O governo venezuelano comunicou que o salafra Hugo Chávez tomou a decisão de assumir o controle da companhia siderúrgica Sidor.
Atualmente, o governo tem 20% de participação da companhia, os trabalhadores controlam outros 20% e os 60% restantes pertencem à Ternium, com sede em Luxemburgo, mas controlada pelo grupo industrial argentino Techint. Porém, 60% das ações da Ternium-Sidor pertencem ao Consórcio Amazônia e desse total, 16,6% das ações pertence à brasileira Usiminas, a maior siderúrgica brasileira.
A justificativa para a nacionalização foi dada pelo vice-presidente Ramón Carrizales, que afirmou que a companhia adota um regime trabalhista semi-escravo e prepotênte.
O Estado venezuelano recebeu US$ 1,2 bilhão por sua venda, em 1997, dois anos antes da chegada de Chávez ao poder. A infra-estrutura da empresa é composta por 20 instalações onde se produz aço, laminados a quente e a frio, ferro e encanamentos.
Segundo o jornal Clarín, representantes do grupo argentino Techint, pediu que a presidente Cristina Fernández, "defienda el capital nacional".
Hummmm! Quero só ver qual será a reação da Barbie brega das zaméricas!
2 comentários:
E que ninguém se aflija com nossos interesses internacionais, temos o gaúcho Jobim mais armado que a sexta frota americana, embora com uma cobra nas mãos,e que, nem que o minuano esquente tudo ele resolve na BALA.
Já podemos da pátria filhos,ver contentes,o marechal de campo reconvocar o Exército de Brancaleone.
Só quero lembrar que o Bin Chavez tá comprando submarinos e havia ouvido uma notícia que eram nucleares..
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