Nesta terça-feira, 8, ao receber a bancada do PDT no Senado e o ministro Carlos Lupi (Trabalho), o presidente Lula deu o mote para a manchete dos jornais no dia seguinte.
Lula tocou em dois assuntos importantes. Falou do 3º mandato e das eleições municipais.
Em relação às eleições municipais, prometeu a senadora Patrícia Saboya (PDT-CE) que não subirá em nenhum palanque em Fortaleza e reforçou a promessa, afirmando que não fará campanha onde a base aliada tiver mais de uma candidatura a prefeito.
O jornal O POVO, do Ceará, mancheteou a declaração: “Lula diz que não fará campanha para Luizianne”.
A declaração de Lula sobre o 3º mandato, o fato político desta terça-feira, 8, não mereceu manchete em nenhum dos mais importantes jornais do país.
A ameaça do presidente Lula de romper com o PT caso a legenda insista em levar a cabo a tese do terceiro mandato foi o fato do dia.
Além de ser uma declaração forte, é nesta quarta-feira, 9, que o deputado Devanir Ribeiro (PT-SP) começa a colher assinaturas para uma proposta de emenda à Constituição que acaba com a reeleição e amplia o mandato presidencial para cinco anos – manobra que, em tese, zera o jogo eleitoral e permite uma nova candidatura de Lula em 2011.
Em seu “O Filtro”, desta quarta-feira, 9, Thomas Traumann lembra:
“Devanir não é um deputado qualquer. Foi da diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC quando Lula era presidente, participou da histórica “turma do Mé” (o grupo pré-PT montado por Frei Betto para discutir política) e é um dos poucos políticos que dona Marisa Letícia deixa sentar no sofá da sala sem fazer cara feia. Lógico, seria mais fácil para o presidente ligar e dar uma bronca homérica em Devanir (o que, conhecendo o estilo de Lula, aposto que já fez um milhão de vezes), mas esse tempo já passou”.
Em artigo anterior, tratamos do “queremismo”, movimento que tem defensores destacados, dentre os quais, o vice-presidente da República, José Alencar.
Por isso, o assunto mereceria manchete, mas, infelizmente a mídia não larga do pé de assuntos levantados por uma oposição burra e teimosa, que não consegue sacar que está falando para as paredes, pois o povo está preocupado com a dengue.
Bastar ver, que os estoques de repelentes contra mosquitos acabaram em todo o país.
A ameaça do presidente Lula de romper com o PT caso a legenda insista em levar a cabo a tese do terceiro mandato foi o fato do dia.
Além de ser uma declaração forte, é nesta quarta-feira, 9, que o deputado Devanir Ribeiro (PT-SP) começa a colher assinaturas para uma proposta de emenda à Constituição que acaba com a reeleição e amplia o mandato presidencial para cinco anos – manobra que, em tese, zera o jogo eleitoral e permite uma nova candidatura de Lula em 2011.
Em seu “O Filtro”, desta quarta-feira, 9, Thomas Traumann lembra:
“Devanir não é um deputado qualquer. Foi da diretoria do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC quando Lula era presidente, participou da histórica “turma do Mé” (o grupo pré-PT montado por Frei Betto para discutir política) e é um dos poucos políticos que dona Marisa Letícia deixa sentar no sofá da sala sem fazer cara feia. Lógico, seria mais fácil para o presidente ligar e dar uma bronca homérica em Devanir (o que, conhecendo o estilo de Lula, aposto que já fez um milhão de vezes), mas esse tempo já passou”.
Em artigo anterior, tratamos do “queremismo”, movimento que tem defensores destacados, dentre os quais, o vice-presidente da República, José Alencar.
Por isso, o assunto mereceria manchete, mas, infelizmente a mídia não larga do pé de assuntos levantados por uma oposição burra e teimosa, que não consegue sacar que está falando para as paredes, pois o povo está preocupado com a dengue.
Bastar ver, que os estoques de repelentes contra mosquitos acabaram em todo o país.
5 comentários:
Adriana,
De tão grande, essa mentirona, até os próprios petralhas têm vergonha de repetir. Vai ver, foi por isso!
Eu não gosto de segundo mandato, cargo vitalício,pensão para ex-presidente, erário sustentar família de autoridade, aposentadoria diferenciada, isenção de impostos, benesses de qualquer espécie pelo estado,foro privilegiado, censura.
Acho que tem que haver uma limitação para que o estado e seus agentes não dividam uma nação entre duas categorias.
Uma de cidadão que paga imposto e outra de privilegiados do estado.
Essa casta de privilegiados visa somente o próprio interesse.
Um estado todo poderoso assassina a democracia e direito da pessoas.
Meus caros, ele disse que rompe com o PT, mas não com o PMDB, PDT, PPS, PTB nem com a PQP.
Marreta,
Se elejo alguém competente, quero ter o direito de reelegê-lo por no máximo outro mandato para que complemente o bom trabalho.
Não vejo mal algum nessa regra que, aliás, parece existir nas "melhores democraicias".
Também concordo com o foro privilegiado, pois evita que o político que tenha perdido (ou não) seu mandato se submeta a toda sorte de perseguições por inimigos que somente queiram prejudicá-lo ao ajuizar quaisquer tipos de ações perante quaisquer juízes nos milhares de juízos pelo país à fora.
Um razoável exemplo do perigo contra a defesa e dos excessos possíveis pode ser lembrado, por exemplo, pela quantidade de ações totalmente sem pés-nem-cabeça que à época das privatizações estouravam nos quatro cantos do país, quando qualquer juíz, por mais incompetentes que fosse (lato sensu), concedia liminares e decisões orientadas (quando não compradas) apenas para inviabilizar negócios que contrariavam certos interesses.
Recentemente o mesmo "fenômeno" se repetiu com "fiéis" da IURD que ajuizaram ações contra a FSP e uma de suas jornalistas em diversas comarcas diferentes pelo Brasil a fora, exclusivamente para dificultar as defesas, gerar despesas e constranger suas vítimas.
Ao contrário do senso comum, o foro privilegiado é até mais perigoso contra seus "beneficiários", já que o julgamento ocorre em última instância, e contra eventual condenação não há recurso (que o diga o ex-deputado Cunha Lima, lá da Paraíba, que recentemente renunciou ao mandato apenas para poder declinar do foro privilegiado, tamanho era o risco de sua condenação "sem volta".).
Quanto aos demais pontos, ou seja, (i) cargo vitalício, (ii) pensão para ex-presidente, (iii) erário para sustentar família de autoridades, (iv) aposentadorias diferenciadas, (v) isenção de impostos, e (vi) benesses sem propósito, estou de acordo, pois que valham para essas autoridades os mesmos critérios que vigorem para os demais cidadãos, sem nenhuma vantagem extraordinária.
Por isso, o que se pode fazer é ter maior rigor contra os julgadores, mas nunca tirar o sofá da sala para evitar o adultério.
O mundo é feito de concordâncias e divergências.
É uma questão filosófica,só concordo com a do sofá.
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