Não que eu queira defender o hábito de fumar. Fumo cachimbo desde a adolescência, meus pulmões são limpinhos como de bebê, mas reconheço que melhor teria sido nunca começar. Diminuí meu consumo de fumo, mas não pretendo abandonar meus velhos companheiros cachimbos. De qualquer forma as opções para fumar estão cada vez mais raras, o que por si só é um limitante. Por outro lado descobri o prazer de não carregar sempre a parafernália do fumante. Tendo decidido normalmente só fumar em casa e à noite posso sair com uma carteira, um celular fininho e as chaves da casa. Muito confortável.
Também estou feliz, pois o condicionamento das escolas que meus filhos freqüentaram evitou que algum deles se viciasse em nicotina. E que por amor ao pai tolerem o meu vício.
Mas acho que o caminho tomado pelos antitabagistas em explicar pelo custo econômico do tratamento aos consumidores de tabaco, à luz das atuais finanças é realmente totalmente espúrio.
Acabo de ler que a Fundação Oswaldo Cruz estima em R$ 300 milhões o tratamento das doenças. Parece um número alto não?
Realmente, é um alto valor. Contudo, quanto rendem os impostos sobre o tabaco aos diferentes níveis do governo? Acima de R$ 35 bilhões. Quase um IPMF. Ano após ano, sem nenhuma resistência à sua aplicação. Provavelmente o álcool recolha ainda mais. No caso do tabagismo, o número de fumantes diminuiu 40% nos últimos 18-20 anos. No andar da carruagem podemos supor que nos próximos 20 anos caiam ainda mais em termos relativos.
Ou seja, a acreditar no Sr. Lula, estes valores (1 IPMF) são imprescindíveis para a operação do governo.
Parece-me que, considerando que através dos tempos o governo tem sido o sócio comanditário da indústria do fumo (aquele que inclusive participa dos lucros e não dos riscos), melhor seria destinar quantias realmente significativas para que se evite o tabagismo nas pessoas que estão nascendo, e educar os fumantes para evitar sujeitar não fumantes ao fumo passivo, do que perseguir efetivamente os fumantes.
Os fumódromos devem ser decentes. Bonitos arejados e mantidos limpos. Afinal, a classe dos fumantes é um melhor contribuinte do que a maioria das grandes empresas. Os impostos efetivamente são punitivos, ou seja o pobre fumante é condenado por todos os males sem se considerar sua contribuição, dia-após-dia, mês-após-mês, ano-após-ano aos cofres públicos.
Minha geração sofreu uma lavagem cerebral que a levou a ser de fumantes. Executada pela indústria, mas encorajada pelos governos.
Será que é demais pedir agora que permitam que uma geração ou duas passem para eliminar o flagelo.
E será que o governo nos podia nos dar boa governança para que dependamos menos do fumo como consolo antes os desmandos e as desgraças que o governo atual patrocine. Um homem feliz não precisa tanto do fumo (e do álcool) para esquecer que sua sobrevivência de pende de um Lula, uma Dilma, um PMDB, e outros partidos do Justo Veríssimo.
Acabo de ler que a Fundação Oswaldo Cruz estima em R$ 300 milhões o tratamento das doenças. Parece um número alto não?
Realmente, é um alto valor. Contudo, quanto rendem os impostos sobre o tabaco aos diferentes níveis do governo? Acima de R$ 35 bilhões. Quase um IPMF. Ano após ano, sem nenhuma resistência à sua aplicação. Provavelmente o álcool recolha ainda mais. No caso do tabagismo, o número de fumantes diminuiu 40% nos últimos 18-20 anos. No andar da carruagem podemos supor que nos próximos 20 anos caiam ainda mais em termos relativos.
Ou seja, a acreditar no Sr. Lula, estes valores (1 IPMF) são imprescindíveis para a operação do governo.
Parece-me que, considerando que através dos tempos o governo tem sido o sócio comanditário da indústria do fumo (aquele que inclusive participa dos lucros e não dos riscos), melhor seria destinar quantias realmente significativas para que se evite o tabagismo nas pessoas que estão nascendo, e educar os fumantes para evitar sujeitar não fumantes ao fumo passivo, do que perseguir efetivamente os fumantes.
Os fumódromos devem ser decentes. Bonitos arejados e mantidos limpos. Afinal, a classe dos fumantes é um melhor contribuinte do que a maioria das grandes empresas. Os impostos efetivamente são punitivos, ou seja o pobre fumante é condenado por todos os males sem se considerar sua contribuição, dia-após-dia, mês-após-mês, ano-após-ano aos cofres públicos.
Minha geração sofreu uma lavagem cerebral que a levou a ser de fumantes. Executada pela indústria, mas encorajada pelos governos.
Será que é demais pedir agora que permitam que uma geração ou duas passem para eliminar o flagelo.
E será que o governo nos podia nos dar boa governança para que dependamos menos do fumo como consolo antes os desmandos e as desgraças que o governo atual patrocine. Um homem feliz não precisa tanto do fumo (e do álcool) para esquecer que sua sobrevivência de pende de um Lula, uma Dilma, um PMDB, e outros partidos do Justo Veríssimo.
Um comentário:
Alô, Ralph.
Descobri mais um aspecto de identidade contigo. Fumei cachimbo muitos anos, tinha uma coleção de 12, nacionais, italianos, franceses, ingleses, etc. Mas o alcatrão do fumo me causou uma periodontite, levando à perda dos dentes superiores da frente, e tive de parar. Fiquei dez anos sem fumar mas, tendo me livrado da doença, fui burro o suficiente para voltar e agora uso cigarro de palha...
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