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O texto é subscrito por mais de 100 lideranças de movimentos, como João Pedro Stédile, da direção do Movimento dos Sem-Terra (MST), Plínio de Arruda Sampaio (PSOL), presidente da Associação Brasileira de Reforma Agrária (Abra), além de religiosos e professores universitários.
Em diversos momentos, a carta critica a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) por sua batalha contra a CPMF, no ano passado, e suas críticas ao aumento do IOF e da CSLL: "Estão mentindo quando dizem que a população será mais afetada pelo imposto, enquanto escondem que o maior custo das compras a prazo são as taxas de juros exorbitantes, sobre as quais se calam, pois são delas favorecidos", diz a carta.
Por meio de nota, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, afirmou que a entidade defende uma reforma tributária democrática e que o tema não pode ser abordado sob o enfoque anacrônico do confronto de classes. A Febraban, por intermédio de sua assessoria de imprensa, informou que não comentará o assunto.
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