Ora, ora, ora! O MST, que não existe juridicamente, ou seja, é clandestino, é bancado por ONGs que recebem recursos tanto do governo federal como de outros países. A Anca é apenas uma delas.Em 2005 o então deputado e advogado do MST, o petista Luiz Eduardo Greenhalgh, tentou pôr fim na CPI da Terra. Encaminhou uma petição ao STF para impedir a quebra do sigilo bancário e fiscal da Anca e Concrab (Confederação das Cooperativas de Reforma Agrária do Brasil).
Ambas, braço financeiro do MST. Segundo investigações da CPI da Terra, elas funcionam como lavanderias dos recursos que custeiam o MST. Entre 1998 e 2004, os donativos às duas cooperativas somaram US$ 7,5 milhões (hoje, 20 milhões de reais) -US$ 6,743 milhões rechearam as contas da Anca. O restante (US$ 772,9 mil) tonificou a contabilidade da Concrab. Baseado em declarações dadas à Receita Federal, a Concrab é uma cooperativa laranja, pois embora tenha passado pelas suas mãos pelo menos R$ 7,1 milhões nos últimos seis anos, desde 1999 declara na Receita Federal não possuir rendimentos.
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