Dizem os cardiologistas e os oncologistas que os sentimentos de ódio e de raiva fazem mal à saúde, podendo causar vários tipos de doenças, a pior delas, sem dúvida, o câncer.
Como o Presidente da Silva vem demonstrando a cada novo pronunciamento que faz (ou seja, quase diariamente...), está possuído de ambos os males. Como evidência do que estou afirmando, basta que se olhe a foto estampada na página 64 do nº 2054 da revista “Veja” desta semana, lembrando que as fotos não mentem...
Aliás, duas coisas são notáveis em S. Excia, o Presidente da Silva: 1 – Tem um fôlego de gato, conseguindo discursar tão freqüentemente como o tem feito, para inaugurar todo o tipo de obras, desde a abertura de uma simples rua até um programa qualquer de auxílio aos pseudo-necessitados; 2 – A título de se tratar de realizações que antecederam o período pré-eleitoral, pode fazê-lo sem infringir a lei eleitoral.
Mas o mais interessante é que, mesmo em se tratando de qualquer assunto, sempre consegue desviar o conteúdo de sua fala para o posicionamento de seus opositores, acusando-os das mais variadas coisas: apesar de terem governado nos últimos 500 anos, nada fizeram para resolver o problema específico, qualquer que ele seja; que lhe dedicam verdadeiro ódio, palavra repetida com tremenda ênfase cada vez que a pronuncia.
Ainda há dias, em Recife, em uma solenidade que deveria ser de alegria, de festejos falou, de forma preocupante pela ênfase empregada e repetida, que seus opositores estavam possuídos de um raiva inaudita e lhe dedicavam um ódio mortal pelas realizações do atual governo.
Ora, nada de mais errado. Quem estava vociferando ao microfone era o Presidente da Silva; quem estava demonstrando estar possuído de uma raiva incontrolável era mesmo o Sr. da Silva, evidentemente aplaudido pela claque que havia sido recrutada para a ocasião.
Que eu me lembre em meus 76 anos de idade, discursos assim só em comícios, em que é lícito fazer qualquer tipo de afirmativa sem qualquer preocupação com o fato de se estarem mencionando verdades ou mentiras...
Vem-me à mente que o Sr. da Silva, ao discursar da forma como está fazendo, age e fala como se estivesse em um comício de campanha eleitoral, o que é estrita e especificamente proibido pela Lei Eleitoral em vigor.
Certamente os partidos da chamada “base”, não se especificando que tipo de “base” é essa, que está a toda hora sendo bajulada pelo Poder Executivo, entregando-lhe cargos com polpuda remuneração e com milionárias verbas para quaisquer obras, cuja lealdade precisa ser comprada a peso de ouro (em sentido figurativo, mas com o mesmo valor...) concordarão com o Sr. da Silva, em troca da já mencionada remuneração.
Outra evidência de que o Sr. da Silva já está em plena campanha eleitoral(apesar de, por enquanto, não ser candidato a nada na próxima eleição para Prefeito e Vereadores Municipais, são suas atitudes e, mais, palavras para com políticos das mais variadas espécies: chegou ao cúmulo de elogiar o famoso ex-deputado Severino Cavalcanti, de Pernambuco, que se notabilizou por ter sido eleito para a Presidência da Câmara dos Deputados graças à falta de sensibilidade do PT, cujos deputados ficaram se digladiando para ver quem deveria ser eleito; como Presidente, comprometeu-se a elevar a remuneração dos deputados; renunciou à Presidência ao ser revelado que recebia um “mensalinho” do concessionário de um dos restaurantes do Congresso (R$ 10 mil/mensais...); não foi eleito para um novo mandato. Mas foi elogiado pelo Sr. da Silva.
Ainda no campo da mentira, essa não diretamente imputável ao Sr. da Silva, diz respeito ao “affaire” dos dados ultra-secretos dos gastos dos Palácios do Governo pagos com o cartão de crédito corporativo. Nesse caso, com o pleno respaldo do Sr. da Silva, sua Ministra da Casa Civil Sra. Dilma Rousseff, antigamente conhecida como a Companheira Estela, que participou de atos violentos durante o período dos militares, está se tornando especialista. Nega que tenha mandado preparar um dossiê sobre os gastos do casal Fernando Henrique Cardoso. Apenas mandou buscar no arquivo morto do Planalto os dados constante de pastas avulsas possivelmente necessários para submissão à CPMI do Congresso; nunca foram eles organizados como dossiê. Sugiro que a companheira consulte o Dicionário Houaiss para saber o que é um dossiê.
Para encerrar, e para tornar este artigo não tão pesado, aqui vai uma notícia “leve”, quase uma piada: O Sr. da Silva e seu amigo da Venezuela, Sr. Chávez, acordaram que no fim de abril irão à Venezuela para montarem o esboço de dois acordos, um na área de gás e o outro na de energia, os Srs. Sérgio Gabrielli e Edson Lobão. Que bem estaremos representados com esses dois “especialistas” .... A propósito, a foto à página 44 de já citada revista Veja faz com que se pense que os entendimentos entre os dois Presidentes foram precedidos de algum encontro em que bebidas alcoólicas foram fartamente consumidas...
