Com exemplos, como o proporcionado pelo plenário do Senado, que passou a mão pela calva do senador Renan Calheiros e o absolveu da cassação, não dá para que exijamos de nossos filhos, que eles percorram os caminhos da honestidade e da ética.
Quando o presidente da República responsabiliza a desigualdade social pelo aumento da marginalidade, ele apenas joga para debaixo do tapete as culpas da sociedade brasileira e contribui para que o Brasil não se torne uma Nação.
Não é com bolsa família que se resolvem os problemas do Brasil. O buraco é muito mais embaixo. É preciso muita educação, é preciso se incutir o conceito da ética em nossas crianças. De nada adianta construir escolas e mais escolas se não mudarmos a pregação moral.
De que adianta ele ir à Finlândia, Suécia, Dinamarca e Noruega, se ele não consegue perceber que Deus lhe deu a grande chance de mudar o País e ele a jogou fora, optando por deixar tudo continuar como d’antes no quartel de Abrantes.
Quando o presidente da República responsabiliza a desigualdade social pelo aumento da marginalidade, ele apenas joga para debaixo do tapete as culpas da sociedade brasileira e contribui para que o Brasil não se torne uma Nação.
Não é com bolsa família que se resolvem os problemas do Brasil. O buraco é muito mais embaixo. É preciso muita educação, é preciso se incutir o conceito da ética em nossas crianças. De nada adianta construir escolas e mais escolas se não mudarmos a pregação moral.
De que adianta ele ir à Finlândia, Suécia, Dinamarca e Noruega, se ele não consegue perceber que Deus lhe deu a grande chance de mudar o País e ele a jogou fora, optando por deixar tudo continuar como d’antes no quartel de Abrantes.
Lula prestaria um grande serviço ao Brasil se banisse da sociedade brasileira a Lei de Gerson, a Lei do Menor Esforço, a Lei do Murici e os pequenos delitos praticados diariamente no trânsito, nas filas, nos cartórios e onde for possível colocar em prática o indesejável “jeitinho brasileiro”, que ensina que para se vencer na vida é preciso ser esperto.
Vivemos num País em que infelizmente os honestos e éticos são ditos como otários, aqueles que têm a chance de meter a mão na cumbuca do descaminho, mas resistem. O seriado “A Grande Família” demonstra bem este tipo de situação, nele o personagem Lineu vive combatendo as malandragens do genro Augustinho, o típico brasileiro que tem sempre um “jeitinho” para levar alguma vantagem.
Alguns analistas acham que a questão não é simples, nem para gente preguiçosa ou simplista. Culpam a matriz do sistema político e as fórmulas de representação popular.
Na verdade, o caso Renan é uma demonstração clara que nada mudará, enquanto os brasileiros não mergulharem fundo em seus contraditórios valores éticos e sociais e daí ressurgirem, com um modelo definido e acabado do que a Nação precisa para sair do atoleiro em que se encontra.
Durante 120 dias a imprensa escancarou as mazelas do rei do gado de Murici e os brasileiros fizeram o que: nada.
Ninguém se deu ao trabalho protestar e ir às ruas. Apenas uns poucos gatos pingados esboçaram uma tímida reação, que foi alvo de chacota, pois em momento algum conseguiu reunir mais do que meia centena de brasileiros.
É hilário, ver na televisão e no rádio, alguns políticos falando que a voz rouca das ruas clama que a opinião pública está cobrando uma atitude punitiva e outros blás, blás, blás do mesmo quilate, quando sabemos que a maioria dos brasileiros está pouco se lixando para o que acontece no poder público, pois este poder é o espelho da maioria da população que sonha em um dia, também, levar alguma vantagem.
Vamos e venhamos, o Congresso Nacional espelha a triste nação brasileira e não há como negar isso.
Por isso, a única alternativa é repensar o País, encetando uma grande cruzada para redefinirmos a República. Se não reformarmos o Estado Brasileiro, vamos continuar no descaminho da marginalidade e os honestos e éticos considerados um bando de otários.
Vivemos num País em que infelizmente os honestos e éticos são ditos como otários, aqueles que têm a chance de meter a mão na cumbuca do descaminho, mas resistem. O seriado “A Grande Família” demonstra bem este tipo de situação, nele o personagem Lineu vive combatendo as malandragens do genro Augustinho, o típico brasileiro que tem sempre um “jeitinho” para levar alguma vantagem.
Alguns analistas acham que a questão não é simples, nem para gente preguiçosa ou simplista. Culpam a matriz do sistema político e as fórmulas de representação popular.
Na verdade, o caso Renan é uma demonstração clara que nada mudará, enquanto os brasileiros não mergulharem fundo em seus contraditórios valores éticos e sociais e daí ressurgirem, com um modelo definido e acabado do que a Nação precisa para sair do atoleiro em que se encontra.
Durante 120 dias a imprensa escancarou as mazelas do rei do gado de Murici e os brasileiros fizeram o que: nada.
Ninguém se deu ao trabalho protestar e ir às ruas. Apenas uns poucos gatos pingados esboçaram uma tímida reação, que foi alvo de chacota, pois em momento algum conseguiu reunir mais do que meia centena de brasileiros.
É hilário, ver na televisão e no rádio, alguns políticos falando que a voz rouca das ruas clama que a opinião pública está cobrando uma atitude punitiva e outros blás, blás, blás do mesmo quilate, quando sabemos que a maioria dos brasileiros está pouco se lixando para o que acontece no poder público, pois este poder é o espelho da maioria da população que sonha em um dia, também, levar alguma vantagem.
Vamos e venhamos, o Congresso Nacional espelha a triste nação brasileira e não há como negar isso.
Por isso, a única alternativa é repensar o País, encetando uma grande cruzada para redefinirmos a República. Se não reformarmos o Estado Brasileiro, vamos continuar no descaminho da marginalidade e os honestos e éticos considerados um bando de otários.
Um comentário:
Sem generalizar, mas são uns bandos de filhos da p@#%, corja, putrefatos, carniceiros, sem-vergonhas, filhos de uma mãe e muitos pais, escória da sociedade, salafrários, trapaceiros, hienas, camaleões, cangalhos, cornos, quadrúpedes, gentalha, fístulas, decrépitos, menstruação de velha, nicotinos, inúteis, cloacas, tacanhos, salário de pobre, banheiros de rodoviária do interior, cafetinos do Lula, vespeiros, peçonhentos, funcionários da Vila Mimosa, sebo de pic@, batráquios e tantos outros adjetivos...mas vocês não valem o quê o gato enterra!
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