Os novos feitores do voto
Villas-Bôas Corrêa no Jornal do Brasil
A proximidade do primeiro teste eleitoral sem a candidatura de Lula para puxar a carroça da legenda, açulou o receio dos dirigentes petistas – entorpecidos pelo súbito enriquecimento com a vasta distribuição de ministérios, secretárias e a jóia de ouro e diamante das autarquias invadidas nos avanços a todas as vagas disponíveis ou criadas – para o risco de uma derrota nas urnas municipais que acabe com a festança ou crie embaraços à fruição do deslumbramento do poder.
Desculpa-se a fraqueza humana, mas, até o limite do bom senso e da compostura. No momento, a histeria, nos níveis diversos da moléstia, espalha-se do Palácio do Planalto pelos muitos cômodos ocupados pelo PT e contamina os aliados.
O comportamento do presidente Lula na reunião do Conselho Político é francamente assustador. No enquadramento do governo e da base parlamentar na disciplina de tropa em tempo de guerra, atropela as mais comezinhas normas da civilizada convivência política.
Para começo do papo, exigiu da maioria governista, negociada com pagamento à vista das melhores fatias do bolo do poder, que aprove sem tugir nem mugir, as 14 medidas provisórias que trancam a pauta do Congresso, paralisado há meses, no conformismo abúlico de quem digere o farto banquete com o bolso recheado.
Para não ser acusado de intransigente, admite negociar mudanças na tramitação das MPs, propostas pela emenda constitucional engasgada no Congresso. Mas, deixa explícito que não aceita conversa sobre mudança no trancamento da pauta que engasga o Congresso.
(*) Foto: Luiz Eduardo Greenhalgh
Villas-Bôas Corrêa no Jornal do Brasil
A proximidade do primeiro teste eleitoral sem a candidatura de Lula para puxar a carroça da legenda, açulou o receio dos dirigentes petistas – entorpecidos pelo súbito enriquecimento com a vasta distribuição de ministérios, secretárias e a jóia de ouro e diamante das autarquias invadidas nos avanços a todas as vagas disponíveis ou criadas – para o risco de uma derrota nas urnas municipais que acabe com a festança ou crie embaraços à fruição do deslumbramento do poder.Desculpa-se a fraqueza humana, mas, até o limite do bom senso e da compostura. No momento, a histeria, nos níveis diversos da moléstia, espalha-se do Palácio do Planalto pelos muitos cômodos ocupados pelo PT e contamina os aliados.
O comportamento do presidente Lula na reunião do Conselho Político é francamente assustador. No enquadramento do governo e da base parlamentar na disciplina de tropa em tempo de guerra, atropela as mais comezinhas normas da civilizada convivência política.
Para começo do papo, exigiu da maioria governista, negociada com pagamento à vista das melhores fatias do bolo do poder, que aprove sem tugir nem mugir, as 14 medidas provisórias que trancam a pauta do Congresso, paralisado há meses, no conformismo abúlico de quem digere o farto banquete com o bolso recheado.
Para não ser acusado de intransigente, admite negociar mudanças na tramitação das MPs, propostas pela emenda constitucional engasgada no Congresso. Mas, deixa explícito que não aceita conversa sobre mudança no trancamento da pauta que engasga o Congresso.
(*) Foto: Luiz Eduardo Greenhalgh
2 comentários:
O Greenhalgh está ficando cada dia mais parecido com o P.C. Farias.
Alô, Ralph.
E a forma de ação é a mesma. Vide a legislação que ele conseguiu aprovar pelos 'cumpanheros correligionários' (cabe outra palavra, mas vou ser politicamente correto) para montar a indústria de indenizações.
Já dá até para ele andar de Rolls sem capota com motorista vestindo libré e luvas brancas!
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