Augusto Nunes escreve sobre a derrocada de igualdade perante a lei estabelecida na Constituição da República Federativa do Brasil de 1988 no seu artigo 5°.A diferença de igualdade na aplicação da lei Nunes chama ironicamente de um parágrafo secreto desse artigo, que foi usado sem pejo pelo Ministro César Peluzo, devolvendo à liberdade quatro colegas de profissão
Se valesse o que prescreve o artigo 5º da Constituição, todos receberiam tratamento idêntico. São iguais. Mas o parágrafo secreto avisa que figurões do Judiciário são mais iguais que os outros.
Peluzo ao que parece, não é um escroque como seus colegas, mas um corporativista nocivo. Sua forma de distribuir a lei mostra porque 80% da população brasileira reprova o desempenho do judiciário.
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