O TSE acabou de cassar por infidelidade o mandato do primeiro deputado federal (só vereadores foram cassados até agora), Walter Brito Neto (PRB-PB) que alega ter sido perseguido em seu ex-partido, o DEM, e a Câmara federal já estuda a forma de livrar-lhe a cara. A mesa diretora é quem irá avaliar a cassação. O presidente da Câmara Arlindo Chinaglia (PT-SP) irá receber o comunicado oficial da cassação, despachará para o Corregedor, Inocêncio Oliveira (PR-PE), que terá cinco sessões para se defender o perseguido.O juiz Inocêncio: pertenceu à Arena, que virou PDS, e participou da dissidência para o PFL em 1985. Permaneceu nessa legenda até 2005, mas se converteu à base aliada de Lula em 2005, filiando-se ao PMDB. No mesmo ano, o parlamentar mudou ainda para o PL, que mudou de nome para PR em 2007.
2 comentários:
E assim, de inocências e indecências os políticos brasileiros vão brincando de pular carniça.
O veredito fica condicionado para onde soprar a grana,e o corporativismo.
Que figura esse Inocêncio, quando nervoso faz caras e bocas,numa expressão corporal capaz de intimidar jagunço de Lampião.
Alô, Marreta.
Essa é uma das indecências da tal constituição cidadã. Outro poder, e o pior, corporativo, pode rever uma decisão judiciária.
A figura lembra um mono. Assim ele é conhecido em meu meio...
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