Por Giulio Sanmartini
Quando, no início do regime militar, o Departamento de Ordem Política e Social – DOPS, partiu para a caça às bruxas, conta-se que oferecia mil cruzeiros por cada comunistas que fosse denunciado. Como não poderia deixar de ser, logo apareceu o esperto e perguntou:
- Quer dizer que se eu denunciar 30 comunistas ganharei 30 mil cruzeiros?
- Não – respondeu o agente do DOPS – se você conhecer 30 comunistas vai preso, porque só outro comunista pode conhecer tantos.
Pois é, o presidente da República, tem em sua entourage, na Granja do Torto, no 3° andar do Palácio do Planalto, entre parentes e amigos, mais de 30 ladrões de alto coturno, portanto fica valendo a dedução do agente do DOPS.
Entre estes há um lugar de honra para seu compadre e hospedeiro (gratuito) durantes 8 anos, Roberto Teixeira (foto). Ele foi primeiramente denunciado por Paulo de Tarso Venceslau, que tem um perfil no mínimo revelador: antigo guerrilheiro da Ação Libertadora Nacional (ALN) e um dos responsáveis pelo seqüestro do embaixador americano Charles Elbrike (que serviu paras libertar o atual Chefe da Casa Civil, José Dirceu), Paulo de Tarso (codinome “Geraldo”), economista e quadro do partido, depois da abertura promovida pela ditadura Geisel, tornou-se, com a redemocratização do país, administrador das finanças de duas prefeituras petistas.
Na secretária das finanças das prefeituras de Campinas (89/92) e São José dos Campos (93/96), Paulo de Tarso travou, solitariamente, durante anos, uma longa refrega com o que julgava ser a “banda podre” do Partido dos Trabalhadores - PT, quando descobriu que o empresário Roberto Teixeira, estava por trás de operações fraudulentas que envolviam cifras públicas em torno de US$ 16 milhões.
Venceslau fez uma denuncia por escrito, que entregou pessoalmente ao então presidente de honra do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, mas além de tachado de louco, foi expulso do PT no início de 1998, com total assentimento de Lula.
Augusto Nunes mostra em sua coluna de hoje, outras picaretagens de Teixeira no ramo da aviação civil.
(*) Na foto, ladrão rico e impune ri a toa
Leia a Matéria no Jornal do Brasil online
Quando, no início do regime militar, o Departamento de Ordem Política e Social – DOPS, partiu para a caça às bruxas, conta-se que oferecia mil cruzeiros por cada comunistas que fosse denunciado. Como não poderia deixar de ser, logo apareceu o esperto e perguntou:
- Quer dizer que se eu denunciar 30 comunistas ganharei 30 mil cruzeiros?- Não – respondeu o agente do DOPS – se você conhecer 30 comunistas vai preso, porque só outro comunista pode conhecer tantos.
Pois é, o presidente da República, tem em sua entourage, na Granja do Torto, no 3° andar do Palácio do Planalto, entre parentes e amigos, mais de 30 ladrões de alto coturno, portanto fica valendo a dedução do agente do DOPS.
Entre estes há um lugar de honra para seu compadre e hospedeiro (gratuito) durantes 8 anos, Roberto Teixeira (foto). Ele foi primeiramente denunciado por Paulo de Tarso Venceslau, que tem um perfil no mínimo revelador: antigo guerrilheiro da Ação Libertadora Nacional (ALN) e um dos responsáveis pelo seqüestro do embaixador americano Charles Elbrike (que serviu paras libertar o atual Chefe da Casa Civil, José Dirceu), Paulo de Tarso (codinome “Geraldo”), economista e quadro do partido, depois da abertura promovida pela ditadura Geisel, tornou-se, com a redemocratização do país, administrador das finanças de duas prefeituras petistas.
Na secretária das finanças das prefeituras de Campinas (89/92) e São José dos Campos (93/96), Paulo de Tarso travou, solitariamente, durante anos, uma longa refrega com o que julgava ser a “banda podre” do Partido dos Trabalhadores - PT, quando descobriu que o empresário Roberto Teixeira, estava por trás de operações fraudulentas que envolviam cifras públicas em torno de US$ 16 milhões.
Venceslau fez uma denuncia por escrito, que entregou pessoalmente ao então presidente de honra do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, mas além de tachado de louco, foi expulso do PT no início de 1998, com total assentimento de Lula.
Augusto Nunes mostra em sua coluna de hoje, outras picaretagens de Teixeira no ramo da aviação civil.
(*) Na foto, ladrão rico e impune ri a toa
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