Continuando a história mal contada do dia que chove carne em Ricardo de Albuquerque, bairro do Rio de Janeiro
A carne que virou churrasco em Ricardo de Albuquerque não deveria ter sido enterrada, como a Receita Federal ordenou. Segundo o Ministério da Agricultura, enterrar alimentos de origem animal para destruir o material apreendido não é um procedimento adotado no País. Ontem, a quantidade de carne jogada fora foi oficialmente informada: 76,17 toneladas, quase o suficiente para abastecer um churrasco para a cidade inteira de Volta Redonda, calculando 300 gramas para cada um dos 258 mil habitantes.
De acordo com a subchefe do Departamento de Inspeção de Produtos Animais do Rio, Célia Soares, o despejo do produto no Campo de Instrução de Gericinó, foi um fato incomum. “Ninguém dos nossos departamentos jogaria carne fora”, afirma a funcionária do Ministério da Agricultura. Segundo ela, mesmo contaminada pela febre aftosa a carne é enviada para uma fábrica de subprodutos para virar ração: “O ministério costuma acompanhar o transporte para evitar desvios de cargas até a carne ser incinerada. Depois, serve de ração”. Por Josie Jeronimo
Leia a matéria em O Dia online
A carne que virou churrasco em Ricardo de Albuquerque não deveria ter sido enterrada, como a Receita Federal ordenou. Segundo o Ministério da Agricultura, enterrar alimentos de origem animal para destruir o material apreendido não é um procedimento adotado no País. Ontem, a quantidade de carne jogada fora foi oficialmente informada: 76,17 toneladas, quase o suficiente para abastecer um churrasco para a cidade inteira de Volta Redonda, calculando 300 gramas para cada um dos 258 mil habitantes.De acordo com a subchefe do Departamento de Inspeção de Produtos Animais do Rio, Célia Soares, o despejo do produto no Campo de Instrução de Gericinó, foi um fato incomum. “Ninguém dos nossos departamentos jogaria carne fora”, afirma a funcionária do Ministério da Agricultura. Segundo ela, mesmo contaminada pela febre aftosa a carne é enviada para uma fábrica de subprodutos para virar ração: “O ministério costuma acompanhar o transporte para evitar desvios de cargas até a carne ser incinerada. Depois, serve de ração”. Por Josie Jeronimo
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