17 de mai. de 2007

Sem Cotas Demagógicas mas com Inventiva

Por Giulio Sanmartini
No Brasil existe a tal da cota universitária, isto é, reserva 50% das vagas das universidades públicas para estudantes de escolas governamentais. Dentro desse percentual, haverá ainda destinação de vagas para alunos afrodescendentes e índios.
Não gosto da palavra afrodescendente, porque o egípcios, algerianos, marroquinos são do continente africano, mas por serem de raça branca, não estão incluídos na cota, então, falando em português, ela serve para negros e índios.
Nos Estados Unidos, onde se desenvolve o melhor estudo universitário do mundo, haja vista o número de prêmios Nobel conquistados pelos estadunidenses, o estudo universitário é pago e tem um preço muito alto, as famílias de classe média fazem um tipo de poupança quando nascem os filhos para terem um fundo que pague os seus estudos superiores, há os que também recebem bolsas de estudos por praticarem esportes e fim de papo.
Mas Ron Steen (foto), um estudante californiano inventou um método que está dando certo para ele e para outros, através de um site procura financiadores para patrocinar seus estudos, oferecendo 2% dos futuros ganhos (estimados em US$ 120 mil nos anos sucessivos à sua formatura). Na prática em troca de US$ 100 mil restituirá US$ 125 mil (US$ 2,5 mil por 50 anos a partir de 2012), estes não precisam de cotas, pois vivem num país onde se ganha com a inventiva.

Um comentário:

Anônimo disse...

Giulio, brilhante comentario e enriquecedor. Abs, laurence.