Por Giulio Sanmartini
Em seu discurso de inauguração obras de ampliação da Sala de Embarque e de quatro Pontes de Embarque do Aeroporto Internacional de Congonhas (23/12/2005), Luiz Inácio Lula da Silva, não poupou elogios a Carlos Wilson, na época presidente da Empresa Brasileira de Infre-Estrutura Aeroportuária – Infraero.
“É questão de honra a gente resolver o problema do Aeroporto de Congonhas e o problema do estacionamento, porque eu duvido que tenha alguém que tenha chegado aqui em São Paulo, numa sexta-feira à tarde, e que não tenha xingado pelo menos uma meia dúzia de mães por este país afora, até porque nós temos facilidade de descarregar em cima de alguém os nossos problemas.”
“O Carlos Wilson falou bem da Infraero, mas vocês viram que ele está deixando a Infraero para ser deputado. Ele não está deixando porque eu o estou mandando embora, ele está deixando porque a política é um vício. Então, ele vai lá para a arena de guerra e eu acho que o Carlos Wilson merece todas as homenagens que algum dia um presidente da Infraero mereceu, todas as homenagens. Primeiro, porque eu não sei se em algum momento na história dos aeroportos brasileiros algum presidente da Infraero atacou de uma só vez uma quantidade de obras igual a que o Carlos Wilson.”
“Portanto, Carlos Wilson, ao invés de uma inauguração, eu acho que a nossa presença aqui é uma homenagem ao seu trabalho, à sua dedicação, às empresas que trabalharam aqui, aos trabalhadores que trabalharam aqui, eu acho que uma homenagem à Infraero, ao seu comportamento como presidente da Infraero. Você não tem data marcada para sair, mas eu já sei que você é candidato, então, logo, logo nós vamos conversar.”
Carlos Wilson, foi um caso explicito da “aparelhagem” petista em uma empresa cuja presidência é eminente técnica. Hoje ele é deputado federal pelo PT-PE, com desejos de “vôos” mais altos. Mas o que se vê que passados menos de dois anos de sua “grande” administração, dos dez principais aeroportos brasileiros oito apresentam problemas 8as exceções são Brasília e Confins, Belo Horizonte). Ao que tudo indica, pode ser aliado a incompetência e despreparo de Wilson a forte suspeita da corrupção, com um enorme número de irregularidades nos contratos da Infraero. (a fraqueza histórica de Lula em defender os desonestos). Há suspeitas na aplicação de recursos públicos em obras de infra-estrutura, avaliadas em R$ 2,7 bilhões, em oito aeroportos do país. Auditorias preliminares do Tribunal de Contas da União (TCU), realizadas ao longo de 2006, constataram como a cifra foi inflada por sobrepreços e superfaturamento em processos de licitação e contratos de serviços.
Disse Nelson Jobim sobre o problema: "Pedi um levantamento completo à Aeronáutica e à Infraero, não só exclusivamente do estado de todas as pistas, mas também do problema do zoneamento urbano em torno dos aeroportos.
Zoneamento ele não precisa , haja vista a zona em que Wilson transformou os aeroportos.
(*) Na foto o Airbus das TAM, segundos antes do trágico acidente em Congonhas que deixou 200 mortos (17/7/2007)
Em seu discurso de inauguração obras de ampliação da Sala de Embarque e de quatro Pontes de Embarque do Aeroporto Internacional de Congonhas (23/12/2005), Luiz Inácio Lula da Silva, não poupou elogios a Carlos Wilson, na época presidente da Empresa Brasileira de Infre-Estrutura Aeroportuária – Infraero.
“É questão de honra a gente resolver o problema do Aeroporto de Congonhas e o problema do estacionamento, porque eu duvido que tenha alguém que tenha chegado aqui em São Paulo, numa sexta-feira à tarde, e que não tenha xingado pelo menos uma meia dúzia de mães por este país afora, até porque nós temos facilidade de descarregar em cima de alguém os nossos problemas.”“O Carlos Wilson falou bem da Infraero, mas vocês viram que ele está deixando a Infraero para ser deputado. Ele não está deixando porque eu o estou mandando embora, ele está deixando porque a política é um vício. Então, ele vai lá para a arena de guerra e eu acho que o Carlos Wilson merece todas as homenagens que algum dia um presidente da Infraero mereceu, todas as homenagens. Primeiro, porque eu não sei se em algum momento na história dos aeroportos brasileiros algum presidente da Infraero atacou de uma só vez uma quantidade de obras igual a que o Carlos Wilson.”
“Portanto, Carlos Wilson, ao invés de uma inauguração, eu acho que a nossa presença aqui é uma homenagem ao seu trabalho, à sua dedicação, às empresas que trabalharam aqui, aos trabalhadores que trabalharam aqui, eu acho que uma homenagem à Infraero, ao seu comportamento como presidente da Infraero. Você não tem data marcada para sair, mas eu já sei que você é candidato, então, logo, logo nós vamos conversar.”
Carlos Wilson, foi um caso explicito da “aparelhagem” petista em uma empresa cuja presidência é eminente técnica. Hoje ele é deputado federal pelo PT-PE, com desejos de “vôos” mais altos. Mas o que se vê que passados menos de dois anos de sua “grande” administração, dos dez principais aeroportos brasileiros oito apresentam problemas 8as exceções são Brasília e Confins, Belo Horizonte). Ao que tudo indica, pode ser aliado a incompetência e despreparo de Wilson a forte suspeita da corrupção, com um enorme número de irregularidades nos contratos da Infraero. (a fraqueza histórica de Lula em defender os desonestos). Há suspeitas na aplicação de recursos públicos em obras de infra-estrutura, avaliadas em R$ 2,7 bilhões, em oito aeroportos do país. Auditorias preliminares do Tribunal de Contas da União (TCU), realizadas ao longo de 2006, constataram como a cifra foi inflada por sobrepreços e superfaturamento em processos de licitação e contratos de serviços.
Disse Nelson Jobim sobre o problema: "Pedi um levantamento completo à Aeronáutica e à Infraero, não só exclusivamente do estado de todas as pistas, mas também do problema do zoneamento urbano em torno dos aeroportos.
Zoneamento ele não precisa , haja vista a zona em que Wilson transformou os aeroportos.
(*) Na foto o Airbus das TAM, segundos antes do trágico acidente em Congonhas que deixou 200 mortos (17/7/2007)
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