Por Plínio Zabeu
É extremamente difícil ser um presidente. No caso de presidir um empreendimento de sua propriedade ou em conjunto a outros sócios, até que pode muito bem tomar as decisões necessárias ao bom andamento da empresa. Já no caso de presidir algo que não lhe pertence, tudo muda e fica deveras impossível de se sair bem em todos os aspectos.
Esta assertiva vale para todos os casos. Desde a direção de pequenos, médios ou grandes Clubes, síndico de condomínios, passando por prefeitos, governadores e até o cargo máximo de um país.
Nas condições expostas ele será o responsável pela existência do bem ou do mal, sem ser proprietário. E assim estará permanentemente sujeito a comentários que poderão ir da crítica seguida até ao elogio, sendo esta situação tão pouco freqüente que chega a constituir exceções.
São inúmeros os exemplos e diariamente temos conhecimento – particularmente em situação de democracia – de tais ocorrências.
Quem tem um nível suficiente de entendimento conseguirá de certa forma analisar as informações e tirar suas conclusões da maneira mais lógica possível. Deste modo estará em condições de manter o apoio dado pelo seu voto ou então, na oportunidade seguinte, escolher um outro dirigente. Infelizmente este contingente não é a maioria dos eleitores.
É extremamente difícil ser um presidente. No caso de presidir um empreendimento de sua propriedade ou em conjunto a outros sócios, até que pode muito bem tomar as decisões necessárias ao bom andamento da empresa. Já no caso de presidir algo que não lhe pertence, tudo muda e fica deveras impossível de se sair bem em todos os aspectos.
Esta assertiva vale para todos os casos. Desde a direção de pequenos, médios ou grandes Clubes, síndico de condomínios, passando por prefeitos, governadores e até o cargo máximo de um país.Nas condições expostas ele será o responsável pela existência do bem ou do mal, sem ser proprietário. E assim estará permanentemente sujeito a comentários que poderão ir da crítica seguida até ao elogio, sendo esta situação tão pouco freqüente que chega a constituir exceções.
São inúmeros os exemplos e diariamente temos conhecimento – particularmente em situação de democracia – de tais ocorrências.
Quem tem um nível suficiente de entendimento conseguirá de certa forma analisar as informações e tirar suas conclusões da maneira mais lógica possível. Deste modo estará em condições de manter o apoio dado pelo seu voto ou então, na oportunidade seguinte, escolher um outro dirigente. Infelizmente este contingente não é a maioria dos eleitores.
(*) Ilustração: Proclamação da República
Os Estados Unidos, nação – até agora – mais forte em praticamente todos os pontos de vista, como poderes econômico e militar, avanço extraordinário no progresso científico, condições melhores de vida, vez por outra se tornam vítimas da sua própria direção. Para não nos alongarmos muito, basta levarmos em conta a despesa mensal com as guerras do Iraque e do Afeganistão: 5 bilhões de dólares por mês, desde 2001. Claro que tal importância teria que sair da economia. Hoje o país está a caminho de uma brutal recessão que lembra o triste ano de 1929.
Na América Latina Hugo Chávez resolveu fundar um novo tipo de “socialismo”. Conseguiu o apoio dos vizinhos Equador, Peru, Brasil e Bolívia. Sem respeitar ninguém e, com a ajuda dos narcotraficantes mais os milhões do petróleo, quase consegue um enfrentamento militar. Felizmente o bom sendo falou mais alto. Hoje ele é repudiado por 70% da população venezuelana.
Assim são os dirigentes que se preocupam com interesses próprios ou de amigos e se esquecem da responsabilidade por algo que não é seu.
Esta é a origem principal de todos os malefícios da política. No Brasil é muito evidente. Só não vê quem não quer...
Na América Latina Hugo Chávez resolveu fundar um novo tipo de “socialismo”. Conseguiu o apoio dos vizinhos Equador, Peru, Brasil e Bolívia. Sem respeitar ninguém e, com a ajuda dos narcotraficantes mais os milhões do petróleo, quase consegue um enfrentamento militar. Felizmente o bom sendo falou mais alto. Hoje ele é repudiado por 70% da população venezuelana.
Assim são os dirigentes que se preocupam com interesses próprios ou de amigos e se esquecem da responsabilidade por algo que não é seu.
Esta é a origem principal de todos os malefícios da política. No Brasil é muito evidente. Só não vê quem não quer...
Um comentário:
Alô, Giulio.
É bem por aí. É claro que todos os inscritos nas bolsas preferem continuar não vendo, porque só sabem olhar para o próprio umbigo, para continuar sendo beneficiados. E assim, provavelmente, vamos continuar neste barco furado. O problema será se o barco furado afundar. Daí, eles irão junto. E não veem isso...
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