Além do deputado distrital de Brasília Pedro Passos (PMDB), o presidente do BRB – Banco de Brasília, Roberto Figueiredo Guimarães e Flávio José Pin, superintendente de produtos de repasse da Caixa Econômica Federal também foram presos pela PF.
Todos os detidos estão sendo levados para a Superintendência da Polícia Federal em Brasília.
O esquema
A ação da PF teve o objetivo de desmontar um esquema de fraude em licitações e desvio de recursos públicos federais destinados a obras públicas, incluindo as do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do programa Luz para Todos.
As investigações começaram em novembro de 2006 e apontaram desvio de recursos dos ministérios de Minas e Energia, da Integração Nacional, das Cidades e do Planejamento. O esquema fraudava ainda licitações do Dnit. Por envolver autoridades com foro especial e servidores públicos federais, o inquérito está no Superior Tribunal de Justiça.
De acordo com a Polícia Federal, a empresa Gautama comandava todo esquema direcionando verbas públicas para obras de interesse da quadrilha. As licitações eram manipuladas para assegurar a liberação do dinheiro para obras superfaturadas, irregulares ou até que não existiam.
Leia mais no Portal G1.
Todos os detidos estão sendo levados para a Superintendência da Polícia Federal em Brasília.
O esquema
A ação da PF teve o objetivo de desmontar um esquema de fraude em licitações e desvio de recursos públicos federais destinados a obras públicas, incluindo as do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do programa Luz para Todos.
As investigações começaram em novembro de 2006 e apontaram desvio de recursos dos ministérios de Minas e Energia, da Integração Nacional, das Cidades e do Planejamento. O esquema fraudava ainda licitações do Dnit. Por envolver autoridades com foro especial e servidores públicos federais, o inquérito está no Superior Tribunal de Justiça.
De acordo com a Polícia Federal, a empresa Gautama comandava todo esquema direcionando verbas públicas para obras de interesse da quadrilha. As licitações eram manipuladas para assegurar a liberação do dinheiro para obras superfaturadas, irregulares ou até que não existiam.
Leia mais no Portal G1.
Nenhum comentário:
Postar um comentário