19 de mar. de 2008

Mostrando a que veio

O Ministro do STF, Gilmar Mendes, no final da sabatina no senado que o aprovou presidento do Supremo, quando foi fazer suas considerações e agradecimentos, reprovou o fim do Foro Privilegiado, recentemente aprovado na CCJ da Câmara Federal. Segundo ele a atividade política depende desse foro privilegiado e comentou: “Não imagino que o presidente Lula poderia sair pelo Brasil afora sem a prerrogativa de foro. Teria de dar depoimento em todas as delegacias”.

Acho que vamos sentir saudades da Elen.

3 comentários:

Abreu disse...

Adriana,

Já estou com saudades da Ellen Gracie por antecipação.

Nada obstante, concordo duplamente com Gilmar Mendes.

A uma, porque bandido -- mesmo que seja o apedeuta -- tem que depor mesmo em todas as delegacias (terá sido ato falho da parte dele?).

A duas porque como já escrevi em outro post seu, sou favorável ao foro privilegiado.

Anônimo disse...

Cara Adriana, quando não há caso explícito de favorecimento à impunidade por parte do Judiciário, como aconteceu em MT, há casos implícitos, cuja prática, segundo o alertatotal, o Ministro pratica. Vou transcrever o trecho:

"Vista do quê?
Mudando de assunto, o Gilmar Mendes detém o recorde de 51 processos em pedido de vista – o que atrasa o andamento das ações.

É seguido por Cezar Peluso (com 40) e Ricardo Lewiandowski (com 31 pedidos de vista).

Quando era do STF, Nelson Jobim era o campeão em retenção de processos, e chegou a ficar oito anos “vendo” um caso.

Não existe, em lei, qualquer punição estipulada para o ministro que descumprir os prazos."

ma gu disse...

Alô, Rô.

Os que citou são 'amigos' de D. Luis Inéscio. Sem surprêsa...

E, copiando Janer Cristaldo, de Mídia sem Máscara, que reclama para sí a criação do Apedeuta, o Lewiandowski é meu.
Entrou há poucos meses e já tem 31. Putz....