Por Giulio Sanmartini
No ano e 1932. um incêndio em uma loja de departamentos do centro de Tokyo chama a atenção dos passantes. Lá dentro, mulheres desesperadas juntam roupas das lojas para fazer uma corda e tentam descer do prédio. É uma tarde com muito vento, ao verem a população reunida lá embaixo, muitas tiram uma mão da corda, para fechar a saia do vestido – numa atitude que acaba custando-lhes a vida.
Na semana seguinte, a imprensa inicia uma campanha intensa, para tentar evitar outra tragédia semelhante. E foi assim que as mulheres japonesas passaram a usar calcinha.
Depois disso o Japão sofre o lançamento de duas bombas atômicas em seu território, perdeu a guerra e hoje é a segunda economia do mundo (somente atrás dos Estados Unidos).
Passados mais de 60 anos desse fato, no Brasil, a que se diz modelo, cantora e artista, mas que parece mais rapariga de soldado, Lílian Ramos continua sem as calcinhas. Tudo aconteceu no carnaval de 1994, quando o deputado pelo PL-SP Valdemar a Costa Neto (que depois renunciou ao mandato envolvido que estava no mesalão) levou, não se sabe com que objetivo, essa moçoila para sambar junto ao presidente da República Itamar Franco e sem que este soubesse, abraçados ela exibiu suas partes mais públicas que íntimas sem as calcinhas. Inicialmente a fotografia foi veiculada por um só jornal do Rio de Janeiro. Quer dizer, tudo com catinga de armação. Pecado que o diário que publicou a fotografia é um dos maiores do país e não pensou nas conseqüências que aquela fragrante poderia trazer às instituições, agiu como pasquim de imprensa marrão, faltou-lhe um editor com respeito à profissão que a vetasse. Perguntado sobre o assunto o hoje ex presidente Itamar Franco não se furta em falar:
“Estou convencido de que foi um golpe que armaram contra mim. Hoje, eu imagino até quem o fez, só não quero dizer o nome. Mas tem uma coisa: eu não poderia colocar um espelho embaixo das saias das mulheres para olhar se ela estava sem calcinha. Eu jamais imaginaria. Ninguém sensato pode imaginar que o presidente da República pudesse receber uma mulher pelada.”
(*) A fotografia que ilustra essa matéria foi cortada, pois P&P não é um blog pornográfico que vive do lenocínio.
No ano e 1932. um incêndio em uma loja de departamentos do centro de Tokyo chama a atenção dos passantes. Lá dentro, mulheres desesperadas juntam roupas das lojas para fazer uma corda e tentam descer do prédio. É uma tarde com muito vento, ao verem a população reunida lá embaixo, muitas tiram uma mão da corda, para fechar a saia do vestido – numa atitude que acaba custando-lhes a vida.
Na semana seguinte, a imprensa inicia uma campanha intensa, para tentar evitar outra tragédia semelhante. E foi assim que as mulheres japonesas passaram a usar calcinha.Depois disso o Japão sofre o lançamento de duas bombas atômicas em seu território, perdeu a guerra e hoje é a segunda economia do mundo (somente atrás dos Estados Unidos).
Passados mais de 60 anos desse fato, no Brasil, a que se diz modelo, cantora e artista, mas que parece mais rapariga de soldado, Lílian Ramos continua sem as calcinhas. Tudo aconteceu no carnaval de 1994, quando o deputado pelo PL-SP Valdemar a Costa Neto (que depois renunciou ao mandato envolvido que estava no mesalão) levou, não se sabe com que objetivo, essa moçoila para sambar junto ao presidente da República Itamar Franco e sem que este soubesse, abraçados ela exibiu suas partes mais públicas que íntimas sem as calcinhas. Inicialmente a fotografia foi veiculada por um só jornal do Rio de Janeiro. Quer dizer, tudo com catinga de armação. Pecado que o diário que publicou a fotografia é um dos maiores do país e não pensou nas conseqüências que aquela fragrante poderia trazer às instituições, agiu como pasquim de imprensa marrão, faltou-lhe um editor com respeito à profissão que a vetasse. Perguntado sobre o assunto o hoje ex presidente Itamar Franco não se furta em falar:
“Estou convencido de que foi um golpe que armaram contra mim. Hoje, eu imagino até quem o fez, só não quero dizer o nome. Mas tem uma coisa: eu não poderia colocar um espelho embaixo das saias das mulheres para olhar se ela estava sem calcinha. Eu jamais imaginaria. Ninguém sensato pode imaginar que o presidente da República pudesse receber uma mulher pelada.”
(*) A fotografia que ilustra essa matéria foi cortada, pois P&P não é um blog pornográfico que vive do lenocínio.
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