O DEM emitiu uma nota, assinada pelo seu presidente Rodrigo Maia, sobre o comportamento da Ministra, na qual coloca sob sua responsabilidade [da ministra] todo e qualquer ato realizado por seu ministério e que sua finalidade foi “chantagear e intimidar deputados e senadores da Oposição”. E dispara contra todo o governo dizendo que “Não é possível conviver com a rotina de ilegalidades do governo Lula”. E pede um basta.Mas não explicita de que forma o Brasil pode dar esse basta quando a popularidade do ilegal governo ultrapassa os 50%. Infelizmente, apesar de concordar com o que está escrito na nota do DEM, com os discursos do PSDB e com a fúria do PSOL (que há de aparecer), só existem três maneiras de dar esse basta. A primeira é através dos votos, impraticável neste Brasil que vota com o estômago. Depois de eleito, o basta só pode ser dado pelo Congresso Nacional, inviável quando se tem um Congresso que só faz negociatas. A terceira via é a revolta, a luta armada. É a população que se acha indignada insurgir, formar um grupo, pegar em armas, se preciso for, e lutar até depor este governo repleto de ilegalidades.
Básico!
Em ‘leia mais’, a íntegra da nota do DEM.
Nota oficial do Partido Democrata
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, usou sua força e influência na República para elaborar "dossiê" com informações escolhidas a dedo com a finalidade de constranger, perseguir e difamar um dos principais líderes da Oposição no Brasil, além de obstruir o trabalho do Congresso Nacional no cumprimento de sua missão constitucional. Não se pode ignorar a gravidade do ato, tampouco aceitar que Dilma Roussef se esconda atrás de uma assessora que deve ser punida sim, mas que jamais agiria sem ordens explícitas e comando determinado de sua superiora.
A responsabilidade da ministra Dilma Roussef é pessoal e intransferível. E o beneficiário de sua ação é o presidente da República, Lula da Silva. A quem interessa chantagear e intimidar deputados e senadores da Oposição para impedir que o Congresso Nacional, por meio da Comissão Parlamentar Mista dos Cartões Corporativos, investigue atos suspeitos do Poder Executivo? A quem interessa desmoralizar as CPIs para aumentar o grau de hostilidade de considerável parcela da população com o Poder Legislativo? A quem interessa tentar impor no Brasil um Estado Policial e pseudo-democrático?
Não é possível conviver com a rotina de ilegalidades do governo Lula. Num dia é o petista "Mexerica", alojado no Banco do Brasil, que bisbilhota as contas da Oposição, no outro é o presidente da Caixa Econômica que avança sobre as leis para atender a conveniência política do ministro da Fazenda. A exemplo de Antonio Palocci, que usou o poder do Estado para quebrar o sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa, a ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República violou a consciência institucional que se exige das autoridades da República.
Chega de tolerar o intolerável. A Democracia, além de indispensável, é insubstituível. Não podemos seguir como se a democracia pudesse ser descartada a qualquer momento. Nenhum País pode viver de um só partido ou de uma só corrente política. Além de respeito às regras institucionais, é necessário reconstruir o vínculo de confiança entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Para isso, é preciso que autoridades do Estado suspeitas da prática de atos ilegais, como é o caso da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, sofram as conseqüências dos seus atos.
A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, usou sua força e influência na República para elaborar "dossiê" com informações escolhidas a dedo com a finalidade de constranger, perseguir e difamar um dos principais líderes da Oposição no Brasil, além de obstruir o trabalho do Congresso Nacional no cumprimento de sua missão constitucional. Não se pode ignorar a gravidade do ato, tampouco aceitar que Dilma Roussef se esconda atrás de uma assessora que deve ser punida sim, mas que jamais agiria sem ordens explícitas e comando determinado de sua superiora.
A responsabilidade da ministra Dilma Roussef é pessoal e intransferível. E o beneficiário de sua ação é o presidente da República, Lula da Silva. A quem interessa chantagear e intimidar deputados e senadores da Oposição para impedir que o Congresso Nacional, por meio da Comissão Parlamentar Mista dos Cartões Corporativos, investigue atos suspeitos do Poder Executivo? A quem interessa desmoralizar as CPIs para aumentar o grau de hostilidade de considerável parcela da população com o Poder Legislativo? A quem interessa tentar impor no Brasil um Estado Policial e pseudo-democrático?
