios de recursos na chamada Operação Santa Tereza, que aponta Paulinho como um dos envolvidos nas fraudes e Moura, como o "chefe" da quadrilha.
Ainda nesta segunda, devem depor outros três dos 13 indiciados pelo Ministério Público Federal. Ainda devem ser ouvidos Marcos Mantovani, Celso Murad e José Carlos Guerreiro. A Justiça também previa interrogar Manoel Fernandes de Bastos Filho, mas o réu, único foragido, não compareceu ao tribunal.
O processo corre sob sigilo e os depoimentos estão sendo realizados a portas fechadas.

Segundo a assessoria do órgão, o primeiro a ser ouvido é o ex-conselheiro do BNDES e ex-assessor do deputado federal, Paulinho da Força (PDT-SP) João Pedro de Moura, acusado de utilizar sua influência no banco para conseguir a liberação de empréstimos para prefeituras e empresas. O depoimento de Moura começou às 15h55.
A Polícia Federal investiga desvios de recursos na chamada Operação Santa Tereza, que aponta Paulinho como um dos envolvidos nas fraudes e Moura, como o "chefe" da quadrilha.
Ainda nesta segunda, devem depor outros três dos 13 indiciados pelo Ministério Público Federal. Ainda devem ser ouvidos Marcos Mantovani, Celso Murad e José Carlos Guerreiro. A Justiça também previa interrogar Manoel Fernandes de Bastos Filho, mas o réu, único foragido, não compareceu ao tribunal.
O processo corre sob sigilo e os depoimentos estão sendo realizados a portas fechadas.
A questão fundiária em números
Por Denis Lerrer Rosenfield, professor de Filosofia na UFRGS.No emaranhado do debate político atual sobre as questões fundiárias, fica muitas vezes difícil discernir o que está verdadeiramente em jogo, tal é o afã de alguns em ocultar a realidade. A percepção, de tão afastada desta, pode vir a fabular um mundo em que o País seria um imenso latifúndio, ocupado por proprietários inescrupulosos.
Cria-se, assim, um novo mundo particularmente propício à fragilização da propriedade privada, onde os títulos não valem mais e a própria Constituição é rasgada.
Alguns poucos, com projetos políticos próprios, travestidos da bandeira de uma suposta "justiça social", se arvoram em intérpretes da Lei Maior, como se o Poder Judiciário e o Supremo Tribunal Federal não devessem ser respeitados. Assim, a propriedade entra num ciclo perverso de relativização, no qual questões indígenas, sociais e outras ganham a cena principal. Elas são freqüentemente instrumentalizadas por ditos movimentos sociais, verdadeiras organizações políticas que têm como objetivo banir a economia de mercado e o Estado de Direito.
Vejamos os números da distribuição agrária brasileira, referentes a 2007. As culturas temporárias, de ciclo anual - feijão, milho, soja, trigo, arroz e algodão, por exemplo -, ocupam 55 milhões de hectares, perfazendo 6,4% do total. As culturas permanentes, de ciclo mais longo - café, cítricos e frutíferos -, 17 milhões de hectares, 2% do total. As florestas plantadas constituem 5 milhões de hectares, 0,6%. As três, juntas, somam 77 milhões de hectares, ou seja, 9% do total.
Os assentamentos rurais, por sua vez, perfazem sozinhos - repito: sozinhos! - 77 milhões de hectares, ou seja, os mesmos 9% do total. A coincidência parece cabalística, mas é a pura realidade. Atentem para o fato central: os assentamentos equivalem a toda a área de culturas temporárias, permanentes e de florestas, no Brasil. E, no entanto, estas são objeto de invasões constantes, como se o País devesse tornar-se um grande assentamento.
A propriedade privada rural, pequena, média e grande, produz a cesta básica do brasileiro, sendo a fonte de fatia expressiva das exportações brasileiras, gerando o superávit da balança comercial e, sobretudo, empregos, salário, renda e investimentos. Ela se constitui num dos setores mais dinâmicos da economia nacional e, contudo, é objeto de questionamentos constantes, vivendo de insegurança jurídica, como se fosse a responsável por todos os males do campo brasileiro, como se aquilo que comêssemos não fosse objeto do seu trabalho.
