Por Giulio SanmartiniNo Brasil, tudo está tranqüilo, o aumento Produto Interno Bruto - PIB (maior que o do Haiti) ficará bem distante daquele prometido pelo presidente, o desemprego está aumentando, o Programa de Aceleração do Crescimento - PAC é mais uma das muitas falácias lançadas nos últimos 4 anos e o anúncio do “novo” ministério está demorando como uma gestação asinina.
No Rio de Janeiro, impera o crime organizado, as vitimas inocentes dos embates entre bandidos e entre estes e a polícia passaram a ser de uma “banalidade” diária. Todavia, o presidente da República e o Governador do Estado tem tempo para brincar de faz de conta..
Depois da assinatura de um contrato liberando R$ 100 milhões para os Jogos Pan-Americanos, Luiz Inácio Lula da Silva e Sérgio Cabral, foram para o Maracanã, fazendo de conta que eram jogadores, bateram um bolinha, fizeram tabelinhas e depois, Lula dando uma de dono da bola, mandou Cabral ir para o gol e ele bateu três pênaltis (converteu dois).
A coisa em si já não é de bom gosto. Pode-se entender que duas autoridades dessa importância, em momentos, especiais, simbolicamente dêem o ponta pé inicial em uma partida de futebol, mas Lula ignorando a liturgia do cargo, no bate bola apelou para um baixo populismo digno de botequim cospe grosso no ABC paulista: tirou os sapatos, as meias e arregaçou às calças.
Presidente, tenha a paciência, respeite os cidadãos que o elegeram, faça o favor de ter um mínimo de compostura
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