Mesmo sem ter saído do papel (e parece difícil que sairá) o Programa de Aceleração do Crescimento - PAC, teve um filhote: O PDE, Plano de Desenvolvimento da Educação. Com sempre lançado com rojões de apitos pelo presidente Lula, que não consegue descer do palanque e trabalhar, governar. Diz ele com todo o desabuso que tem direito: “É o século da elite do saber, e não da elite do berço e sobrenome”.Tudo muito bonito só faltou o presidente dar os números para levar avante tão ousado programa, porque certamente, ainda não existe algo de objetivo no programa e se existe, o presidente não sabe, entretido que sempre está em inaugurações inúteis, discursos estultos e viagens desnecessária.
Disse ainda que os ministros Guido Mantega da Fazenda e Paulo Bernardo do Planejamento “nunca foram tão mão aberta”. Isso porque estabeleceram como piso base salarial para os professores, R$ 850,00 para 40 hora semanais de trabalho (8 por dia, cinco dias da semana). Mas o verdadeiro mão aberta (na foto) está sentado à sua direita, é o presidente da Câmara dos Deputados, Arlindo Chinaglia, que paga aos seus pares R$ 15 mil por mês, de algo chamado verba indenizatória.
Somadas as verbas indenizatórias (não confundir com salário) dos pouco mais de 500 deputados, dariam para pagar 10 mil professores que trabalhariam 1,6 milhão de horas mensais. Enquanto isso os deputados... bem, deixa isso pra lá! (G.S.)
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