20 de abr. de 2008

Uma política indigenista equivocada, demagógica e perigosa.

"Outro dia Lula, não teve papas na língua em chama às falas o suíço Jean Ziegler, relator especial da Nações Unidas para o Direito à Alimentação, quando este emitiu sua opinião sobre a produção de biocombustível, contraria a dele.
- É muito fácil alguém ficar sentado num banco da Suíça dando palpite no Brasil ou na África.(...) Importante é vir aqui e meter o pé no barro e ver como a gente vive.
Independentemente de Lula jamais ter metido o pé no barro, mudando o que deve ser mudado, a frase cabe como uma luva para ele, no que concerne à questão indigenista.
É mutio fácil ficar no ar condicionado do Palácio do Planalto, tomando seu whisky 12 anos e ditar regras sobre o assunto. " (G.S.)

“Os desencontro entre o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com a área militar não é de hoje, mas agravou-se com a posição assumida pelo Ministério das Relações Exteriores, no ano passado, em referendar a polêmica resolução da ONU que abre caminho para reconhecer as comunidades indígenas como nação independente. Por essa tese, a demarcação em área contínua colaria à Raposa/Serra do Sol à reserva ianomâmi, criando um vazio demográfico de cerca de 100 mil quilômetros quadrados no lado brasileiro, que se uniria a outros territórios indígenas na faixa de fronteira da Guiana e Venezuela, uma região com potencial de conflito.” (leia mais no Jornal do Brasil)

Nenhum comentário: