8 de mar. de 2007

Dentre os ruins os piores II

Seguindo a série “Dentre os ruins, os piores”, o presidente Lula fez duas escolhas de truz. Roseana Sarney para líder do governo no Congresso e Romero Jucá para líder do governo no Senado.
No dia 1° de março de 2002, autorizada por mandado, a Polícia Federal ocupou a sede da empresa Lunus pertencente Roseana, então governadora do Maranhão e a seu marido Jorge Murad. Na busca encontraram em dinheiro vivo a inusitada importância de R$ 1,380 milhão. As explicações foram mais de uma e desencontradas
A primeira veio da governadora Roseana Sarney, afirmando que era normal ter dinheiro vivo no início do mês, quando em geral são feitos os pagamentos de salários dos funcionários. Depois, Roseana disse que não sabia a razão do dinheiro, já que estava afastada do cotidiano das empresas. Em seguida, um advogado da família, Vinícius César de Berredo Martins, declarou que o dinheiro não era da Lunus, empresa em que Roseana e Murad são sócios, mas de uma companhia que funciona no mesmo local, a Pousada dos Lençóis Empreendimentos Turísticos, da qual apenas Murad é sócio.
Fato é, que até hoje não se sabe a origem e o destino dinheiro.
Romeiro Jucá, foi ministro da Previdência de Lula em 2005, somente por 4 meses, pediu demissão para evitar constrangimentos pelas denuncias contra ele. Em 1992, quando governador de Roraima teria desviado o equivalente a R$ 300 mil da Fundação Roraima e o dinheiro sido destinado à para a compra de equipamento para um canal televisivo, do qual, depois do governo, ele tornou-se sócio. Além disso, empréstimos irregulares feitos pelo Banco da Amazônia à empresa Frangonorte, da qual ele era sócio.
Essas escolhas do presidente fazem lembrar um provérbio dito pelo deputado Clodovil Hernandez: “Boi preto conhece boi preto.”

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