23 de mar. de 2008

Bordel Brasil

Andréia Dias Schwartz, a cafetina brasileira detida desde 2006 em um presídio em Nova Jersey e deportada para o Brasil na semana passada e recebida como se fosse algo prestável e quase uma estrela, não fez sucesso apenas nos EUA, onde escândalos sexuais derrubam políticos corruptos. Segundo conta Jorge Serrão (no Alerta Total), antes de brilhar na prostituição de luxo em Nova York, Andréia teve envolvimento com pelo menos sete personalidades do alto escalão do Congresso brasileiro, nas festinhas de embalo que costumavam promover.
Além dos agora preocupados senadores e deputados, um magistrado aposentado, com fama de garanhão, foi um dos clientes vip de Andréia. A ordem que circula nos corredores do Congresso Nacional é para abafar o causo.
Andréia foi reconhecida como uma das freqüentadoras de grandes festinhas de embalo em Brasília, nos anos de 2004. A garota de programa ganhou tanto destaque que “conquistou” o incentivo e o patrocínio de seus “clientes políticos” vips para seguir carreira na América, onde chegou a virar cafetina (agenciadora de programas sexuais). Antes, Andréia já tinha atuado na Itália.
Em Brasília comenta-se que Andréia é cria de Jeany Mary Córner. A “empresária” que “organizava” festas para a turma do PT e seus convidados Vips, tudo pago pelas empresas MultiAction, DNA e SMP&B, do publicitário Marcos Valério.

6 comentários:

ma gu disse...

Alô, Adriana.

Não esqueça aquele dito:
Quem sai aos seus não degenera!
Então os políticos não precisam se preocupar. São tudo da mesma laia e não correm perigo...

Cantinho do Joe disse...

Mais interessante é ver a mídia recepcioná-la como uma grande estrela.Logo,logo vai receber uma proposta irrecusável da Playoy para posar nua.E vai rachar de vender.Pobre país...

Ralph J. Hofmann disse...

Joe
À parte o possível envolvimento com drogas acho que a moça deveria ser aplaudida em pé.
Conseguiu vencer na sua profissão de escolha.
Se um brasileiro vai para o exterior como eletricista e acaba dono de uma indústria de sistemas de ignição eletrônica nos Estados Unidos ele não é aplaudido?
Por que criticar essa moça que conseguiu pela sua experiência galgar os mais altos pináculos desta indústria de serviços?

Anônimo disse...

Segundo consta a passagem dela de volta na primeira classe foi "paga pelo bispo". É isso mesmo o Bispo Macedo, dono da Rede Record.

Anônimo disse...

Eu não sei se minha conterrânea é sindicalizada, pois existe um sindicato para essa categoria de profissionais.
Eu acredito que se a moça contratar um lobista, rapidamente consegue mudar o termo pejorativo de "cafetina" para "corretora de serviços de diversão".
Ela chegou em grande estilo aqui na terra,e a tempo de comer uma boa torta capixaba.
Em Brasília andam comendo muitas tortas por vias tortas.E ainda não levaram com uma torta na cara.
Viva a corretora capixaba, e que morram de inveja.

ma gu disse...

Alô, Ralph.

De se concordar com o que disse, menos na parte 'de pé' , ehehehehe.....