Por Giulio SanmartiniAlguns fotos repórteres deixaram para o mundo registros emblemáticos, posso citar dois a de Joe Rosenthal, obtida em Iwo Jima, onde soldados estadunidenses depois de tê-la tomado erguem o mastro com a bandeira, uma fotografia que virou monumento. A outra foi conseguida por Alfred Eisenstaedt, O Dia da Vitória, quando as pessoas em Time Square (EUA) comemoravam o fim da Segunda Guerra, ele fotografou um marinheiro que beijava uma enfermeira. Estes dois já se foram embora, mas as fotografias imortalizaram-se.
Em 11 de março, dia em que completava 75 anos, foi embora o paraibano Alberto Ferreira. Apaixonado por futebol queria ser goleiro mas a baixa estatura o impediu de seguir esse sonho, resolveu ser fotógrafo e assim, o baixinho ficou um enorme foto repórter.
Para morrer escolheu Búzios, um dos lugares mais bonitos da costa brasileira, mas ele continuará vivo no instantâneo emblemático que fez do Rei Pelé, no Maracanã durante o jogo Brasil e Bélgica (1965). Fotografia que pela notoriedade mundial que alcançou, tornou-se o símbolo de Pelé e do próprio futebol.
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