1 de abr. de 2008

Banana e os Jornalistas

Por Ralph J. Hofmann

Banana (para os que não lêm P&P codinome de um cara que sempre critica o direito dos colaboradores do Blog de apresentarem suas opiniões) colocou as manguinhas de fora. Dá a entender que a Adriana não pode entrevistar Roberto Romano por não estar habilitada para tal. (Roberto Romano deu a entrevista com prazer).
Por mais de 130 anos de Brasil como país houve jornalistas, editores e articulistas sem que houvesse escolas de jornalismo. E houve jornalistas excepcionais.
Na maioria dos outros países o diploma de jornalista é um requinte. Não garante acesso à função meramente devido à sua posse. Aliás, a maior parte dos jornalistas estudou outra coisa.
Mas a Adriana é Editora de um Blog. Portanto nem sequer a lei desnecessária e deplorável sobre o cartório dos jornalistas impede que ela entreviste quem quer que seja e publique a entrevista.
Aliás, faça um recenseamento entre o pessoal de TV. Quantos comentaristas, entrevistadores são Jornalistas. Jô Soares que eu saiba é ator. Adriana Galisteu, metade dos comentaristas esportivos.
A maioria dos primeiros professores das escolas de jornalismo ou eram advogados ou tinham ascendido na carreira a partir de “foca” ou locutor de rádio até chegarem a cargos mais responsáveis.
O Banana amanhã vai exigir que não se publiquem livros se não forem escritos em parceria com um escritor formado em faculdade e aprovado em prova da OAuB (Ordem dos Autores do Brasil).
Minhas desculpas e respeitos aos jornalistas formados e bem sucedidos. Fizeram bem em estudar, e certamente já sabiam que queriam ser jornalistas, e tinham talento.

7 comentários:

Abreu disse...

Ralph,

Entendo a sua indignação — justa —, para desagravar a uma colega querida. Todavia, desnecessária.

Peço desculpas por discordar, mas já estamos carecas (eu, literalmente!) de observar esse tipo de personagem na internet. Dar este desnecessário destaque à figura é como alimentá-lo.

Não estou admoestando — se assim parecer —, mas apenas discordando de que se dê vida a esse tipo de mosquito.

Se ele só discordasse (mesmo que fosse de tudo!), vá lá", seria respeitável. O que não me faz a cabeça é o "estilo" da lagartixa — se é que me entende.

Cordial abraço,

PapoLivre disse...

Ralph,
Concordo com o Abreu, se ele não gostou nem eu. Trata-se de uma ofensa a banana, a aravaque prattiana,fruta nutritiva e saborosa. Portanto ao tratar deste indivíduo de banana é ofensa à principal repositora de potássio no ser humana. Quem se esconde em pseudônimo, bom sujeito não é. na cabeça tem chulé.

Anônimo disse...

Segundo a ótica do Banana,o Lula não poderia falar nem escrever nada.
Ele não é registrado na Ordem dos Analfabetos do Brasil.

Cassio disse...

Proponho, então, chamá-lo de sr. frutinha, que generaliza e não depõe contra as pobres e gostosas bananas, hehehehe

Chacon disse...

Muito alarido para um...banana.
Qualquer pessoa em qualquer profissão faz entrevista, se o cara é banana... acha que já tá passada.

Anônimo disse...

Senhor Ralph,
Esse indivíduo asqueroso, o tal Banana, é que faz o nosso país ser a Banânia que é hoje.
Além de tudo ele deveria é se preocupar em formar a ACB - Associação dos Chatos de Banânia e candidatar-se a presidente da mesma, deixando o jornalismo para pessoas sérias.
Que não se dê mais destaque a quaisquer comentários desse sujeito. Ignorem-no sistematicamente.
Todas as vezes que ele é mencionado, sinto ânsias, náuseas.

ma gu disse...

Alô, Pessoal (aquele 'amigos' já estava me enchendo...)

Vocês já perceberam como a presença desse personagem é importante para o blog? Comentar contra os alvos habituais, o sapo, a guerrilheira, o glorioso partido, e tantos mais que ficaria muito extenso citá-los, é escrever sabendo que o fazemos sobre algo meio irreal, e para um universo meio restrito, os 26 do forte.
É tão reconfortador poder cascar o pau(epa) em algo real, sabendo que a peça lê o que foi escrito, apesar de saber que ele tem orgasmos(epa) quando lê que atingiu seu objetivo, o cara é mulher de malandro. Escreve contra a musa sabendo que vai tomar pau(epa). Isso justifica a primeira vez que lhe tasquei o 'frutinha'.