Conselho Nacional de Justiça (CNJ) decidiu, ontem, por unanimidade, rever a decisão do Tribunal de Justiça do Pará de não instaurar processo administrativo disciplinar contra a juíza Clarice Maria de Andrade.
A possibilidade de abertura do processo havia sido cogitada porque a juíza decidiu mandar para a prisão uma menina de 15 anos de idade, colocada numa cela com mais de 30 homens durante quase um mês, na cadeia pública de Abaetetuba (PA).
O pedido de instauração da revisão disciplinar foi feito pelo corregedor nacional de Justiça, ministro César Asfor Rocha, na abertura da sessão plenária do CNJ. Rocha alegou que a decisão do tribunal do Pará, tomada na última quarta-feira, contraria as provas contidas nos autos. Depois de aceito por unanimidade, o pedido será distribuído a um dos conselheiros na próxima reunião do CNJ, no próximo dia 15.
A denúncia apresentada pelo corregedor-geral do Estado do Pará, desembargador Constantino Guerreiro, contra a juíza que, na época, era da Comarca de Abaetetuba, afirma que a magistrada infringiu a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman), o Código Judiciário do Estado do Pará e resolução do CNJ. (leia mais no Jornal do Brasil)
A possibilidade de abertura do processo havia sido cogitada porque a juíza decidiu mandar para a prisão uma menina de 15 anos de idade, colocada numa cela com mais de 30 homens durante quase um mês, na cadeia pública de Abaetetuba (PA).O pedido de instauração da revisão disciplinar foi feito pelo corregedor nacional de Justiça, ministro César Asfor Rocha, na abertura da sessão plenária do CNJ. Rocha alegou que a decisão do tribunal do Pará, tomada na última quarta-feira, contraria as provas contidas nos autos. Depois de aceito por unanimidade, o pedido será distribuído a um dos conselheiros na próxima reunião do CNJ, no próximo dia 15.
A denúncia apresentada pelo corregedor-geral do Estado do Pará, desembargador Constantino Guerreiro, contra a juíza que, na época, era da Comarca de Abaetetuba, afirma que a magistrada infringiu a Lei Orgânica da Magistratura Nacional (Loman), o Código Judiciário do Estado do Pará e resolução do CNJ. (leia mais no Jornal do Brasil)
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