29 de mar. de 2008

Um perfil mais amplo da secretária executiva da Dilma Roussaff

Surgiu-me agora uma boa foto da picareta Erenice Alves Guerra, apesar de ter publicado nota sobre o assunto, vou publicá-la para tornar mais amplo o conhecimento dessa funcionária pública que deveria estar na cadeia.
Num país marcado desde o início por Benedita da Silva, passando por Waldomiro Diniz, José Dirceu e sua quadrilha, sem esquecer dos “aloprados”, Eunice representa o escândalo sobre o escândalo, urge que a impunidade tenha um fim, pois caminha-se célere para um caminho sem retorno. (G.S.)
Leia abaixo "Erenice Alves Guerra" por Toinho de Passira:

Secretária-executiva de Dilma Rousseff desde junho de 2005. Substitui a ministra quando ela está fora de Brasília como se vê por ocasião dessa foto de José Cruz da Agência Brasil, em fevereiro do ano passado, onde aparece como interina da Casa Civil.
Recebe R$ 10.684,43 mensais por isso, quase o mesmo que a ministra. Segundo decreto nº 5.135, de 7 de julho 2004, compete à secretaria-executiva: assessorar o ministro, orientá-lo no controle dos trabalhos da Casa Civil, na definição de diretrizes e na implementação das ações da sua área de competência; e supervisionar e coordenar as atividades administrativas da presidência da república e supletivamente da vice-presidência da República.
Leia-se: Erenice é o braço direito de Dilma.
A parceria entre Dilma e Erenice, porém, vem de longa data. Formada em Direito pelo Centro de Ensino Unificado de Brasília (CEUB) e especialista em Direito Sanitário pela Universidade de São Paulo (USP) e em Direito na Contemporaneidade pela Universidade de Brasília (UnB), Erenice já foi consultora jurídica do Ministério de Minas e Energia, quando este era comandado por Dilma. Ficou por lá três anos – de 2003 a 2006.
As duas, em contrapartida, não abandonaram algumas benesses do setor elétrico ao se mudarem para o Palácio do Planalto. Participam, por exemplo, de conselhos da Petrobrás. Dilma, da administração. Erenice, do conselho fiscal. Hoje, aos 48 anos, Erenice também é membro de dois outros conselhos - da Companhia Hidrelétrica do São Francisco (Chesf) e da Eletronorte – estatal que dirigiu entre 1981 e 1994. Recebe R$ 4,5 mil extras de cada conselho que participa.
Os laços entre Erenice e Dilma também estão no partido a que são filiadas. Ambas do PT. Aliás, Erenice era assessora jurídica do PT do Distrito Federal à época que Cristovam Buarque, hoje senador pelo PDT, era governador – entre 1995 e 1999. Pouco antes de servir ao governo da capital, Erenice também atuou na assessoria jurídica da bancada do PT na Câmara dos Deputados.

Um comentário:

Anônimo disse...

Interessante trajetória. Será que a amiga se ofereceu em sacrifício pela Dilma, para inocentá-la, ou a traiu?