17 de nov. de 2007

Brasil já vai prá guerra

O Brasil não necessita de um submarino nuclear para proteger as riquezas naturais e o território contra a invasão de outros países ou de atentados terroristas, conforme defendeu na quinta-feira, feriado do Dia da Proclamação da República, o ministro de Defesa, Nelson Jobim. A avaliação é de especialistas em política internacional que participaram ontem de um seminário sobre segurança, realizado no Forte de Copacabana, Zona Sul do Rio.
O diretor da Associação para Políticas Públicas de Buenos Aires Diego Fleitas, o Brasil não necessita de um submarino nuclear para proteger as reservas de petróleo. "Para defender os recursos na costa brasileira, em princípio não há necessidade de um submarino nuclear", disse. De acordo com Fleitas, o submarino nuclear é estratégico para nações que queiram revidar o ataque de uma potência, ou até mesmo atacar, por causa do poder de alcance de grandes distâncias.
"Para defender algo que esteja a 400 quilômetros da costa, você não necessita de submarino nuclear. O mais importante é um projeto estratégico sem foco expansionista",

Leia a matéria na Tribuna da Imprensa online

3 comentários:

Anônimo disse...

Depois que o SbN britânico Conqueror afundou o Cruzador Belgrano argentino, na guerra das Malvinas, a esquadra dos hermanos achou melhor ficar atracada nos seus portos. Um submarino imobilizou toda uma força de superfície.

Anônimo disse...

Oi Giulio,
não entendi essa última frase:
"O mais importante é um projeto estratégico sem foco expansionista". Não parece que foi invertida a questão pelo argentino?
Essas estratégias de defesa com um único submarino nuclear e sem conhecimento tecnológico para fazer o armamento desse submarino é estranho.
Creio que nossas forças armadas têm capacidade para tomar essa decisão.
Índia e Paquistão têem a bomba e isso não resultou em nenhuma melhora social. Parece que só serviu para eles continuarem a eterna briga pela Cashimira, sem os EUA meterem o bedelho.
Abs

Anônimo disse...

Opinião de argentino sobre estratégia de Defesa brasileira , sei não... É como pedir à raposa para opinar sobre o projeto da cerca do galinheiro.