Os assentamentos, por sua vez, são de produtividade desconhecida, estudiosos não podem ir lá dentro fazer uma pesquisa isenta, o controle político é total e se encontram numa situação de dependência do governo. Vivem de cestas básicas e não são emancipados - e a emancipação é o que poderia tornar os assentados verdadeiros proprietários, senhores do seu nariz, comprando e vendendo, sem se subordinarem a organizações políticas que os controlam e dizem representá-los. Recursos públicos significativos são canalizados para esses assentamentos e para a reprodução financeira dessas organizações políticas ditas movimentos sociais. Todos vivem do dinheiro do contribuinte!
Vejam a questão das florestas plantadas, fundamentalmente eucaliptos e pinus. Elas correspondem a meros 0,6%, 5 milhões de hectares, e são, todavia, apresentadas como as grandes vilãs do meio ambiente, sendo destruídas, em invasões, com requintes de violência. Os produtos florestais respondem por 15,1% das exportações do agronegócio, ocupando a terceira posição depois do complexo soja e das carnes. A produtividade e o ganho nacional são imensos num setor que se deve defender de invasões que ameaçam a sua existência. Se quiséssemos, ainda, fazer outra comparação, assinalaríamos que as áreas de conservação federal e estaduais ocupam 176 milhões de hectares, isto é, 20,7% do total.
Tornou-se moda dizer que as áreas indígenas são insuficientes, havendo movimentos para ampliá-las constantemente, como se o limite fosse todo o território nacional. Atualmente, elas ocupam 107 milhões de hectares, mais, portanto, do que toda a área de lavouras temporárias, permanentes e de florestas. Sozinhas, elas englobam boa parte do território, equivalente a vários países europeus juntos, para uma pequena população. Dizer que os indígenas não possuem territórios suficientes é um evidente contra-senso, a não ser que o projeto político em questão consista em não considerá-los brasileiros, formando diferentes "nações" que se contraporiam à Nação brasileira. Em todo caso, já teriam uma imensa área. Faltaria somente a demarcação contínua!
Para se ter uma idéia mais precisa do que esta área significa, todas as áreas de pastagem, que respondem pela carne brasileira, principalmente bovina, correspondem a 172 milhões de hectares, 20,2 % do total. De lá provêm as carnes, itens essenciais da alimentação dos brasileiros. Na pauta do agronegócio, as carnes ocupam a segunda posição, com 19,3% do total exportado. Terras do governo e de outros usos, por sua vez, constituem 171 milhões de hectares, isto é, 20,1% do total. Praticamente se equivalem, com a diferença de que ao agronegócio, no caso, a pecuária, seria atribuída a responsabilidade de todos os males da sociedade brasileira!
A despeito do que tem sido dito, a extrema competitividade do agronegócio não se deve ao aumento significativo das terras plantadas e cultivadas, mas a um aumento estupendo da produtividade, graças à pesquisa e à incorporação de novas tecnologias. Por exemplo, a área de grãos cresceu 21%, alcançando 46,7 milhões de hectares, de 1991-1992 a 2007-2008, enquanto a produtividade, no mesmo período, foi de 104%. Eis os números que correspondem à realidade e, se mais bem conhecidos, fariam os cidadãos brasileiros se tornarem mais imunes aos cantos de sereia dos que querem supostamente abolir o latifúndio. Aliás, qual?
Os assentamentos rurais, por sua vez, perfazem sozinhos - repito: sozinhos! - 77 milhões de hectares, ou seja, os mesmos 9% do total. A coincidência parece cabalística, mas é a pura realidade. Atentem para o fato central: os assentamentos equivalem a toda a área de culturas temporárias, permanentes e de florestas, no Brasil. E, no entanto, estas são objeto de invasões constantes, como se o País devesse tornar-se um grande assentamento.
A propriedade privada rural, pequena, média e grande, produz a cesta básica do brasileiro, sendo a fonte de fatia expressiva das exportações brasileiras, gerando o superávit da balança comercial e, sobretudo, empregos, salário, renda e investimentos. Ela se constitui num dos setores mais dinâmicos da economia nacional e, contudo, é objeto de questionamentos constantes, vivendo de insegurança jurídica, como se fosse a responsável por todos os males do campo brasileiro, como se aquilo que comêssemos não fosse objeto do seu trabalho.
