Está de volta o aloprado Valdebran Padilha (fotos), aquele que foi preso em um hotel em São Paulo com uma mala com R$ 1,7 milhão, de origem desconhecida até hoje, para comprar um suposto dossiê. Sua empresa, Saneng Saneamento e Construção LTDA, foi habilitada pela Prefeitura Municipal de Cuiabá para concorrer a pelo menos dois, dos sete lotes referente às obras do PAC do saneamento em Cuiabá. Valor: Lote 1: 45.000.000,00 / Lote5: 54.690.557,58.
Detalhe importante é que a tal empresa estava sendo investigada pela PF por ligações escusas com recursos públicos. Segundo o site Contas Abertas, entre 2002 até 2004 a Saneng recebeu cerca de R$ 277,4 mil da União. (Esse valor foi obtido no Siafi e é referente até 09/06)
A Saneng, que de acordo com a informação do Cantas Abertas, parou de firmar contratos com a União em 2004, estava, até 2006, inscrita como inadimplente no Cadastro Informativo dos Créditos Não Quitados de Órgãos e Entidades Federais (Cadin). Além de tocar obras, a Saneng está cadastrada no site de compras do governo federal como possível fornecedora de mais de 400 itens. Para não perder a chance de firmar contratos com a União, oferece materiais de papelaria, de construção, de limpeza, comestíveis e até navios.
Saiba mais sobre Valdebran Padilha:
Valdebran Padilha era o ‘operador’ das campanhas do PMDB e depois do PT, em especial do deputado federal Carlos Abicalil e do estadual Alexandre Cesar (indiciado por irregularidade na campanha de 2004).
Em 2003 Valdebran foi indicado para a diretoria financeira da Eletronorte por Abicalil e seu eterno pupilo Alexandre Cesar (ex-presidente do PT/MT), que no ano seguinte (2004) teve Valdebran como arranjador e doador de recursos para sua campanha à prefeitura de Cuiabá. Na mesma época, segundo um site da capital, Abicalil foi visto em um passeio pelo Rio Cuiabá a bordo de uma lancha de Valdebran. Mas o deputado alegou na época que nem sabia que a lancha era de Valdebran. Em 2004 Valdebran voltou a ser indicado para a diretoria do Eletronorte, desta vez por Carlos Bezerra (PMDB/MT), para quem Valdebran também operava, inclusive, foi apontado por Ronildo Medeiros (sócio da Planan) como o elo entre Bezerra e a Planan.
Valdebran já trabalhou no gabinete de Abicalil e cuidava das emendas do deputado, há quem afirme que ele comparecia a todos os encontros entre o deputado e prefeitos de MT. Mas Abicalil nega isso, disse em nota que Valdebran nunca teve vínculo empregatício com seu gabinete. Na eleição de 2006 Abicalil montou seu comitê em uma casa alugada de Valdebran.

Em 2003 Valdebran foi indicado para a diretoria financeira da Eletronorte por Abicalil e seu eterno pupilo Alexandre Cesar (ex-presidente do PT/MT), que no ano seguinte (2004) teve Valdebran como arranjador e doador de recursos para sua campanha à prefeitura de Cuiabá. Na mesma época, segundo um site da capital, Abicalil foi visto em um passeio pelo Rio Cuiabá a bordo de uma lancha de Valdebran. Mas o deputado alegou na época que nem sabia que a lancha era de Valdebran. Em 2004 Valdebran voltou a ser indicado para a diretoria do Eletronorte, desta vez por Carlos Bezerra (PMDB/MT), para quem Valdebran também operava, inclusive, foi apontado por Ronildo Medeiros (sócio da Planan) como o elo entre Bezerra e a Planan.
Valdebran já trabalhou no gabinete de Abicalil e cuidava das emendas do deputado, há quem afirme que ele comparecia a todos os encontros entre o deputado e prefeitos de MT. Mas Abicalil nega isso, disse em nota que Valdebran nunca teve vínculo empregatício com seu gabinete. Na eleição de 2006 Abicalil montou seu comitê em uma casa alugada de Valdebran.
5 comentários:
Alô, Adriana.
Permita-me a criação de um neologismo: ILICITAÇÃO.
Parece ser mais aplicável...
rsssss. gostei dessa !!!! rssssss
Adriana não vai ter como não te plagiar
-Ô raça!!!!!!
sabe Elifas, é o máximo q podemos dizer...rsssss.....ô raça!!!
Me desculpem, mas, o que a prefeitura deveria fazer? Desclassificar a empresa por ser de Valdebran? Certamente, se assim o fizesse, acabaria retardando, ainda mais, o processo licitatório, pois, certamente, seria contestada judicialmente.
Só esclarecendo, estou partindo da premissa de que os documentos da empresa estão regulares, pois, licitações desse monte, e com essa fiscalização que está em cima, acho dificil que teriam coragem de habilitar uma empresa irregular.
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