1 de mai. de 2007

Memórias de um Governo Desonesto - 1

Não demorou a cair a mascara da honestidade e da ética. Passados pouco mais que 15 dias de governo a bomba explodiu no colo ministro dos Transportes Anderson Adauto (foto). Ele assumiu o cargo por indicação do vice-presidente José Alencar, com a incumbência de moralizar o ministério, que havia “se transformado em um covil” durante a administração PMDB.
Todavia veio à luz um Comissão Parlamenta de Inquérito Municipal,em Ituruna (MG) pois a prefeitura havia sido saqueada em R$ 4 milhões. Entre as empresas acusadas do desvio de dinheiro estava a CPA, pertencente a Sérgio José de Souza e Rômulo Figueiredo, então assessores legislativos do deputado Anderson Adauto. Este, chegando a ministério ignorou o fato e nomeou Sérgio como seu assessor especial e Rômulo para o Departamento Nacional de Infra-estrutura (antigo Departamento de Estradas de Rodagem – DER).
Adauto se segurou até março de 2004, depois foi eleito prefeito de Uberaba (MG), admitindo em entrevista, que para tal fez uso de caixa 2, assim como em todas as campanhas que participou.
E dizer que esse foi o homem escolhido para moralizar o ministério. (G.S.)

2 comentários:

Anônimo disse...

A confissão de caixa 2 desse sujeito prova a impunidade e a ineficiência das leis de nosso país. Sou de Uberaba, tive a ignorancia e a ingenuidade de votar nesse sujeito. No entanto, apesar de todo esse histórico de condutas ilícitas, ele anda conseguindo fazer essa cidade crescer um pouco.

ma gu disse...

Apesar da conclusão certeira do uberabense anônimo, mostra claramente que o sapo tinha razão quando disse que os fins justificam os meios.
E isso deve servir para que o 'político profissional' em tela seja reeleito. É o nosso país...