Os assentamentos, por sua vez, são de produtividade desconhecida, estudiosos não podem ir lá dentro fazer uma pesquisa isenta, o controle político é total e se encontram numa situação de dependência do governo. Vivem de cestas básicas e não são emancipados - e a emancipação é o que poderia tornar os assentados verdadeiros proprietários, senhores do seu nariz, comprando e vendendo, sem se subordinarem a organizações políticas que os controlam e dizem representá-los. Recursos públicos significativos são canalizados para esses assentamentos e para a reprodução financeira dessas organizações políticas ditas movimentos sociais. Todos vivem do dinheiro do contribuinte!
Vejam a questão das florestas plantadas, fundamentalmente eucaliptos e pinus. Elas correspondem a meros 0,6%, 5 milhões de hectares, e são, todavia, apresentadas como as grandes vilãs do meio ambiente, sendo destruídas, em invasões, com requintes de violência. Os produtos florestais respondem por 15,1% das exportações do agronegócio, ocupando a terceira posição depois do complexo soja e das carnes. A produtividade e o ganho nacional são imensos num setor que se deve defender de invasões que ameaçam a sua existência. Se quiséssemos, ainda, fazer outra comparação, assinalaríamos que as áreas de conservação federal e estaduais ocupam 176 milhões de hectares, isto é, 20,7% do total.
Tornou-se moda dizer que as áreas indígenas são insuficientes, havendo movimentos para ampliá-las constantemente, como se o limite fosse todo o território nacional. Atualmente, elas ocupam 107 milhões de hectares, mais, portanto, do que toda a área de lavouras temporárias, permanentes e de florestas. Sozinhas, elas englobam boa parte do território, equivalente a vários países europeus juntos, para uma pequena população. Dizer que os indígenas não possuem territórios suficientes é um evidente contra-senso, a não ser que o projeto político em questão consista em não considerá-los brasileiros, formando diferentes "nações" que se contraporiam à Nação brasileira. Em todo caso, já teriam uma imensa área. Faltaria somente a demarcação contínua!
Para se ter uma idéia mais precisa do que esta área significa, todas as áreas de pastagem, que respondem pela carne brasileira, principalmente bovina, correspondem a 172 milhões de hectares, 20,2 % do total. De lá provêm as carnes, itens essenciais da alimentação dos brasileiros. Na pauta do agronegócio, as carnes ocupam a segunda posição, com 19,3% do total exportado. Terras do governo e de outros usos, por sua vez, constituem 171 milhões de hectares, isto é, 20,1% do total. Praticamente se equivalem, com a diferença de que ao agronegócio, no caso, a pecuária, seria atribuída a responsabilidade de todos os males da sociedade brasileira!
A despeito do que tem sido dito, a extrema competitividade do agronegócio não se deve ao aumento significativo das terras plantadas e cultivadas, mas a um aumento estupendo da produtividade, graças à pesquisa e à incorporação de novas tecnologias. Por exemplo, a área de grãos cresceu 21%, alcançando 46,7 milhões de hectares, de 1991-1992 a 2007-2008, enquanto a produtividade, no mesmo período, foi de 104%. Eis os números que correspondem à realidade e, se mais bem conhecidos, fariam os cidadãos brasileiros se tornarem mais imunes aos cantos de sereia dos que querem supostamente abolir o latifúndio. Aliás, qual?
26 de mai. de 2008
Fazendo campanha com os gays e com o dinheiro do contribuinte
Todos os anos, o número de participantes do maior evento de São Paulo, a Parada do Orgulho GLBT, gera polêmica entre a Polícia Militar, a organização e os próprios participantes.Nesta 12ª edição, porém, o dado ainda é uma incógnita. "Como a gente soube que a polícia não iria calcular (o público), a gente também não calculou. Mas acredito que teve mais de 3,5 milhões de pessoas", disse Alexandre Santos, presidente da associação que organiza a Parada.
