O temor de uma deterioração das contas públicas brasileiras, em decorrência do fim da cobrança da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), assustou muitos investidores ontem e derrubou o Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa).
O indicador recuou 2,9%.
O impacto maior da derrota do governo no Senado, porém, se deu no mercado de juros. A taxa projetada para janeiro de 2009 subiu de 11,82% ao ano quarta-feira para 12,02% ontem. A expectativa para a Selic em janeiro de 2010 passou de 12,44% para 12,73%. No mercado cambial, o efeito foi moderado. O dólar avançou 0,56%, para R$ 1,783. O risco Brasil, medido pelo banco JP Morgan, caiu 3,74%, para 206 pontos.
“O receio de uma política fiscal mais frouxa, que estimule a demanda e leve mais tempo para reduzir a dívida pública em relação ao PIB (Produto Interno Bruto) muda as expectativas do cenário para o juro”, explicou Roberto Padovani, economista do banco WestLB. “Nos outros mercados, a reação inicial negativa se diluiu ao longo do dia por causa da percepção de que não haverá grandes mudanças na política econômica no médio e longo prazos.”
Leia a matéria de Leandro Modé em O Estado de São Paulo
O indicador recuou 2,9%.O impacto maior da derrota do governo no Senado, porém, se deu no mercado de juros. A taxa projetada para janeiro de 2009 subiu de 11,82% ao ano quarta-feira para 12,02% ontem. A expectativa para a Selic em janeiro de 2010 passou de 12,44% para 12,73%. No mercado cambial, o efeito foi moderado. O dólar avançou 0,56%, para R$ 1,783. O risco Brasil, medido pelo banco JP Morgan, caiu 3,74%, para 206 pontos.
“O receio de uma política fiscal mais frouxa, que estimule a demanda e leve mais tempo para reduzir a dívida pública em relação ao PIB (Produto Interno Bruto) muda as expectativas do cenário para o juro”, explicou Roberto Padovani, economista do banco WestLB. “Nos outros mercados, a reação inicial negativa se diluiu ao longo do dia por causa da percepção de que não haverá grandes mudanças na política econômica no médio e longo prazos.”
Leia a matéria de Leandro Modé em O Estado de São Paulo
3 comentários:
Há um temor, sim, de um desgoverno ou de um aumento do IOF, porque vocês sabem que o apetite do governo não diminui nunca, pois é muito bom beber bebidas caras, ter amantes lindas e deliciosas viagens pagas com a nossa grana. Quando não é CPMF, podem ser as nossas minguadas poupanças ou uma carga tributária excessiva sobre o setor produtivo. Eu, particularmente estou temendo muito. Por outro lado, o Governo faturou legal com a DRU. Tem muita manipulação. Agora resta à Oposição, que optou, muito sabiamente por este "corner", ajudar a fazer as contas e continuar a ser oposição, isto é, bloquear o desgoverno Lula no seu antropofagismo e nas suas ambições ditatoriais. Ora, o Home que aprenda a ser homem, que pare de fazer bravatas e de ser uma metamorfose ambulante gulosíssima.
A reprovação da CPMF foi excelente para o mercado. Serão mais 40 bilhões anualmente a girar de forma muito mais eficiente do que na forma do imposto que era pessimamente gerido (na mala, na cueca, na caixa de uísque, no romanée-conti, na cachaça...)
Eu sou aposentado pelo INSS, por isso estou muito preocupado com a queda da Bolsa de Valores , estou perdendo muito dinheiro com essa sacanagem,não se respeita mais os aposentados com antigamente.
Mas como tudo tem solução,vamos instituir no Brasil, o imposto solidário: todo aposentado e assalariado cederia um dia de trabalho para compensar as perdas dos banqueiro e investidores da "bolsa"
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