Veja o que escreveu o atual presidente do TJ de MT, desembargador Paulo Lessa, ao cancelar o Protocolo de Intenções:
“... ainda que reconhecendo a relevância da recuperação dos créditos tributários para a garantia de serviços públicos à coletividade, o Protocolo de Intenções firmado carece de amparo, não podendo o Poder Judiciário “estabelecer uma preferência de julgamento que os códigos não estabeleceram”.” [Traduzindo, é ILEGAL]Atentai bem advogados: qualquer advogado que represente um contribuinte pode entrar com pedido de anulação dos atos do TJ.
Em outro trecho o desembargador diz que “mesmo diante da grave dificuldade financeira pela qual atravessa o Poder Judiciário, o Protocolo não poderia ser mantido, já que sua celebração seguiu sentido contrário ao do princípio da imparcialidade e “tantos outros princípios que regem o processo”.” [Traduzindo: o presidente do Tribunal de Justiça declarou que as decisões do TJ de Mato Grosso podem ter sido parciais]
Um comentário:
Alô, Adriana.
Ok, minha musa (com licença do Cassio). Paro por aqui.
Sugiro que você peça ao Raphael ou Eduardo para fazer um artigo a respeito.
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