Quando se pensa que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva não tenha mais estultices a cometer, ele consegue aparecer com uma nova e pior.
Lula tem demonstrado ser lambão, incompetente, preguiçoso, boquirroto, de honestidade duvidosa e inoportuno.
Sua última patacoada foi de dar inveja a Renato Aragão quando tinha todos seus trapalhões.
A vinda da anistia, durante o governo João Figueiredo, esta para muitos, até os que estão no poder agora, não teve o verdadeiro significado da palavra: superação do passado de um lado e de outro. Todavia a anistia não valeu para os militares que implantaram e mantiveram a ditadura, que fizeram muito de ruim, mas também muito de bom. A indenização só valeu, com direito a indenizações milionárias, somente para os que lhe foram contra, querendo o esquecimento para os que como terroristas também praticaram horrores, em nome da substituição de uma ditadura por outra.
Portanto foi um desastre inoportuno o presidente Lula com outro de seus trapalhões, Nelson Jobim, usar Palácio do Planalto para o lançamento do livro preparado para o lado contra os militares. (G.S.)
Segue a matéria de Carlos Chagas (clique Leia Mais)
Lula tem demonstrado ser lambão, incompetente, preguiçoso, boquirroto, de honestidade duvidosa e inoportuno.Sua última patacoada foi de dar inveja a Renato Aragão quando tinha todos seus trapalhões.
A vinda da anistia, durante o governo João Figueiredo, esta para muitos, até os que estão no poder agora, não teve o verdadeiro significado da palavra: superação do passado de um lado e de outro. Todavia a anistia não valeu para os militares que implantaram e mantiveram a ditadura, que fizeram muito de ruim, mas também muito de bom. A indenização só valeu, com direito a indenizações milionárias, somente para os que lhe foram contra, querendo o esquecimento para os que como terroristas também praticaram horrores, em nome da substituição de uma ditadura por outra.
Portanto foi um desastre inoportuno o presidente Lula com outro de seus trapalhões, Nelson Jobim, usar Palácio do Planalto para o lançamento do livro preparado para o lado contra os militares. (G.S.)
Segue a matéria de Carlos Chagas (clique Leia Mais)
Em sã consciência, não haverá um só brasileiro que concorde com os excessos praticados durante o regime militar, com ênfase para a tortura e a censura. E se houver, deve ser imediatamente recolhido a um hospital psiquiátrico. O problema é que, em pleno 7 de Setembro, desde que o presidente Lula assumiu o poder, jamais estiveram tão tensas as relações entre o poder civil e os militares. Importa menos saber quem nasceu primeiro, se o ovo ou a galinha.
Sequer verificar que os generais, almirantes e brigadeiros no serviço ativo de hoje eram aspirantes ou, no máximo, tenentes quando da eclosão do movimento de 1964. Mas seria absurdo pretender que eles renegassem o passado e condenassem os antigos chefes por conta de muita coisa ruim acontecida. Até porque, muitas coisas boas também aconteceram. Para contornar esse impasse é que veio a anistia, fazendo-se justiça ao injustiçado presidente João Figueiredo, responsável por ela. Anistia significa superação do passado, de um lado e de outro. Ou vamos esquecer que terroristas também praticaram horrores, em nome da substituição de uma ditadura por outra? Fazer História é obrigação de toda civilização. Registrar os excessos de um lado e de outro, e até suas justificativas, fazem bem à memória nacional. Montes de livros têm sido escritos dos dois lados, enriquecendo até com amargura as lembranças do passado, quando nada para deixarem de se repetir no futuro.
Agora, Lula não tinha nada que realizar no Palácio do Planalto o lançamento do livro preparado por um dos lados. Menos ainda o ministro da Defesa, Nelson Jobim, deveria ter desafiado quantos não concordaram com a versão impressa, prometendo o que foi depois incapaz de realizar, ou seja, a resposta a quem reagisse. O alto comando do Exército reagiu, ainda que em nota mais ou menos amena, que ele precisou engolir.
Os comandantes das três forças também reagiram, não indo à solenidade de lançamento do livro, mesmo convidados. Um ato inamistoso, no mínimo, de subordinados para com o chefe. Em suma, senão uma crise, ao menos um mal-estar profundo que não precisaria estar acontecendo. Claro que não acontecerá mais nada, torcemos todos.
Sequer verificar que os generais, almirantes e brigadeiros no serviço ativo de hoje eram aspirantes ou, no máximo, tenentes quando da eclosão do movimento de 1964. Mas seria absurdo pretender que eles renegassem o passado e condenassem os antigos chefes por conta de muita coisa ruim acontecida. Até porque, muitas coisas boas também aconteceram. Para contornar esse impasse é que veio a anistia, fazendo-se justiça ao injustiçado presidente João Figueiredo, responsável por ela. Anistia significa superação do passado, de um lado e de outro. Ou vamos esquecer que terroristas também praticaram horrores, em nome da substituição de uma ditadura por outra? Fazer História é obrigação de toda civilização. Registrar os excessos de um lado e de outro, e até suas justificativas, fazem bem à memória nacional. Montes de livros têm sido escritos dos dois lados, enriquecendo até com amargura as lembranças do passado, quando nada para deixarem de se repetir no futuro.
Agora, Lula não tinha nada que realizar no Palácio do Planalto o lançamento do livro preparado por um dos lados. Menos ainda o ministro da Defesa, Nelson Jobim, deveria ter desafiado quantos não concordaram com a versão impressa, prometendo o que foi depois incapaz de realizar, ou seja, a resposta a quem reagisse. O alto comando do Exército reagiu, ainda que em nota mais ou menos amena, que ele precisou engolir.
Os comandantes das três forças também reagiram, não indo à solenidade de lançamento do livro, mesmo convidados. Um ato inamistoso, no mínimo, de subordinados para com o chefe. Em suma, senão uma crise, ao menos um mal-estar profundo que não precisaria estar acontecendo. Claro que não acontecerá mais nada, torcemos todos.
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