Quem compareceu à Avenida Paulista ontem não tem dúvida: o evento parecia mais lotado do que nunca. De olho no colorido mar de eleitores, três dos principais candidatos à Prefeitura de São Paulo - o prefeito Gilberto Kassab (DEM), a ministra do Turismo, Marta Suplicy (PT), e a vereadora Soninha (PPS) tentaram conquistar votos durante o evento.
Para a sexóloga Marta Suplicy a farra foi um prato cheio, presente em outras edições, chegou bem cedo, logo após o prefeito abrir o evento. Do alto do trio elétrico do Ministério do Turismo, a ministra, em ritmo de campanha, distribuiu sorrisos e beijos antes de ser ovacionada por parte do público.
Todavia, para fazer propaganda usou o trio elétrico da Ministério do Turismo, me parece que é algo ilegal e sem ética, como o Brasil transformou-se no país do vale tudo: Solta a Franga, oh Marta!
Espera-se que mais um não fique impune
"Teoricamente a intenção é boa e sincera, mostrando que se quer apurar o que aconteceu, precisa-se ver se é a realidade ou é só poeira nos olhos. Acredito em tudo salvo prova em contrário.O escândalo do vazamento de informações está sendo levado em banho Maria, mas foi armado para esconder algo muito sério, envolvendo os gastos de alguém, muito graúdo. Não pode ficar como está para ver em que dá. É hora de mudar as moscas e o material fétido que as atrai." (G.S.)
A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que apura a utilização dos cartões corporativos por membros do poder executivo, além de colocar em votação o requerimento com pedido de acareação entre o ex-secretário de Controle Interno da Casa Civil da Presidência da República José Aparecido Nunes com André Fernandes, assessor do senador Álvaro Dias (PSDB-PR), vai pedir na próxima terça-feira a convocação da diretora de Recursos Logísticos da Casa Civil, Maria de la Soledad Castilho (também conhecida como Marisol); do secretário de Administração, Norberto Timóteo; e do coordenador-geral de Execução Orçamentária e Financeira, Jairo Simão de Melo. Todos foram citados em depoimentos isolados. Segundo parlamentares que fazem parte da CPMI, sobre os três funcionários da Casa Civil da Presidência da República há a suspeita de participação na elaboração do banco de dados sobre os gastos do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso com cartões corporativos e fundos de provimento.
Aquário?
Por Fabiana Sanmartini
Venho escrevendo predominantemente sobre cães e gatos, pouca vezes sobre aves, mas neste domingo me surpreendi com a pergunta de uma amiga de minha filha: “Tia, como faço pra montar um aquário?” A menina tinha resposta exata para minha expressão de surpresa.
Informou, resolvida, que depois de muito negociar com os pais e estes insistiam na falta de espaço e tempo hábil para cuidar de um animalzinho, ela venceu a peleja quando sugeriu um pequeno aquário. Então procurarei ser prática na explicação.
Se você pretende agora começar no aquarismo, o ideal é que comece com um de água doce, por dois motivos básicos, são mais fáceis de tratar e as diversas espécies são mais baratas, desta forma, as prováveis perdas decorrentes dos erros e acertos não sairão tão caras. Você precisa também ler sobre as diversas espécies para saber quais viver bem juntas. Deve selecionar se terá peixes tropicais ou de água fria, isso é importante já que a temperatura deve ser mantida. Outra coisa, ele deve ficar longe de janelas e portas, o local escolhido deve ter luz natural e artificial sem ser direta. Depois de saber o tamanho do aquário, o melhor é que seja de tamanho intermediário, será preciso escolher o filtro. Estes podem ser internos ou externos, vai depender de quanto você pode gastar.
Venho escrevendo predominantemente sobre cães e gatos, pouca vezes sobre aves, mas neste domingo me surpreendi com a pergunta de uma amiga de minha filha: “Tia, como faço pra montar um aquário?” A menina tinha resposta exata para minha expressão de surpresa.Informou, resolvida, que depois de muito negociar com os pais e estes insistiam na falta de espaço e tempo hábil para cuidar de um animalzinho, ela venceu a peleja quando sugeriu um pequeno aquário. Então procurarei ser prática na explicação.
