Fidel Castro, enviou hoje de sua tumba um artigo onde afirmou que já “se escutam com força as trombetas da guerra”. Nós daqui há tempos sentimos o cheiro de cravos e velas vindo de Cuba e até agora nada.
Pelo que sou informado pela mídia, e penso que os interessados jamais deixaram de saber, Fidel tentou, desde o começo de seu reinado, levar à toda America Latina e alguns países africanos a utopia socialista através do hino da guerra revolucionária. O camarada Guevara, adorado pelos idiotas, era o seu batedor preferido. Em muitos países africanos foram observados os estrategistas cubanos, muito bem preparados para jogar fogo no palheiro. Fidel renuncia à presidência num gesto de extrema humildade e desprendimento sem, contudo, sair de perto das decisões estratégicas. Lembro-me bem das palavras de Kruchev sobre a frieza demonstrada por Fidel diante da crise dos mísseis em Cuba quando este colocou o povo cubano como parte do esforço de guerra. "Ele é maluco". Fica em seu lugar o irmão coadjuvante. E para cercar de mimo o Comandante, eis que seu Branca Leone sai ameaçando a Colômbia, um dos poucos redutos onde a esquerda não tem feito sua festa. E Fidel recebe um presente de Branca Leone. A ameaça de um conflito. Quantos anos se passaram com o Comandante esperando o Godot da guerra revolucionária? Seus amigos bem que prometeram, mas com cuidado, com poucos tiros, à la Gramsci. Não é o estilo do ditador. Ele sempre gostou de ação. Perguntem aos dissidentes e, particularmente, àqueles três jovens que foram condenados à morte com a anuência dos seus grandes amigos. Uma das coisas mais bárbaras e insanas dos últimos tempos. A esquerda diante desse crime? Lembro-me da música de único sucesso da Luca "Tô nem aí". Fidel deve estar encantado diante da possibilidade de um conflito. Morreria feliz com o canto entoado pelos canhões e metralhadoras. Pobre ditador. Ídolo de barro da esquerda sociopata. Pobre Cuba, pobre Venezuela, pobre Bolívia, pobre Equador e pobre daqueles que virão se adicionar a esse burlesco e aflitivo grupo de insensatos.
oi magu-Sp bem lembrada a participação do sapo. Deste não são as erectações e os flatos que me assutam e sim o cheiro da matária fecal que emana de seu arcabouço
5 comentários:
O cara já morreu faz tempo e não sabe. O ruim disso tudo, é que ele conseguiu levar consigo milhões de cubanos.
Já é hora de novos tempos. Basta!
Deixe o povo viver e recuperar 50 anos de atraso.
O que este demente escuta são as eructações e flatos produzidos pela turba ignara e pusilânime, que ainda o rodeia.
Alô, Adriana.
João matou a pau. O sapo D. Luiz I está incluído na galera...
Pelo que sou informado pela mídia, e penso que os interessados jamais deixaram de saber, Fidel tentou, desde o começo de seu reinado, levar à toda America Latina e alguns países africanos a utopia socialista através do hino da guerra revolucionária. O camarada Guevara, adorado pelos idiotas, era o seu batedor preferido. Em muitos países africanos foram observados os estrategistas cubanos, muito bem preparados para jogar fogo no palheiro.
Fidel renuncia à presidência num gesto de extrema humildade e desprendimento sem, contudo, sair de perto das decisões estratégicas. Lembro-me bem das palavras de Kruchev sobre a frieza demonstrada por Fidel diante da crise dos mísseis em Cuba quando este colocou o povo cubano como parte do esforço de guerra. "Ele é maluco". Fica em seu lugar o irmão coadjuvante. E para cercar de mimo o Comandante, eis que seu Branca Leone sai ameaçando a Colômbia, um dos poucos redutos onde a esquerda não tem feito sua festa. E Fidel recebe um presente de Branca Leone. A ameaça de um conflito. Quantos anos se passaram com o Comandante esperando o Godot da guerra revolucionária? Seus amigos bem que prometeram, mas com cuidado, com poucos tiros, à la Gramsci. Não é o estilo do ditador. Ele sempre gostou de ação. Perguntem aos dissidentes e, particularmente, àqueles três jovens que foram condenados à morte com a anuência dos seus grandes amigos. Uma das coisas mais bárbaras e insanas dos últimos tempos. A esquerda diante desse crime? Lembro-me da música de único sucesso da Luca "Tô nem aí".
Fidel deve estar encantado diante da possibilidade de um conflito. Morreria feliz com o canto entoado pelos canhões e metralhadoras. Pobre ditador. Ídolo de barro da esquerda sociopata. Pobre Cuba, pobre Venezuela, pobre Bolívia, pobre Equador e pobre daqueles que virão se adicionar a esse burlesco e aflitivo grupo de insensatos.
oi magu-Sp bem lembrada a participação do sapo. Deste não são as erectações e os flatos que me assutam e sim o cheiro da matária fecal que emana de seu arcabouço
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