Por Fabiana Sanmartini
A ousadia democrática do tráfico chegou aos “sites” de relacionamento, no Orkut simpatizantes do ADA (Amigos dos Amigos) facção que atualmente chefia o Morro da Mineira (foto), no complexo do São Carlos, Estácio no Rio, votam para saber qual o próximo morro a ser invadido pela facção chefiada por “Coelho”. Nesta votação são indicados o Morro da Providência, no Centro e o Turano no Rio Comprido, este último tem a preferência do traficante. Veja bem, se nós sabemos disso e a polícia também, qual o problema para sufocar a investida antes que ela aconteça? Incompetência? Falta de armas compatíveis? Conivência? Onde está o remédio amargo do Governador?
Aguardando as câmeras de TV para dar a parecer que algo está sendo feito! Em abril, foi preso, com outros traficantes, Thiago de Melo Castro, o TH, um dos líderes da invasão do Morro da Mineira, ao chegarem à delegacia, “surpreendentemente” TH foi solto, porque não havia mandado de prisão contra ele, a arraia miúda foi encarcerada. Os policiais além da alegação da falta do mandato, informaram que só haviam prendido o grupo por falta de documentos. A corregedora Ivanete Fernanda Araújo, arquivou o processo alegando que os policiais agiram como haviam relatado. Ainda no Turano liderado pelo CV (Comando Vermelho) um grupo pediu “asilo” na Mineira (ADA), foram aceitos e estão sob proteção da outra facção. Veja-se que, guardando as diferenças gritantes, refugiados, até entre bandidos merecem proteção. Diferente do presidente da nação que fez questão de entregar ao “companheiro” Fidel os atletas que nos pediam asilo. Sabe-se lá o que será deles em Cuba agora!
O Rio de Janeiro está entregue ao poder paralelo, são inúmeras mortes, diariamente, em pseudo-confrontos e ações do tráfico por domínio de mais alguma comunidade. O governo desgoverna e preocupa-se não se sabe com o que, enquanto pagamos a conta e contamos os atentados do dia. Chegamos ao cúmulo de agradecer a Deus quando as vítimas são “apenas” baleadas e conseguem ser socorrida a tempo. A barbárie não pode tornar-se parte rotineira dos nossos dias. Precisamos como cariocas, exigir que algo seja feito, que sejam presos os coniventes, os bandidos, ainda que oficiais. Se a eleição para o novo alvo do tráfico é pública e sabidamente hoje, que a polícia, a Força Nacional as Forças Armadas ou quem quer que seja se antecipe e proteja os moradores destas comunidades.
Na zona oeste, carros são roubados diariamente, professores que dão aula no turno noturno, têm seus carros roubados com a maior sem cerimônia. Vamos partir do principio de que quem estuda à noite trabalha durante o dia e que neste percurso existem também escolas particulares. Os turnos tem tido baixa de alunos por conta da violência e os poucos professores que permanecem em seus postos, estão lá por muito mais que vocação, por heroísmo, ideais ou falta de juízo. Profissionais, estudantes, transeuntes têm família, em qualquer lugar do Rio. Durante os Jogos Pan Americanos uma patrulha da Força Nacional manteve-se no trajeto. Passado Pan, os bandidos organizam-se como algo em torno de dez homens armados até os dentes que fazem com que quem está retornando do trabalho, pela Avenida de Santa Cruz, Senador Câmara, precise retornar na contra mão, como perseguição de filmes policiais. A polícia já foi comunicada e sabe dos roubos, nada faz e ainda alega que se “se são dez homens de fuzil, eles não tem como encarar”. Se a polícia assume que não é competente para nos dar proteção, o Rio está nas mão de quem?
A ousadia democrática do tráfico chegou aos “sites” de relacionamento, no Orkut simpatizantes do ADA (Amigos dos Amigos) facção que atualmente chefia o Morro da Mineira (foto), no complexo do São Carlos, Estácio no Rio, votam para saber qual o próximo morro a ser invadido pela facção chefiada por “Coelho”. Nesta votação são indicados o Morro da Providência, no Centro e o Turano no Rio Comprido, este último tem a preferência do traficante. Veja bem, se nós sabemos disso e a polícia também, qual o problema para sufocar a investida antes que ela aconteça? Incompetência? Falta de armas compatíveis? Conivência? Onde está o remédio amargo do Governador?
Aguardando as câmeras de TV para dar a parecer que algo está sendo feito! Em abril, foi preso, com outros traficantes, Thiago de Melo Castro, o TH, um dos líderes da invasão do Morro da Mineira, ao chegarem à delegacia, “surpreendentemente” TH foi solto, porque não havia mandado de prisão contra ele, a arraia miúda foi encarcerada. Os policiais além da alegação da falta do mandato, informaram que só haviam prendido o grupo por falta de documentos. A corregedora Ivanete Fernanda Araújo, arquivou o processo alegando que os policiais agiram como haviam relatado. Ainda no Turano liderado pelo CV (Comando Vermelho) um grupo pediu “asilo” na Mineira (ADA), foram aceitos e estão sob proteção da outra facção. Veja-se que, guardando as diferenças gritantes, refugiados, até entre bandidos merecem proteção. Diferente do presidente da nação que fez questão de entregar ao “companheiro” Fidel os atletas que nos pediam asilo. Sabe-se lá o que será deles em Cuba agora!O Rio de Janeiro está entregue ao poder paralelo, são inúmeras mortes, diariamente, em pseudo-confrontos e ações do tráfico por domínio de mais alguma comunidade. O governo desgoverna e preocupa-se não se sabe com o que, enquanto pagamos a conta e contamos os atentados do dia. Chegamos ao cúmulo de agradecer a Deus quando as vítimas são “apenas” baleadas e conseguem ser socorrida a tempo. A barbárie não pode tornar-se parte rotineira dos nossos dias. Precisamos como cariocas, exigir que algo seja feito, que sejam presos os coniventes, os bandidos, ainda que oficiais. Se a eleição para o novo alvo do tráfico é pública e sabidamente hoje, que a polícia, a Força Nacional as Forças Armadas ou quem quer que seja se antecipe e proteja os moradores destas comunidades.
Na zona oeste, carros são roubados diariamente, professores que dão aula no turno noturno, têm seus carros roubados com a maior sem cerimônia. Vamos partir do principio de que quem estuda à noite trabalha durante o dia e que neste percurso existem também escolas particulares. Os turnos tem tido baixa de alunos por conta da violência e os poucos professores que permanecem em seus postos, estão lá por muito mais que vocação, por heroísmo, ideais ou falta de juízo. Profissionais, estudantes, transeuntes têm família, em qualquer lugar do Rio. Durante os Jogos Pan Americanos uma patrulha da Força Nacional manteve-se no trajeto. Passado Pan, os bandidos organizam-se como algo em torno de dez homens armados até os dentes que fazem com que quem está retornando do trabalho, pela Avenida de Santa Cruz, Senador Câmara, precise retornar na contra mão, como perseguição de filmes policiais. A polícia já foi comunicada e sabe dos roubos, nada faz e ainda alega que se “se são dez homens de fuzil, eles não tem como encarar”. Se a polícia assume que não é competente para nos dar proteção, o Rio está nas mão de quem?
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