23 de mar. de 2008

Um bando de criminosos

Por Conta do Bonifácio
Dora Kramer no Jornal Cruzeiro do Sul

Os sem-terra fazem o que querem, o Estado dá de ombros e os agredidos que procurem seus direitos na Justiça. Esta tem reiterado a existência de uma situação de ilegalidades em série
O MST e suas variações campesinas não têm hoje nem de longe a importância que já tiveram quando eram vistos como a encarnação do bem na luta dos desvalidos por justiça social. Impunham medo ao poder público, que não queria ser o algoz dos oprimidos.
Faziam sucesso nas pesquisas de opinião, eram convidados de honra nos ambientes bem pensantes, chegaram mesmo a exercer certa influência no cenário político. Chegou-se a cogitar que fundariam um partido, ao molde da trajetória do movimento sindical renascentista que resultou no PT.
Com o passar do tempo, o recrudescimento das ações meramente ilegais e a desconexão destas com qualquer coisa parecida com reforma agrária - cujo sentido de anacronismo também foi se tornando óbvio -, o movimento perdeu o encanto revolucionário, passou a ser visto como um ajuntamento de malfeitores.
Hoje não conta mais como ator político, em boa medida porque o governo Luiz Inácio da Silva adotou a estratégia de deixar o MST e adjacências falando sozinhos, sem estabelecer com eles nenhuma interlocução oficial nem para repreender nem para apoiar suas ações.
(*) Foto: Lula com o Boné do MST

2 comentários:

Anônimo disse...

Prezado Giulio e amigos leitores, vale a pena lerem o conteúdo do:

http://bootlead.blogspot.com/2008/03/brasileiros-este-o-seu-presidente.html

Mostra o que este sujeito é: Psicopata.

ma gu disse...

Alô, Antonio

Sua remessa ao endereço do Bootlead foi excelente. A única coisa em que ele se enganou foi na datação. Falou em duas décadas. Na verdade, o treinamento do mentiroso patológico vem de mais de TRES décadas...

Aproveitando a sua deixa, e porque hoje é domingo, vou ampliar um pouco, contando com a paciência dos 26?????

O sócioPaTa !

O pesquisador canadense Robert Hare, um dos maiores especialistas do mundo em sociopatia criminosa, os caracteriza como "predadores intra-espécies que usam charme, manipulação, intimidação e violência para controlar os outros e para satisfazer suas próprias necessidades. Em sua falta de consciência e de sentimento pelos outros, eles tomam friamente aquilo que querem, violando as normas sociais sem o menor escrúpulo, senso de culpa ou arrependimento."

Os sociopatas são incapazes de aprender com a punição, e de modificar seus comportamentos. Quando eles descobrem que seu comportamento não é tolerado pela sociedade, eles reagem escondendo-o, mas nunca o suprimindo, e disfarçando de forma inteligente as suas características de personalidade. Por isso, os psiquiatras usaram no passado o termo "insanidade moral".
Um sociopata clássico foi Donatien-Alphonse-François de Sade, conhecido como Marquês de Sade, pelas preferências sexuais perversas.

O indivíduo sociopata geralmente exibe um charme superficial para as outras pessoas e tem uma inteligência acima da média. Não mostra sintomas de outras doenças mentais, tais como neuroses, alucinações, delírios, irritações (às vezes) ou psicoses. Eles podem ter um comportamento tranqüilo no relacionamento social normal e têm uma considerável presença social e boa fluência verbal, independentemente de conhecimentos profundos em lingüagem. Em alguns casos, eles são os líderes sociais de seus grupos. Muito poucas pessoas, mesmo após um contato duradouro com os sociopatas, são capazes de imaginar o seu "lado negro", o qual a maioria dos sociopatas é capaz de esconder com sucesso durante sua vida inteira, levando a uma dupla existência.

Pena que essa denominação 'insanidade moral' ficou no passado. Alguém aqui já leu uma descrição e definição tão perfeita do apedeuta eneadáctilo com desvio ótico que ora nos infelicita?

PS: A maior parte do texto não é meu, porque não sou da área médica. É de Renato M.E. Sabbatini, PhD; com algumas inserções minhas.