Por Orlando Sabka – Rondonópolis/MTAssisti ao filme “10.5 – O dia que a Terra não agüentou”, pela segunda vez e novamente fiquei muito emocionado. E quem não fica ante a gigantesca tragédia? Mexe com o nosso íntimo e dá o que pensar. Contra as forças da natureza não há resistência. Ficamos totalmente indefesos e impotentes, a mercê dos acontecimentos.
Trata-se de um filme de ficção, mas com enorme possibilidade de um dia vir acontecer de fato, pois se trata da costa Oeste dos Estados Unidos, na Califórnia, cidades de São Francisco e Los Angeles e demais existentes entre as duas, cuja população do estado é superior a 35 milhões de habitantes. A Califórnia é o estado mais populoso e rico dos Estados Unidos. Somente o seu PIB (Produto Interno Bruto) é superior ao do Brasil.
O filme foi inspirado na falha de San Andreas, que consiste numa falha geológica tangencial, que percorre o estado da Califórnia numa extensão de 1290 km. E é famosa por produzir terremotos grandes e devastadores e marca um limite entre a placa do Pacífico e a placa norte-americana. Em 1906 a cidade de São Francisco sofreu um terremoto de grandes proporções. Morreram na ocasião mais de 3.000 pessoas e a cidade ficou arrasada
Mas, voltando ao filme, mostra o quanto um terremoto é destruidor, destruiu grande parte da cidade de Los Angeles. A falha de San Andreas engoliu grandes extensões de terras, cobrindo-as com águas do Oceano Pacífico, separando uma grande faixa de terras do continente, engolindo-as, formando uma enorme ilha. Milhares de pessoas pereceram nessa tragédia e outras tantas ficaram apenas com a roupa do corpo.
Cenas dramáticas e chocantes, mas enaltece a luta pela sobrevivência e pela vida até aos extremos. Mesmo os norte-americanos, dispondo de tecnologias sofisticadas, nada podiam fazer contra as forças descomunais da natureza, apenas amenizar os efeitos, enterrar os mortos e reconstruir o que foi destruído. Um terremoto emite sinais, mas nunca se sabe quando pode acontecer de maneira intensa, com grau máximo de destruição.
De acordo com o especialista Yuri Fialko, do Instituto de Oceanografia Scripps e do Instituto de Geofísica Planetária da Universidade da Califórnia, em artigo publicado na revista científica britânica “Nature”, afirma “que a falha de San Andreas alcançou um ponto de tensão crítico em sua parte sul, perto de Los Angeles, o que poderia provocar o chamado “Big One”, um terremoto devastador”.
“Não é possível prever exatamente quando o terremoto acontecerá”, afirmam especialistas e que, um tremor de magnitude 7,6 ou mais na escala Richter, na região de Los Angeles, poderia matar dezenas de milhares de pessoas, pois é uma área densamente povoada, e causar também vários bilhões de dólares de prejuízo.
Esse filme retrata uma possibilidade que poderá ocorrer a qualquer momento. É a arte retratando a vida e vida imitando a arte, a tal ponto que ambas vivem o mesmo drama, seja nas telas de cinema ou na vida real.
Terremotos de grandes proporções não acontecem no Brasil, apenas leves tremores, devido à acomodação de terras e rochas em camadas mais profundas, pois estamos sob uma gigantesca placa tectônica. Nesse sentido somos abençoados, como também livre dos ciclones e terríveis tempestades tão comuns no Hemisfério Norte.
Cenas dramáticas e chocantes, mas enaltece a luta pela sobrevivência e pela vida até aos extremos. Mesmo os norte-americanos, dispondo de tecnologias sofisticadas, nada podiam fazer contra as forças descomunais da natureza, apenas amenizar os efeitos, enterrar os mortos e reconstruir o que foi destruído. Um terremoto emite sinais, mas nunca se sabe quando pode acontecer de maneira intensa, com grau máximo de destruição.
De acordo com o especialista Yuri Fialko, do Instituto de Oceanografia Scripps e do Instituto de Geofísica Planetária da Universidade da Califórnia, em artigo publicado na revista científica britânica “Nature”, afirma “que a falha de San Andreas alcançou um ponto de tensão crítico em sua parte sul, perto de Los Angeles, o que poderia provocar o chamado “Big One”, um terremoto devastador”.
“Não é possível prever exatamente quando o terremoto acontecerá”, afirmam especialistas e que, um tremor de magnitude 7,6 ou mais na escala Richter, na região de Los Angeles, poderia matar dezenas de milhares de pessoas, pois é uma área densamente povoada, e causar também vários bilhões de dólares de prejuízo.
Esse filme retrata uma possibilidade que poderá ocorrer a qualquer momento. É a arte retratando a vida e vida imitando a arte, a tal ponto que ambas vivem o mesmo drama, seja nas telas de cinema ou na vida real.
Terremotos de grandes proporções não acontecem no Brasil, apenas leves tremores, devido à acomodação de terras e rochas em camadas mais profundas, pois estamos sob uma gigantesca placa tectônica. Nesse sentido somos abençoados, como também livre dos ciclones e terríveis tempestades tão comuns no Hemisfério Norte.
Um comentário:
Deus é brasileiro? Foi brasileiro quando escolheu o lugar, mas aí vieram uns petistas e ...
Alexandre
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