A imagem das reféns saindo da mata, abraçando os venezuelanos que as tinham vindo buscar, agradecendo efusivamente Hugo Chavez ao telefone, uma dizendo “Não se deixe abater senhor Presidente” e finalmente se abraçando entre lágrimas com a escolta da FARC antes de subir nos helicópteros traz à mente uma única palavra. “Estocolmo”.
Seis anos na mão dos seqüestradores. Dos 51 anos de idade aos 57 anos no caso de uma delas. Uma década importante, a década em que o corpo mulheres ainda precisava de condições de vida boas para passar uma idade sem grandes achaques. Anos na selva, com doenças tropicais, e sofrimentos de toda natureza lhe roubaram essa década.
Mas como todo seqüestrado que precisa paparicar seus algozes apenas se via afeto pelos seqüestradores em seus movimentos.
Muito normal, mas a expressão “Síndrome de Estocolmo” tem de ser dita e repetida. E a palavra “sebosos” em relação aos governos que apóiam as FARC também é de rigor.
Como se pode receber em palácio os representantes de uma organização que metodicamente seqüestra e mantém pessoas em cativeiro por anos e anos? Como o governo de um povo como o brasileiro pode albergar representantes semi-oficiais desta gente.
Claro, para as pessoas que tratam as FARC como um governo o “Gulag” também era normal. Só que de alguma forma o Gulag representava um processo judiciário fajuto, mas um processo judiciário.
Os seqüestros da Colômbia não. Anos atrás quando eu visitava a Colômbia e ia jantar com um de meus amigos, presidente na Colômbia de uma grande empresa holandesa. Saíamos no carro dele com dois guarda-costas num carro à frente e dois num carro atrás. Era para nos proteger dos bandidos seqüestradores me dizia ele.
Disse bandidos, porque não era política a ação destes criminosos. Era para extorquir dinheiro mesmo. As grandes empresas mantinham seguros contra seqüestro para seus cargos superiores.
Os seqüestros aconteciam, as vezes as negociações levavam anos mas eram transações para extorquir dinheiro
Hoje os seqüestradores são os mesmos, só que trocaram de nome. Parte de suas operações continua a ser por dinheiro e duram pouco tempo. Outras são políticas e parecem não ter fim. Oito anos são duas presidências no Brasil. Sete anos é o tempo de seqüestro político desta senhora.
Como sobreviveria sem aprender a amar o seu algoz? Será que sua essência sobreviveu. Será que o que vimos é a mera sobra da pessoa que foi raptada. Uma casca física com a alma dilacerada?
Será que as organizações como a Anistia Internacional um dia vão realmente perseguir entidades como as FARC, que são antes de tudo estupradores de almas, destruidores de psiques?
Vamos dar os nomes aos bois. Não é por permitir agentes das FARC no Brasil que Lula é conivente com as FARC. É por não ordenar que homens armados entrem nos campos do MST e prender estes homens que Lula passa a ser um conivente. O nível de maldade dessa agremiação já está a meio caminho andado das atrocidades nazistas, pois antes de tudo ao tirar a liberdade das pessoas por suas crenças assalta seu direito de individualidade.
Como se pode receber em palácio os representantes de uma organização que metodicamente seqüestra e mantém pessoas em cativeiro por anos e anos? Como o governo de um povo como o brasileiro pode albergar representantes semi-oficiais desta gente.
Claro, para as pessoas que tratam as FARC como um governo o “Gulag” também era normal. Só que de alguma forma o Gulag representava um processo judiciário fajuto, mas um processo judiciário.
Os seqüestros da Colômbia não. Anos atrás quando eu visitava a Colômbia e ia jantar com um de meus amigos, presidente na Colômbia de uma grande empresa holandesa. Saíamos no carro dele com dois guarda-costas num carro à frente e dois num carro atrás. Era para nos proteger dos bandidos seqüestradores me dizia ele.
Disse bandidos, porque não era política a ação destes criminosos. Era para extorquir dinheiro mesmo. As grandes empresas mantinham seguros contra seqüestro para seus cargos superiores.
Os seqüestros aconteciam, as vezes as negociações levavam anos mas eram transações para extorquir dinheiro
Hoje os seqüestradores são os mesmos, só que trocaram de nome. Parte de suas operações continua a ser por dinheiro e duram pouco tempo. Outras são políticas e parecem não ter fim. Oito anos são duas presidências no Brasil. Sete anos é o tempo de seqüestro político desta senhora.
Como sobreviveria sem aprender a amar o seu algoz? Será que sua essência sobreviveu. Será que o que vimos é a mera sobra da pessoa que foi raptada. Uma casca física com a alma dilacerada?
Será que as organizações como a Anistia Internacional um dia vão realmente perseguir entidades como as FARC, que são antes de tudo estupradores de almas, destruidores de psiques?
Vamos dar os nomes aos bois. Não é por permitir agentes das FARC no Brasil que Lula é conivente com as FARC. É por não ordenar que homens armados entrem nos campos do MST e prender estes homens que Lula passa a ser um conivente. O nível de maldade dessa agremiação já está a meio caminho andado das atrocidades nazistas, pois antes de tudo ao tirar a liberdade das pessoas por suas crenças assalta seu direito de individualidade.
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