6 de set. de 2007

Um Governo Sujo

O Governo atual arrasta atrás de si uma doença contagiosa: quem entra nele ou é sujo, ou emporcalha-se ao fazê-lo.
Marta Suplicy, depois de idas e vindas, ministério disso, ministério daquilo, acabou como ministra do Turismo, um prêmio de consolação para quem se pretendia candidata à presidência de República. Mas não perdeu sua antipatia, pretensão e arrogância. Uma pessoa canhestra e desagradável até quando tenta ser jocosa., pois sempre carregará a como penduricalho a infeliz frase “Relaxa e Goza”. Sua moral pessoal também deixa a desejar, usou a nome de família do então marido, Senador Eduardo Suplicy, para eleger-se prefeita da mais importante cidade do país, São Paulo. Imediatamente depois o largou como bagaço de uma laranja chupada, para casar-se tal qual uma Esmeralda, da música popular, de véu e grinalda, mas na condição de ridícula anciã. Todavia com um conceito ético duvidoso, exclusivamente por interesses políticos, continuou a usar o nome honrado do ex marido, afinal de contas quem votaria em Marta Teresa Smith de Vasconcelos.
Ela chegou ao ministério, trezendo em sua pasta uma sujeira já antiga como conta Claudio Humberto:
“MP pede condenação de Marta Suplicy
O Ministério Público Estadual de São Paulo pediu a condenação da ministra Marta Suplicy (Turismo) por improbidade administrativa. A denúncia se refere ao período em que Marta estava à frente da Prefeitura de São Paulo. A então prefeita teria cometido irregularidades na permuta do terreno de uma escola pública na Vila Nova Conceição por dois imóveis da empresa Pan American. Parecer técnico do MPE indica que o negócio resultaria em prejuízo de R$ 12,2 milhões ao Tesouro. O promotor Silvio Marques pediu que Marta seja condenada à perda de função pública, à suspensão dos direitos políticos por três a cinco anos e a restituir o prejuízo calculado em R$ 27,5 mil que teria sido causado ao Tesouro, além do pagamento de multa de até cem vezes o salário de prefeita.”
Disse Lula: “Ninguém tem a autoridade ética e moral do PT”. Ora Presidente, tenha um mínimo de pudor! (G.S.)

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