Operação-abafa livrou ontem o presidente Lula de um ato de protesto que movimentos populares chegaram a articular contra mudanças na direção do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) em Campo Grande. Para evitar constrangimentos ao presidente, o governador de Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (PMDB), se antecipou e fez contatos com a cúpula das entidades que estavam mobilizadas, entre elas a CUT-MS e a coordenação estadual do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST).Puccinelli ponderou sobre a impertinência de uma manifestação hostil ao presidente, de quem é aliado. O peemedebista chamou Lula de "o maior governador que o Mato Grosso do Sul já teve". O próprio Lula decidiu se reunir com os líderes das organizações, o que ocorreu ainda na Base Aérea de Campo Grande, onde ele chegou às 9h15.
Durante cerca de 40 minutos, o presidente ouviu os apelos de seus interlocutores, que lhe entregaram uma carta com 10 pontos de reivindicação. (leia mais na Tribuna da Imprensa)
2 comentários:
Mais um ato ditatorial, mais um ato pela força. Vê se ele pisa em SP?
Caro Giulio, caro Chacon. Vai haver uma hora em que ele não poderá mais aparecer em público. Aí, ele vai morrer de depressão, porque, apesar dos luxos, das comilanças e das bebelanças, não vai mais poder desfilar sua paranóia nem os 70,000,00 mensais de ternos que usa para fazer suas palancadas. Os pilotos do aerolula, naturalmente, vão continuar a ganhar uma fortuna ilegalmente para jogar baralho...
Beleza de ditadorzinho bufão no terceiro mandato... comprando a mprensa para fingir que tem prestígio.
Postar um comentário