Na década de sessenta, antes da guerra dos seis dias a matemática indicava que a guerra de Israel contra o Egito, Síria e Jordânia seria uma hecatombe para Israel. O Egito tinha mais aviões de combate, a nata da tecnologia russa da época. Unidos a Síria, Jordânia e Egito, nem se fala. O Iraque, Sudão e Kuwait também garantiam suporte contra Israel.
Em tropas e especialmente número de tanques, pois a guerra nas grandes áreas da região é principalmente um embate de blindados, era a mesma coisa.
Nas semanas que precedefram o início da guerra, com o Secretário Geral birmanês U Thant ordenando às Forças de Paz que se retirassem para seus quartéis e os egípcios bloqueando o Estreito de Tiran a depressão entre os amigos de Israel era absoluta.
Entre 5 de junho e 11 de junho Israel derrotou os três exércitos que a cercavam. O volume de armas e homens não fora o suficiente. Não para derrotar uma força de defesa nacional em que todos os soldados, aviadores e paraquedistas haviam visto serviço ativo, as reservas treinavam com suas unidades todos os anos e em que os generais experientes cediam lugar a homens mais jovens que assumiam o comando mas tinham os generais experiente , que ficavam ligados à sua força por toda a vida, disponíveis para planejar, opinar ou mesmo voltar à ativa nas crises.
Entre a Colômbia e seus vizinhos a diferença qualitativa salta aos olhos. Não só a Colômbia está bem suprida de armas como seus homens as tem usado em combate por longos anos. Aliás se as FARC um dia tomassem o país indubitavelmente se veriam na mesma condição em que hoje colocam em relação ao governo. Quem sabe caçar terroristas na selva também pode ser um guerrilheiro bem sucedido. Se as FARC fossem um movimento político de verdade e não narcoguerrilheiros, teriam há muito tempo procurado uma convivência política. Mas o poder e os ideais ali está misturado com a vontade de mamar uma teta igual à dos membros brasileiros do Forum de São Paulo. É muita grana senhores!
O milhões em tralhas militares hoje em mãos da Venezuela, talvez alguns destes recursos a serem cedidos por empréstimo ao Equador não seriam determinantes, O determinante seria a experiência militar da Colômbia. Seriam os soldados colombianos que não tem ilusões. Sabem que ao combater vão sofrer baixas. E avançam apesar disto. Imagine o efeito de uma barragem de morteiros contra as milícias de Chavez, hoje limitadas a controlar eleições e ameaçar proprietários de terras.
Seria um embate que mostraria o Chavez de cuecas. Ou ele vai contratar mercenários? Talvez cubanos? Em Angola eles não se deram muito bem contra forças organizadas.
Entre a Colômbia e seus vizinhos a diferença qualitativa salta aos olhos. Não só a Colômbia está bem suprida de armas como seus homens as tem usado em combate por longos anos. Aliás se as FARC um dia tomassem o país indubitavelmente se veriam na mesma condição em que hoje colocam em relação ao governo. Quem sabe caçar terroristas na selva também pode ser um guerrilheiro bem sucedido. Se as FARC fossem um movimento político de verdade e não narcoguerrilheiros, teriam há muito tempo procurado uma convivência política. Mas o poder e os ideais ali está misturado com a vontade de mamar uma teta igual à dos membros brasileiros do Forum de São Paulo. É muita grana senhores!
O milhões em tralhas militares hoje em mãos da Venezuela, talvez alguns destes recursos a serem cedidos por empréstimo ao Equador não seriam determinantes, O determinante seria a experiência militar da Colômbia. Seriam os soldados colombianos que não tem ilusões. Sabem que ao combater vão sofrer baixas. E avançam apesar disto. Imagine o efeito de uma barragem de morteiros contra as milícias de Chavez, hoje limitadas a controlar eleições e ameaçar proprietários de terras.
Seria um embate que mostraria o Chavez de cuecas. Ou ele vai contratar mercenários? Talvez cubanos? Em Angola eles não se deram muito bem contra forças organizadas.
Um comentário:
Alô, Ralph.
Nada como ter memória e 'worldvision' para um artigo sair supimpa...
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