Não é possível conviver com a rotina de ilegalidades do governo Lula. Num dia é o petista "Mexerica", alojado no Banco do Brasil, que bisbilhota as contas da Oposição, no outro é o presidente da Caixa Econômica que avança sobre as leis para atender a conveniência política do ministro da Fazenda. A exemplo de Antonio Palocci, que usou o poder do Estado para quebrar o sigilo bancário do caseiro Francenildo Costa, a ministra-chefe da Casa Civil da Presidência da República violou a consciência institucional que se exige das autoridades da República.
Chega de tolerar o intolerável. A Democracia, além de indispensável, é insubstituível. Não podemos seguir como se a democracia pudesse ser descartada a qualquer momento. Nenhum País pode viver de um só partido ou de uma só corrente política. Além de respeito às regras institucionais, é necessário reconstruir o vínculo de confiança entre os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Para isso, é preciso que autoridades do Estado suspeitas da prática de atos ilegais, como é o caso da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Roussef, sofram as conseqüências dos seus atos.
Brasília, 28 de março de 2008
Rodrigo Maia
Presidente da Comissão Executiva Nacional
Presidente da Comissão Executiva Nacional
5 comentários:
Adri !!!
Para começar vamos ao panelaço. Já peguei a frigideira, vamos?!?!
É o típico ato de uma guerrilheira.
Madame Min, vai transar com o Chaves, vai.
Cade aquelas entidades que se vangloriam e dizem que derubaram o collor estão nas trincheras ou estão na moita?
POPULAÇÃO VAMOS PELO MENOS TENTAR IMITAR OS ARGENTINOS PANELAÇO NELES!!!!! (NO GOVERNO)
Boa noite, Adriana. Antes de tudo, gostaria de perguntar se a leitora Cristal freqüenta também o blog do RA. Já a vi em algumas paragens do mundo...
Em segundo lugar, há muita cortina de fumaça nos atos do Governo. Para interpretar, a gente tem que se travestir de canalha, para tentar advinhar como eles pensam. E o que eles pensam é muito ruim, mesmo.
Quanto a mim, andei pelos blogs por aí pregando o efeito ORLOFF em relação à Argentina. Eu topo o panelaço. Hoje, aqui em casa,na hora da CPMI do cartão corporativo, quase comecei a batucar as panelas, mas eu moro num lugar meio isolado.
A nota está bem escrita, é empolgante e até parece "coisa" de experiente promotor de justiça que atua nas varas criminais.
O maior problema que me aflige, no entanto, está no alcance desse "entusiasmo".
Para "quem falamos?"
Quem honestamente nos ouve?
Quantos, igualmente honestamente, se preocupam com tudo isso?
Sei não, mas "nunca antes nêishshtchi paíshsh" Martin Niemöller deveria ser lembrado e "ensinado" às 'grandes' massas (...«Um dia vieram e levaram meu vizinho que era judeu. Como não sou judeu, não me incomodei. No dia seguinte, vieram e levaram meu outro vizinho que era...»)
Na verdade, não sei se me irrito mais com a leniência do PSDB como um todo amorfo, ou com a inebriada (por boa causa) exaltação dos Democratas -- tudo por causa do macumanaimaismo da plebe ignara.
Eu sei que precisamos de discursos como o desta nota do Dem e como das irretocáveis análises do Reinaldo, TODAVIA, se só só soubermos ficar JUSTIFICADAMENTE indignados sem sensibilizar os indolentes e mui mansos ignaros, terminaremos os nossos dias comrilhantes promotores de justiça cujos libelos (DIANTE DE QUEM, até por preguiça, acomodação ou má vontade NÃO OS QUEIRA APRECIAR, não passarão de retórica.
Não sei não, não sei não!
Ao fim, indago: o que será que que pode ser mais efetivo, em termos políticos, (i) a indignação inflamada ou (ii) o gélido pragmatismo de atitudes com precisão cirúrgica.
Então, creio que precisamos rever a estratégia!
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