Para seu segundo mandato, até agora malfadado, Lula teve uma votação que nem os mais otimistas imaginariam. Tudo funcionou como haviam planejados seus assessores de blindagem e corrupção. O escândalo do Mensalão, seria esquecido com uma punição a qualquer um e esta coube ao super ministro chefe da Casa Civil José Dirceu, assim tudo, como previsto, ficou certo. Dirceu fora do governo, mas delinqüindo com mais desenvoltura, haja vista que não precisa ira todos os dias ao Palácio.
Agora seria começar a governar e preparar o caminho para seu sucessor ou quem sabe, num golpe que lhe permita seu terceiro mandato. Mas o ano de 2007 como mostra Villas-Bôas Correa está irremediavelmente perdido: (G.S.)
“O Presidente Lula e a sua turma de confiança podem ir tratando de atualizar para o próximo ano os fantásticos planos de obras que mudariam a face do país: 2007 é mais um ano perdido.
O adiamento para 2008 do início para valer do mandato da reeleição apenas confirma a fácil previsão que rola, mês a mês, dia a dia, desde que o maior presidente etc mergulhou nas águas da euforia com a retumbante consagração dos mais de 58 milhões de votos que douram o bis.
Consumiu meses de festas e badalações na novela interminável da remontagem da equipe, da composição da assessoria direta aos ministros e secretários. Com a idéia fixa de garantir sólida base parlamentar, para a aprovação dos projetos que mudariam a face do Brasil, acabou sendo atropelado pela temporada dos escândalos, que jorraram em cascata de lama durante meses de agonia e apreensão.”
Leia a matéria no Jornal do Brasil online.
Agora seria começar a governar e preparar o caminho para seu sucessor ou quem sabe, num golpe que lhe permita seu terceiro mandato. Mas o ano de 2007 como mostra Villas-Bôas Correa está irremediavelmente perdido: (G.S.)“O Presidente Lula e a sua turma de confiança podem ir tratando de atualizar para o próximo ano os fantásticos planos de obras que mudariam a face do país: 2007 é mais um ano perdido.
O adiamento para 2008 do início para valer do mandato da reeleição apenas confirma a fácil previsão que rola, mês a mês, dia a dia, desde que o maior presidente etc mergulhou nas águas da euforia com a retumbante consagração dos mais de 58 milhões de votos que douram o bis.
Consumiu meses de festas e badalações na novela interminável da remontagem da equipe, da composição da assessoria direta aos ministros e secretários. Com a idéia fixa de garantir sólida base parlamentar, para a aprovação dos projetos que mudariam a face do Brasil, acabou sendo atropelado pela temporada dos escândalos, que jorraram em cascata de lama durante meses de agonia e apreensão.”
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