A ocupação foi pacífica, e o grupo pretende plantar feijão. "Estamos antecipando o ''abril vermelho'' e nada melhor do que uma Sexta-Feira Santa para decretar a morte do latifúndio e a libertação dos trabalhadores sem-terra", afirmou Sérgio Pantaleão, coordenador do MST.
No mês que vem, outras fazendas serão invadidas em protesto contra a lentidão da reforma agrária e o decreto do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), que regulariza terras devolutas. "Se querem regularizar é porque as terras são devolutas", resumiu o coordenador. As invasões de abril serão seletivas, com menos áreas ocupadas. "Não vamos trabalhar com quantidade", completou Pantaleão.
8 comentários:
Pacífico?
Com porrete,foice,machado,
cravinote, arcabuz,navalha, eu hein, que coisa medonha!
Uma mulher dessa deu uma foiçada no coronel que levou vinte pontos.
Vai ser pacífico assim com o Bush, que disse que seria um ataque com precisão cirúrgica, largou uma bomba lá no Iraque que pulverizou quatro quarteirões.
Uma mulher armada só com a língua já é uma temeridade,imaginem com uma foice.
Em tempo, na questão do plantio de feijão, acho que é treta,eles vão é plantar mandioca e elas plantar bananeira.
Cara Adriana. Mulher armada com a língua é um perigo, mesmo. A Bíblia está cheia de passagens sobre a língua da mulher. Mas existe uma solução: quem teme ao Senhor, por ela não será castigado. Sou uma estudiosa, não conhecedora, de alguns livros da Bíblia e gosto muito dos seus simbolismos. Por exemplo, uma das passagens que provam a existência da mediunidade é aquela em que Elias sobe aos céus e deixa seu espírito com Eliseu. E a prova de exímia maestria espiritual é Aarão (não Abraão) no deserto que, quando abre seu efod tem nele impresso todo sistema solar.
A minha experiência me mostrou que, pobres criaturas atrasadas que somos, não temos acesso à luz e, por este motivo, os avatares tomam o lugar do sol neste sistema solar que temos, que não é o de Aarão no efod (puríssimo, verdadeiro), para irem nos conduzindo aos poucos a suportar a luz do verdadeiro sol, no centro da cabala. No caso das mulheres, tais avatares, ainda hoje em ação, são Ester, Judite e Rute. No momento da crucifixão, temos as santas mulheres, que foram as primeiras a presenciarem a Ressurreição, na Páscoa. Bonito, não? Quantos anos de sofrimento para ir descobrindo isso, para saber conviver, às vezes, com muita solidão, à nossa -minha- incapacidade de ver a luz.
Quando temos que mexer nessa coisa tão baixa que são essas pessoas absolutamente desonestas, teríamos que considerar-nos, não o contraponto, mas os visionários desse sol que não vemos. E assim pautarmos nossas missões, por trás dos tênues véus que somente no-las sugerem.
Bem, aproveitei a originalidade sempre muito divertida e inteligente do Marreta, a quem já quero muito bem, como a todos vocês, para desejar uma feliz Páscoa a você, ao Cássio, aos outros vinte e não sei quantos, todos tão inteligentes, amáveis, educados, cultos, sei lá, irmãos de procura de luz.
Quando eu era mais religiosa, passava meus dias em oração, na Semana Santa. Agora, estou mais conformada com meus pequenos passos e, como estou com problema nas pernas e não posso plantar bananeira, como as mulheres do Marreta, , renovo meus votos, reverencio as avatares e tenho fé numa Ressurreição que se repete (simbolicamente?) todos os anos.
Feliz Páscoa a todos, mesmo!
Eu me referi a essas mulheres:
"Os fatos que a equipe desta página apurou nestes domingo, segunda e terça-feiras em Rosário e Livramento: o coronel Lauro Binsfield, acompanhado de 12 brigadianos, chegou à fazenda Tarumã por volta das 7 horas, uma hora após a invasão, e posicionou-se em um flanco, próximo das 900 mulheres, armadas com 315 foices novas (sem sinais de uso), 139 facões, 15 machadinhas, dez machados, nove enxadas, 23 escudos de lata e 50 de madeira. Discutia a forma de ação com seus comandados, quando a líder da Via Campesina, Irma Maria Ostroski, acompanhada de duas dezenas de companheiras, partiu para cima do comandante, foice em punho, em posição de ataque.
Enquanto uma se atirava ao chão, tentando atingir as canelas do coronel, Irma lançava a foice na direção do pescoço do comandante, para decapitá-lo. Binsfield tentou proteger-se da agressão, sendo golpeado no braço, rasgando-lhe a carne, que exigiria 20 pontos para ser suturada.
Apesar do mau corte da foto, dá para perceber a cena toda. É só prestar atenção nos detalhes.
Irma Ostroski, 36 anos, líder da Via Campesina, participou das ações em Porto Alegre, que resultaram na degola de outro brigadiano, o soldado Valdeci de Abreu Lopes. Ela também liderou a invasão, seqüestros e destruições nos laboratórios da Aracruz, em Eldorado do Sul."
Tirei isso no blog do Reinaldo.
Eu sei, Marreta, mas aproveitei os seus comentários para viajar na nossa Feliz Páscoa. Salute. De todos esse fatos horrorosos tentei dar um tom, vamos dizer assim, escatológico. É por causa da data, hehe.
Alô, Adriana.
Entrei só para incluir no rol da Rô (epa) uma avatar maltratada pela História, porque vivia num meio onde só quem tinha orgão masculino era respeitado, que foi Maria Madalena.
Quanto a esses pilantras do MST, apesar de detestar o regime, deveriam ser tratados como os chineses tratam os tibetanos...
Perdoem a digressão mas:
O Tibete quando da invasão chinesa, era um pacato país teocrático incrustado na cordilheira do Himalaia.Seu líder era o Dalai Lama, que era reconhecido como a reencarnação do Dalai Lama anterior.A religião daquele povo,foi mais um modo de vida que uma religião propriamente dita, o "Lamaismo Tibetano"eles acreditavam na reencarnação e levavam um modo de vida austero devido ao clima inóspito da região; Nos monastérios,conventos ou eremitérios os lamas serviam de balizamento para as relações sociais do povo.De hábitos simples os lamas se alimentavam basicamente de tsampa, uma base de cevada moida com chá da Índia. Eles não comiam carne e não sacrificavam quaisquer animais.
Esse pacato povo foi brutalmente invadido pelas hordas chinesas que patrocinaram vandalismo de toda ordem, visando romper com a cultura deles.O Dalai Lama teve que abandonar Lhasa e se refugiar na Índia e depois no ocidente.Desde a decada de 50 esse Líder tenta sensibilizar a opinião pública mundial para resolver essa questão.
Eu pessoalmente, o James tenho um respeito profundo por aquele homem.A humanidade certamente seria muito melhor se houvesse mais Dalais Lamas, no lugar dos guerreiros de hoje.
Alô, Marreta.
Uma digressão muito boa, bem no espírito da época.
Eu é que saí fora desse espírito mas, ainda ganho uma indulgência pois, contra minha vontade, sou presidido (ou fo...) por um energúmeno de nove dígitos, no meio de tantos outros de dez dígitos reunidos por elle.
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