
Depois de duas horas de conversa com o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, o escritor colombiano Gabriel García Márquez desembarcou um tanto confuso do avião que os levara de Havana a Caracas. "Ainda não sei se Chávez é um herói popular ou se é apenas mais um maluco", confessou-se intrigado o autor de Cem anos de solidão. Se acompanhou com atenção a performance do líder bolivariano durante a crise desencadeada pela operação militar colombiana contra uma base das Farc no Equador, García Márquez já cravou a coluna dois. Quem homenageia com cantorias o inimigo que chamara para a guerra quatro dias antes, pode ser tudo. Menos bom da cabeça.
2 comentários:
Alô, Giulio.
Sem entrar no mérito da pessoa, e ficando apenas com o lado escritor do referido, com a situação atual do nosso continente, sentimo-nos todos como o Buendía em Macondo.
Acho que tiro esta charada de letra.
Bateu-ma aqui uma suspeita. Como todo comiunista que se preza o Garcia Marquez não trai os ícones que elegeu, nem que a vaca tussa. Então tendo se comprometido com o Macondense Fidel Castro lá nmas névoas do passado nunca se ouvirá o mesmo falar uma palavra contra Fidel.
Mas adotar mais um ícone pirado?
Um tipo cujo discurso evidentemente estaria melhor na boca de um interno da Pinel?
Aí é exigir lealdade demais do gabriel.
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