Toda vez que vai ao Rio de Janeiro, o presidente Lula abre a matraca e solta o verbo. Na viagem dessa semana empolgou-se ao ver 14.000 operários no canteiro de obras da Companhia Siderúrgica do Atlântico, uma visita preparada cuidadosamente para fornecer ao presidente Lula um palanque, pois não havia outra razão para a visita.
Lula não se fez de rogado e distribuiu muitas pérolas. Vamos comentar algumas:
- Preparamos a casa para o segundo grito da independência.
Será que Lula vai fazer as margens do lago Paranoá, o mesmo que D. Pedro fez as margens do riacho Ipiranga.
- Hoje, com muita humildade, podemos transitar no mundo de cabeça em pé, mas não de nariz em pé. Não queremos ser maior ou menor que ninguém, queremos ser respeitados e decidir o que queremos e quando queremos.
Lula tem razão, no exterior dá para caminhar de cabeça em pé. No país que ele governa não dá, pois quem anda dessa forma na maioria de nossas cidades, corre o risco de tomar uma topada.
- A crise americana foi de especulação e do sistema financeiro que tentou ganhar dinheiro fácil. Os bancos achavam que poderiam especular com títulos e quebraram a cara. Quantas vezes o Citibank dizia que sabia o que era bom ou ruim para o Brasil e tomou na cara US$ 10 bilhões.
Nessa declaração o presidente Lula é o torto falando do aleijado.
- Fizemos como a formiguinha, enquanto alguns cantarolavam, nós comprávamos dólar para enfrentar esta e outras crises.
Ao dizer isso, o presidente Lula confessa que a formula tucana é correta.
- Se porrada educasse as pessoas, bandido saía da cadeia santo.
Nessa frase o presidente colocou os pés pelas mãos, pois existem educados que não são santos, pelo contrário são uns diabinhos. Aliás, ele tem um monte de companheiros nesta colocação.
A chuva que começou a cair no canteiro de obras da CSA abreviou o discurso de Lula para a felicidade da gramática portuguesa.
Essa viagem de Lula é o começo de um périplo que fará pelo país com vistas a inflar as eleições municipais. Aliás, o programa “Territórios da Cidadania” é a deixa para a maioria das viagens.
Será o bolsa-família de 2008.
Será que Lula vai fazer as margens do lago Paranoá, o mesmo que D. Pedro fez as margens do riacho Ipiranga.
- Hoje, com muita humildade, podemos transitar no mundo de cabeça em pé, mas não de nariz em pé. Não queremos ser maior ou menor que ninguém, queremos ser respeitados e decidir o que queremos e quando queremos.
Lula tem razão, no exterior dá para caminhar de cabeça em pé. No país que ele governa não dá, pois quem anda dessa forma na maioria de nossas cidades, corre o risco de tomar uma topada.
- A crise americana foi de especulação e do sistema financeiro que tentou ganhar dinheiro fácil. Os bancos achavam que poderiam especular com títulos e quebraram a cara. Quantas vezes o Citibank dizia que sabia o que era bom ou ruim para o Brasil e tomou na cara US$ 10 bilhões.
Nessa declaração o presidente Lula é o torto falando do aleijado.
- Fizemos como a formiguinha, enquanto alguns cantarolavam, nós comprávamos dólar para enfrentar esta e outras crises.
Ao dizer isso, o presidente Lula confessa que a formula tucana é correta.
- Se porrada educasse as pessoas, bandido saía da cadeia santo.
Nessa frase o presidente colocou os pés pelas mãos, pois existem educados que não são santos, pelo contrário são uns diabinhos. Aliás, ele tem um monte de companheiros nesta colocação.
A chuva que começou a cair no canteiro de obras da CSA abreviou o discurso de Lula para a felicidade da gramática portuguesa.
Essa viagem de Lula é o começo de um périplo que fará pelo país com vistas a inflar as eleições municipais. Aliás, o programa “Territórios da Cidadania” é a deixa para a maioria das viagens.
Será o bolsa-família de 2008.
Um comentário:
Alô, Adriana.
Você tem toda razão. O presimente é a única ostra do planeta capaz de produzir mais de uma pérola por vez...
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