Se você pretende agora começar no aquarismo, o ideal é que comece com um de água doce, por dois motivos básicos, são mais fáceis de tratar e as diversas espécies são mais baratas, desta forma, as prováveis perdas decorrentes dos erros e acertos não sairão tão caras. Você precisa também ler sobre as diversas espécies para saber quais viver bem juntas. Deve selecionar se terá peixes tropicais ou de água fria, isso é importante já que a temperatura deve ser mantida. Outra coisa, ele deve ficar longe de janelas e portas, o local escolhido deve ter luz natural e artificial sem ser direta. Depois de saber o tamanho do aquário, o melhor é que seja de tamanho intermediário, será preciso escolher o filtro. Estes podem ser internos ou externos, vai depender de quanto você pode gastar.
Plantas podem ser naturais ou artificiais, cascalhos, enfeites podem e devem ser colocados, respeitando um espaço para que os peixinhos nadem. Todo que for colocado no fundo precisa ficar bem preso nos cascalhos, desta forma evitam-se quaisquer acidentes. Existem no mercado kits para estabilização da água, acidez, ph, anti cloro, e uma infinidade de outras coisas. O processo para troca da água é um artigo à parte, falaremos dele na próxima semana. Por hora, é escolher o tamanho, os acessórios e os peixinhos. Uma coisa é certa, com um aquário bem montado, você nunca mais vai assistir aos programas repetidos da TV e ainda vai ganhar momentos de relaxamento extra enquanto observa o ir e vir colorido da sua nova paixão.
Histórias de um top-top
O trecho abaixo é do Newsletter Videversus do jornalista Victor Vieira. No que se refere aos comentários sobre Marco Aurélio Top-top êle tem condições de comentar, pois nos seus tempos estudantis conheceu muito bem todos os auto-exilados de Porto Alegre, inclusive os pusilânime Marc Aurélio. (Ralph J. Hofmann)
As comunistas que são candidatas à prefeitura de Porto Alegre, as deputadas federais Manuela D’Ávila (PCdoB) e Maria do Rosário (PT, mas também originária do PCdoB), estiveram nesta sexta-feira em Montevidéu, onde foram participar da reunião do Foro de São Paulo. Esta organização clandestina foi fundada pelo presidente Lula e pelo ditador cubano Fidel Castro, e reúne partidos de todos os matizes da esquerda, além de organizações terroristas e traficantes de cocaína, como as Farc. O atual secretário executivo do Foro de São Paulo é o dirigente petista Valter Pomar, Secretário de Relações Internacionais do PT. Um dos inspiradores e orientadores do Foro de São Paulo é o clone de chanceler do governo Lula, Marco Aurélio “Top Top” Garcia. Ele foi dirigente do POC (Partido Operário Comunista, orginário da fusão da Polop – Política Operária – com a Dissidência do antigo Partido Comunista Brasileiro – o Partidão) no final da década de 60. Marco Aurélio “Top Top” Garcia fugiu correndo do Brasil, das suas responsabilidades como dirigente do POC, à primeira menção de seu nome pelo antigo delegado Pedro Seelig, no DOPS do Rio Grande do Sul, ocorrida durante a detenção do jornalista Luiz Paulo de Pila Vares. Marco Aurélio “Top Top” Garcia e sua mulher, a falecida Elisabete de Souza Lobo, saíram de Porto Alegre lastimando deixar para trás os canapés (“Ai, meus canapés”) que recém haviam instalado na casa em que moravam, na rua Barros Cassal, no centro da capital gaúcha. Em Paris, Marco Aurélio “Top Top” Garcia pontificou como dirigente da 4ª Internacional (trotskista). Em 1974 estava envolvido com o envio de companheiros do POC gaúcho para a militância e ações armadas do ERP (Exército Revolucionário Popular) na Argentina. Trata-se do caso de Flavio Koutzii, ex-deputado estadual do PT gaúcho, e a jornalista Maria Regina Pila. Quanto a ele próprio, Marco Aurélio “Top Top” Garcia, consta que jamais teve o peito de segurar sequer o coldre de um revólver de brinquedo. Mas adora ligações com o terrorismo, como o do ERP. É bom relembrar: comunistas são a favor do centralismo democrático e da ditadura do proletariado. Quem ainda tiver dúvida, peça os documentos internos do PCdoB para ler. Este partido, até bem recentemente, tinha como seus ídolos e modelos as figuras de Stalin (esse gênio da humanidade, um assassino responsável pelas mortes de mais de 20 milhões de russos) e dos grandes “faróis da humanidade” que foram Nicolae Ceasescu (executado pelo povo romeno) e Enver Hoxa (o líder dessa nação exemplo de prosperidade e enorme avanço tecnológico, a Albânia). Ainda hoje, dirigentes e militantes do PCdoB gaúcho só faltam beijar os retratos de Stalin durante suas reuniões.
