9 de mar de 2011

A síndrome da “presidenta” Dilma Rousseff.

Por Giulio Sanmartini

Pelo que se sabe, a vida da atual presidente Dilma Rousseff, não lhe foi naturalmente favorável. Na juventude carecia de beleza física , fato agravado pela total falta de simpatia pessoal. Na sua escolha política de guerrilheira foi um fracasso, portanto resolveu, como os da linha filosófica, encostar-se numa das inúmeras sinecuras distribuídas a mãos-cheias, pelos companheiros.

Sua atual posição faz lembrar a história da pulga que fez um favor a uma fada e esta disse que lhe satisfaria qualquer desejo. A pulga sem titubear fez sua escolha: “Quero um cachorro lulu só para mim”.

Pois é, dona Dilma fez um favor ao mago vadio bêbado e recebeu um lulu só pra ela, com direito a todos os anexos. Mas ela acostuma a derrotas não está sabendo administrar sua efêmera vitória, tanto que vem demonstrando fortes sintomas da síndrome de rainha da cocada preta.

As primeiras manifestações dessa morbidez, puderam ser notadas nos ensaios de sua posse, quando Dilma exigiu que sua ausência fosse preenchida não fosse preenchida por uma pessoa qualquer, mas sim por uma sua sósia (*),o que representou uma forma das mais ridículas já observada em tentar cultuar a própria imagem.

Esta existência da sua síndrome, ficou reforçada, com os despautérios cometidos nesse seu descanso carnavalesco, passados penas dois meses, onde sua maior atividade foram os incógnitos “despachos internos” (leia Um inferno sem barreiras

P&P 8/3).

Sua prepotência voltou a fazer-se presente na Barreira do Inferno. Na manhã de segunda-feira (7), a irmã Lúcia Montenegro, presidente da Casa do Menor Trabalhador é retirada da entrada do Centro de Lançamento, depois de sua tentativa frustada em obter uma reunião com a presidenta. O argumento do coronel que a tendeu foi que “...nem a governadora vai ser recebida. Vamos compreender, é a nossa primeira presidente e ela precisa descansar”. Só não disse descansar de que.

Mesmo destino coube ao o atleta Carlos Dias, especialista em ultra-maratonas, foi barrado na portaria da Barreira do Inferno. Ele pretendia conversar com a presidente sobre a campanha para ajudar crianças com câncer. O programa incentiva as pessoas a fazerem doações para o setor. “Não quiseram nem pegar meu cartão para entregar à presidente”. - disse.

Dilma em pouco tempo mostra todo seu autoritarismo e que usará o poder exclusivamente para desfrutar das benesses que este propicia. Fatos altmaente nocivos para o país.

Vale reproduzir o que escreveu sobre essas férias Cládio Humberto (9/3): “A ‘transparência’ prometida no governo pela presidenta Dilma esbarra na Barreira do Inferno (RN), com uma ‘zona de exclusão’ de 5km – compatível com ditadores, não com chefes de estados democráticos”.



(*) Fotomontagem: A Secretária de Relações Públicas do Senado, Juliana Rebelo, que foi a sósia escolhida por Dilma, esta levou tão a sério a “mentirinha”, que na ocasião os ensaios chegou até a acenar várias vezes para os fotógrafos e transeuntes na Esplanada. Dilma numa foto charge com os autoritários Stalin e Lênin.

(*) Texto de apoio Luiza Dome.

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