O melhor desse episódio das cadeiras vibratórias foi a justificativa do vitalício secretário geral da Assembléia, deputado José Riva (foto): “é necessário explicar que as cadeiras foram adquiridas com dinheiro do Banco do Brasil, fruto de uma parceria, não saiu do dinheiro público”. Ele referia-se a parceria que destinou ao Banco do Brasil a administração do pagamento dos 1,4 mil funcionários da Casa. Que obviamente recebem do erário.
Como Chacrinha
Pensando bem, acho que valeu o investimento de dinheiro público nessas cadeiras vibratórias, pois ver os nobres parlamentares balançando as panças no Jornal Nacional ... não tem preço! Outros brincavam de rodinha, girando a poltrona de um lado pra outro. Bunitupratchacara!!!
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