Candidatas comunistas em Porto Alegre vão se encontrar com terroristas em Montevidéu
As comunistas que são candidatas à prefeitura de Porto Alegre, as deputadas federais Manuela D’Ávila (PCdoB) e Maria do Rosário (PT, mas também originária do PCdoB), estiveram nesta sexta-feira em Montevidéu, onde foram participar da reunião do Foro de São Paulo. Esta organização clandestina foi fundada pelo presidente Lula e pelo ditador cubano Fidel Castro, e reúne partidos de todos os matizes da esquerda, além de organizações terroristas e traficantes de cocaína, como as Farc. O atual secretário executivo do Foro de São Paulo é o dirigente petista Valter Pomar, Secretário de Relações Internacionais do PT. Um dos inspiradores e orientadores do Foro de São Paulo é o clone de chanceler do governo Lula, Marco Aurélio “Top Top” Garcia. Ele foi dirigente do POC (Partido Operário Comunista, orginário da fusão da Polop – Política Operária – com a Dissidência do antigo Partido Comunista Brasileiro – o Partidão) no final da década de 60. Marco Aurélio “Top Top” Garcia fugiu correndo do Brasil, das suas responsabilidades como dirigente do POC, à primeira menção de seu nome pelo antigo delegado Pedro Seelig, no DOPS do Rio Grande do Sul, ocorrida durante a detenção do jornalista Luiz Paulo de Pila Vares. Marco Aurélio “Top Top” Garcia e sua mulher, a falecida Elisabete de Souza Lobo, saíram de Porto Alegre lastimando deixar para trás os canapés (“Ai, meus canapés”) que recém haviam instalado na casa em que moravam, na rua Barros Cassal, no centro da capital gaúcha. Em Paris, Marco Aurélio “Top Top” Garcia pontificou como dirigente da 4ª Internacional (trotskista). Em 1974 estava envolvido com o envio de companheiros do POC gaúcho para a militância e ações armadas do ERP (Exército Revolucionário Popular) na Argentina. Trata-se do caso de Flavio Koutzii, ex-deputado estadual do PT gaúcho, e a jornalista Maria Regina Pila. Quanto a ele próprio, Marco Aurélio “Top Top” Garcia, consta que jamais teve o peito de segurar sequer o coldre de um revólver de brinquedo. Mas adora ligações com o terrorismo, como o do ERP. É bom relembrar: comunistas são a favor do centralismo democrático e da ditadura do proletariado. Quem ainda tiver dúvida, peça os documentos internos do PCdoB para ler. Este partido, até bem recentemente, tinha como seus ídolos e modelos as figuras de Stalin (esse gênio da humanidade, um assassino responsável pelas mortes de mais de 20 milhões de russos) e dos grandes “faróis da humanidade” que foram Nicolae Ceasescu (executado pelo povo romeno) e Enver Hoxa (o líder dessa nação exemplo de prosperidade e enorme avanço tecnológico, a Albânia). Ainda hoje, dirigentes e militantes do PCdoB gaúcho só faltam beijar os retratos de Stalin durante suas reuniões.
Piadinha que circula em Fortaleza:
Qual a semelhança entre Brasília e Fortaleza? Ambas não possuem prefeito.
E o pior, para os buracos de Fortaleza não fez a menor diferença a sumidinha de Luziane.
E o pior, para os buracos de Fortaleza não fez a menor diferença a sumidinha de Luziane.
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