Ainda há dias, em Recife, em uma solenidade que deveria ser de alegria, de festejos falou, de forma preocupante pela ênfase empregada e repetida, que seus opositores estavam possuídos de um raiva inaudita e lhe dedicavam um ódio mortal pelas realizações do atual governo.
Ora, nada de mais errado. Quem estava vociferando ao microfone era o Presidente da Silva; quem estava demonstrando estar possuído de uma raiva incontrolável era mesmo o Sr. da Silva, evidentemente aplaudido pela claque que havia sido recrutada para a ocasião.
Que eu me lembre em meus 76 anos de idade, discursos assim só em comícios, em que é lícito fazer qualquer tipo de afirmativa sem qualquer preocupação com o fato de se estarem mencionando verdades ou mentiras...
Vem-me à mente que o Sr. da Silva, ao discursar da forma como está fazendo, age e fala como se estivesse em um comício de campanha eleitoral, o que é estrita e especificamente proibido pela Lei Eleitoral em vigor.
Certamente os partidos da chamada “base”, não se especificando que tipo de “base” é essa, que está a toda hora sendo bajulada pelo Poder Executivo, entregando-lhe cargos com polpuda remuneração e com milionárias verbas para quaisquer obras, cuja lealdade precisa ser comprada a peso de ouro (em sentido figurativo, mas com o mesmo valor...) concordarão com o Sr. da Silva, em troca da já mencionada remuneração.
Outra evidência de que o Sr. da Silva já está em plena campanha eleitoral(apesar de, por enquanto, não ser candidato a nada na próxima eleição para Prefeito e Vereadores Municipais, são suas atitudes e, mais, palavras para com políticos das mais variadas espécies: chegou ao cúmulo de elogiar o famoso ex-deputado Severino Cavalcanti, de Pernambuco, que se notabilizou por ter sido eleito para a Presidência da Câmara dos Deputados graças à falta de sensibilidade do PT, cujos deputados ficaram se digladiando para ver quem deveria ser eleito; como Presidente, comprometeu-se a elevar a remuneração dos deputados; renunciou à Presidência ao ser revelado que recebia um “mensalinho” do concessionário de um dos restaurantes do Congresso (R$ 10 mil/mensais...); não foi eleito para um novo mandato. Mas foi elogiado pelo Sr. da Silva.
Ainda no campo da mentira, essa não diretamente imputável ao Sr. da Silva, diz respeito ao “affaire” dos dados ultra-secretos dos gastos dos Palácios do Governo pagos com o cartão de crédito corporativo. Nesse caso, com o pleno respaldo do Sr. da Silva, sua Ministra da Casa Civil Sra. Dilma Rousseff, antigamente conhecida como a Companheira Estela, que participou de atos violentos durante o período dos militares, está se tornando especialista. Nega que tenha mandado preparar um dossiê sobre os gastos do casal Fernando Henrique Cardoso. Apenas mandou buscar no arquivo morto do Planalto os dados constante de pastas avulsas possivelmente necessários para submissão à CPMI do Congresso; nunca foram eles organizados como dossiê. Sugiro que a companheira consulte o Dicionário Houaiss para saber o que é um dossiê.
Para encerrar, e para tornar este artigo não tão pesado, aqui vai uma notícia “leve”, quase uma piada: O Sr. da Silva e seu amigo da Venezuela, Sr. Chávez, acordaram que no fim de abril irão à Venezuela para montarem o esboço de dois acordos, um na área de gás e o outro na de energia, os Srs. Sérgio Gabrielli e Edson Lobão. Que bem estaremos representados com esses dois “especialistas” .... A propósito, a foto à página 44 de já citada revista Veja faz com que se pense que os entendimentos entre os dois Presidentes foram precedidos de algum encontro em que bebidas alcoólicas foram fartamente consumidas...
3 comentários:
Quanto está custando os palanques Brasil afora (Viagens, equipe de apoio, Segurança, Claque, Propaganda na Mídia, etc) para o culto à personalidade do Sr. Presidente?
Ele é o pai eterno do novo Estado e, por isso, incansável. Quanto a nós, devemos nos cuidar, para não sermos contaminados pela raiva e o ódio de tanta corrupção. O que temos que fazer é trabalhar e acreditar. Assim como o povo hebreu, no seu exilio no deserto, era guiado por uma nuvem luminosa de Sabedoria, assim temos que nos considerar no exílio, mas com muita fé no nosso destino. Para mim, as falácis de José de Alencar são o contraponto disso. O velho quase moribundo defendendo um golpe de Estado foi demais. Me fez meditar muito. Dai a César o que é de César... mas dai a Deus o que é de Deus.
Alô, Rô.
Não sei se foi proposital você comparar com o Pai do Estado Novo. Mas é por aí.
Já o segundo caso, lembra-se do milhão de metros de tecido para o exército, que deveria ser produzido por uma indústria nacional, mas foi fornecido pela Coteminas, que o importou da China? Pois é, essa jogada custou muitos empregos no país. E a Coteminas é de quem? De quem? Acho que o moribundo será chamado às falas quando viajar para bem distante... E nessa linha, alguém já pensou que, sem o vice, o próximo na substituição é o Atchim?
Valha-nos a Padroeira!
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